Instituições universitárias devem ser mais actuantes na sociedade

Caxito – As instituições universitárias do país devem estar, cada vez mais, presentes e actuantes na sociedade, para solucionar os problemas relacionados com as catástrofes naturais e sociais, afirmou hoje, o vice-governador provincial para o Sector Técnico e Infra-estruturas d Bengo, Agostinho da Silva.

O responsável fez estas afirmação na abertura da III Conferência Internacional de Extensão Universitária em Angola, sublinhando que este desiderato vai permitir a criação de condições para que as instituições universitárias sejam reconhecidas internacionalmente, para dar respostas as preocupações das populações.

Neste âmbito, disse, a extensão universitária reveste-se de extrema importância, porquanto as academias devem sair das “paredes das instituições” indo ao encontro das comunidades, no sentido de tomarem contacto com as reais necessidades das populações.

Para o responsável, a III conferência internacional de extensão universitária em Angola, que se realiza em simultâneo com o II seminário metodológico integrador de Angola-Brasil, poderá produzir ferramentas capazes de solucionar “os impactos das catástrofes naturais e sociais do tempo actual”.

O director-geral da Escola Superior Pedagógica do Bengo, Isaías Domingos Simão, disse que a realização da conferência demonstra a capacidade de resistência e resiliência que caracteriza a instituição e de todos os parceiros unidos pela mesma causa.

Durante três dias, os participantes vão abordar, dentre outros, temas sobre a contribuição da extensão universitária no atendimento emergencial da comunidade em situações de catástrofes naturais e desastres sociais, bem como analisar as instituições intervencionistas e criativas que emergiram durante a pandemia da Covid-19.

A importância da existência de políticas públicas que articulam as iniciativas extensionistas universitárias a demandas sociais concretas, a extensão universitárias como braço de apoio a resposta de Estado aos desastres naturais de sociais, assim como propor fontes e estratégias de captação de financiamento público para extensão universitária que desenvolvam projectos de protecção social fazem, igualmente, parte da agenda.

A temática do evento é uma chamada de atenção para a urgência da sua articulação com a extensão universitária para, deste modo, lidar com os problemas sociais actuais, introduzindo, por via desse eixo, uma rotina mais cidadã nas Instituições do Ensino Superior.

Participam no evento que se realiza sob o lema “Por uma extensão universitária virada à mitigação dos impactos das catástrofes naturais e sociais, unamo-nos” representantes das diversas universidades do país e das representações universitárias do Brasil, Cuba, Estados Unidos da América, Portugal e Moçambique.

O responsável fez estas afirmação na abertura da III Conferência Internacional de Extensão Universitária em Angola, sublinhando que este desiderato vai permitir a criação de condições para que as instituições universitárias sejam reconhecidas internacionalmente, para dar respostas as preocupações das populações.

Neste âmbito, disse, a extensão universitária reveste-se de extrema importância, porquanto as academias devem sair das “paredes das instituições” indo ao encontro das comunidades, no sentido de tomarem contacto com as reais necessidades das populações.

Para o responsável, a III conferência internacional de extensão universitária em Angola, que se realiza em simultâneo com o II seminário metodológico integrador de Angola-Brasil, poderá produzir ferramentas capazes de solucionar “os impactos das catástrofes naturais e sociais do tempo actual”.

O director-geral da Escola Superior Pedagógica do Bengo, Isaías Domingos Simão, disse que a realização da conferência demonstra a capacidade de resistência e resiliência que caracteriza a instituição e de todos os parceiros unidos pela mesma causa.

Durante três dias, os participantes vão abordar, dentre outros, temas sobre a contribuição da extensão universitária no atendimento emergencial da comunidade em situações de catástrofes naturais e desastres sociais, bem como analisar as instituições intervencionistas e criativas que emergiram durante a pandemia da Covid-19.

A importância da existência de políticas públicas que articulam as iniciativas extensionistas universitárias a demandas sociais concretas, a extensão universitárias como braço de apoio a resposta de Estado aos desastres naturais de sociais, assim como propor fontes e estratégias de captação de financiamento público para extensão universitária que desenvolvam projectos de protecção social fazem, igualmente, parte da agenda.

A temática do evento é uma chamada de atenção para a urgência da sua articulação com a extensão universitária para, deste modo, lidar com os problemas sociais actuais, introduzindo, por via desse eixo, uma rotina mais cidadã nas Instituições do Ensino Superior.

Participam no evento que se realiza sob o lema “Por uma extensão universitária virada à mitigação dos impactos das catástrofes naturais e sociais, unamo-nos” representantes das diversas universidades do país e das representações universitárias do Brasil, Cuba, Estados Unidos da América, Portugal e Moçambique.