Benguela acolhe 4ª reunião da Rede Académica da Saúde da CPLP

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Benguela – A província de Benguela vai acolher, de 25 a 27 de Novembro do corrente ano, a quarta reunião da Rede Académica das Ciências de Saúde (RACS) da Lusofonia, apurou esta terça-feira, a ANGOP.

O evento, o primeiro do género a ser realizado fora de Portugal, vai congregar 43 instituições do ensino superior da lusofonia que ministram cursos na área das ciências da saúde.

Segundo o presidente da comissão preparatória do certame, Antero Moisés Nunguno, que orientou a sessão formal de lançamento do encontro, mais de 10 temas estarão em análise no conclave, com a participação de especialistas da comunidade.

“A ciência, tecnologia e clínica em saúde na lusofonia”, “O ensino das ciências e das tecnologias da saúde nos países lusófonos”, “A transversalidade da formação em ciências da saúde e a mobilidade académica nos cursos de saúde”, serão alguns dos temas em debate. 

Antero Nunguno, vice-presidente da RACS, frisou que nesta edição pretende-se promover a rede académica, principalmente através do intercâmbio e desenvolvimento da cooperação internacional, da investigação, do desenvolvimento e da inovação, bem como da mobilidade académica internacional.

A promoção e facilitação das relações bilaterais e multilaterais entre instituições do ensino superior e de investigação, bem assim como a difusão internacional da produção científica e formação da comunidade, são outros propósitos da reunião.

Em relação ao número reduzido de membros da RACS, explicou que a instituição foi criada em 2016 e que em 2019, quando se pensava alargar os associados, surgiu a pandemia da Covid.

Ainda assim, acrescentou, actualmente há um número crescente de instituições de ensino superior interessadas em filiar-se nesta rede, pelo que se prevê que dentro de um tempo relativamente curto, o número venha a crescer para pelo menos 400 a 500 membros, a julgar pelas manifestações de interesse. 

Enfatizou que a RACS está representada em vários continentes, nomeadamente na América (Brasil), Ásia (Macau), África e Europa. Há igualmente o registo de alguns países filiados (aqueles que apesar de não integrarem a comunidade lusófona, integraram a seu pedido a rede, casos de Cuba e Espanha, que já participaram da 2ª e 3 reuniões, respectivamente.

Segundo o vice-presidente da RACS, a terceira reunião, que teve lugar em Portugal por videoconferência, contou com pouco mais de 300 comunicações e, nesta 4ª, espera-se por, pelo menos, 400 comunicações dos oradores.

“Estamos afincados nos preparativos, por se tratar do primeiro encontro que vai decorrer fora de Portugal, e estamos a endereçar convites para as embaixadas dos diversos países, de modo a marcarem presença”, descreveu o também director-geral do Instituto Superior Politécnico de Benguela (ISPB).  

Em relação ao processo de investigação e publicação, frisou que a vantagem da rede consiste no facto de existir uma revista específica, onde os investigadores em saúde podem publicar sem custos, uma vez que todas as publicações são assumidas pela RACS, com divulgação dos conteúdos no mundo inteiro.

Lembrou que, graças às tecnologias de informação, “hoje estamos a dialogar mais, alias, graças a isso, foi possível realizar on-line a terceira reunião que decorreu em terras portuguesas, com a participação dos membros”.

Rebatendo a importância do intercâmbio entre instituições de saúde no espaço lusófono, realçou que as instituições que ministram as ciências de saúde estão a dar o devido valor a isso, daí que, em pouco tempo, Angola que contava apenas com sete membros, inscreveu mais dois, este ano, perfazendo actualmente nove membros.

Por seu lado, o coordenador da comissão de protocolo, Ricardo Amaro Segunda, disse que a comissão organizadora está repartida por 10 subcomissões, visando assegurar a qualidade organizativa.

“O que se pretende é que as reuniões da RACS sejam auto-sustentadas, ou seja, os participantes, cujas inscrições decorrerão em Julho, têm uma quota a pagar em Kwanzas, que vai de dois mil e quinhentos a 15 mil para os membros que concorram para a apresentação de artigos científicos”, disse.

Já as inscrições posteriores vão custar de quatro a 25 mil Kwanzas, enquanto os não membros devem pagar uma taxa de inscrição entre os sete mil e 500 a 25.000 mil kwanzas, para inscrições até 30 de Julho, e 10 mil a 30 mil kwanzas para inscrições após 30 de Julho. 

Segundo Amaro Segunda, esta comparticipação visa tornar o quarto encontro auto-sustentado, de modo a evitar despesas à comissão organizadora.

 

O evento, o primeiro do género a ser realizado fora de Portugal, vai congregar 43 instituições do ensino superior da lusofonia que ministram cursos na área das ciências da saúde.

Segundo o presidente da comissão preparatória do certame, Antero Moisés Nunguno, que orientou a sessão formal de lançamento do encontro, mais de 10 temas estarão em análise no conclave, com a participação de especialistas da comunidade.

“A ciência, tecnologia e clínica em saúde na lusofonia”, “O ensino das ciências e das tecnologias da saúde nos países lusófonos”, “A transversalidade da formação em ciências da saúde e a mobilidade académica nos cursos de saúde”, serão alguns dos temas em debate. 

Antero Nunguno, vice-presidente da RACS, frisou que nesta edição pretende-se promover a rede académica, principalmente através do intercâmbio e desenvolvimento da cooperação internacional, da investigação, do desenvolvimento e da inovação, bem como da mobilidade académica internacional.

A promoção e facilitação das relações bilaterais e multilaterais entre instituições do ensino superior e de investigação, bem assim como a difusão internacional da produção científica e formação da comunidade, são outros propósitos da reunião.

Em relação ao número reduzido de membros da RACS, explicou que a instituição foi criada em 2016 e que em 2019, quando se pensava alargar os associados, surgiu a pandemia da Covid.

Ainda assim, acrescentou, actualmente há um número crescente de instituições de ensino superior interessadas em filiar-se nesta rede, pelo que se prevê que dentro de um tempo relativamente curto, o número venha a crescer para pelo menos 400 a 500 membros, a julgar pelas manifestações de interesse. 

Enfatizou que a RACS está representada em vários continentes, nomeadamente na América (Brasil), Ásia (Macau), África e Europa. Há igualmente o registo de alguns países filiados (aqueles que apesar de não integrarem a comunidade lusófona, integraram a seu pedido a rede, casos de Cuba e Espanha, que já participaram da 2ª e 3 reuniões, respectivamente.

Segundo o vice-presidente da RACS, a terceira reunião, que teve lugar em Portugal por videoconferência, contou com pouco mais de 300 comunicações e, nesta 4ª, espera-se por, pelo menos, 400 comunicações dos oradores.

“Estamos afincados nos preparativos, por se tratar do primeiro encontro que vai decorrer fora de Portugal, e estamos a endereçar convites para as embaixadas dos diversos países, de modo a marcarem presença”, descreveu o também director-geral do Instituto Superior Politécnico de Benguela (ISPB).  

Em relação ao processo de investigação e publicação, frisou que a vantagem da rede consiste no facto de existir uma revista específica, onde os investigadores em saúde podem publicar sem custos, uma vez que todas as publicações são assumidas pela RACS, com divulgação dos conteúdos no mundo inteiro.

Lembrou que, graças às tecnologias de informação, “hoje estamos a dialogar mais, alias, graças a isso, foi possível realizar on-line a terceira reunião que decorreu em terras portuguesas, com a participação dos membros”.

Rebatendo a importância do intercâmbio entre instituições de saúde no espaço lusófono, realçou que as instituições que ministram as ciências de saúde estão a dar o devido valor a isso, daí que, em pouco tempo, Angola que contava apenas com sete membros, inscreveu mais dois, este ano, perfazendo actualmente nove membros.

Por seu lado, o coordenador da comissão de protocolo, Ricardo Amaro Segunda, disse que a comissão organizadora está repartida por 10 subcomissões, visando assegurar a qualidade organizativa.

“O que se pretende é que as reuniões da RACS sejam auto-sustentadas, ou seja, os participantes, cujas inscrições decorrerão em Julho, têm uma quota a pagar em Kwanzas, que vai de dois mil e quinhentos a 15 mil para os membros que concorram para a apresentação de artigos científicos”, disse.

Já as inscrições posteriores vão custar de quatro a 25 mil Kwanzas, enquanto os não membros devem pagar uma taxa de inscrição entre os sete mil e 500 a 25.000 mil kwanzas, para inscrições até 30 de Julho, e 10 mil a 30 mil kwanzas para inscrições após 30 de Julho. 

Segundo Amaro Segunda, esta comparticipação visa tornar o quarto encontro auto-sustentado, de modo a evitar despesas à comissão organizadora.