Comunidade de Oshomukuio cobra escola
O lançamento da primeira pedra de construção do equipamento social aconteceu em 2019, para ser erguidas em 16 meses, mas até agora não passou disso.
A mesma daria a acesso a dois mil e 520 alunos do I ciclo, que terminam a 6ª classe na zona e em outras escolas das localidades vizinhas.
A implementação do projecto, avaliado em 587 milhões, 908 mil kwanzas, fazia parte do Programa de Investimentos Públicos (PIP) de 2019.
Em declarações à Angop, o cidadão Marcolino Mandume disse que se escola fosse construída já estaria a beneficiar os alunos que pretendem ingressar na 7ª classe, mas até aqui nada se fez no espaço.
Disse que os alunos que concluem a 6ª classe não conseguem dar continuidade aos estudos, por falta de uma escola do I ciclo na zona e a insuficiência de vagas nas escolas da cidade de Ondjiva.
Kafute Muayulange considerou triste ver as crianças com tanta vontade de estudar e não poderem dar continuidade por falta desta escola, situação que deve ser revista pelo governo.
Maria Celeste fez lembrar que muitos jovens, sobretudo os do sexo masculino, por verem impedidos de estudarem se desviam e outros antes da Covid-19, preferiam imigrar para a Namíbia, a procura de emprego nas fazendas.
Já o director da escola primária de Oshomukuio, Cirilo Hilikalela, confirmou que desde o lançamento da primeira pedra nunca mais tive informações da sequência dos trabalhos da escola, por parte do Gabinete Municipal da Educação no Cuanhama.
Disse que na altura do lançamento dos trabalhos, pelo governador cessante do Cunene, Vigílio Tyova, a comunidade que testemunhou o acto, estava satisfeita, mas por não constatarem obras no terreno questionam sempre a direcção da escola sobre o projecto.
Por seu turno, o director do Gabinete Provincial da Educação no Cunene, Domingos de Oliveira, justificou que a construção da referida escola, enquadrada no PIP de 2019, não arrancou por indisponibilidade financeira.
O responsável fez saber que, a par desta escola, existem outros projectos na província no sector da educação, que seriam executados em 2020 e 2021, e foram transferidos para 2022.
Cunene necessita de cinco mil e 598 salas de aula para cobrir os seis municípios e atender 55 mil crianças fora do sistema de ensino.
No ano lectivo de 2020 estão matriculados 214 mil 311 alunos, sendo 168 mil 510 do ensino primário, 30 mil 587 do I ciclo e 15 mil 214 do II ciclo, assegurados por seis mil e 298 professores, distribuídos em 868 escolas da região.
Dessas instituições de ensino, 792 são do ensino primário, 56 do primeiro ciclo e 20 do segundo ciclo, sendo que, por insuficiência de salas, 72 mil crianças da iniciação a 6ª classe (ensino primário) frequentam aulas debaixo de árvores.
O lançamento da primeira pedra de construção do equipamento social aconteceu em 2019, para ser erguidas em 16 meses, mas até agora não passou disso.
A mesma daria a acesso a dois mil e 520 alunos do I ciclo, que terminam a 6ª classe na zona e em outras escolas das localidades vizinhas.
A implementação do projecto, avaliado em 587 milhões, 908 mil kwanzas, fazia parte do Programa de Investimentos Públicos (PIP) de 2019.
Em declarações à Angop, o cidadão Marcolino Mandume disse que se escola fosse construída já estaria a beneficiar os alunos que pretendem ingressar na 7ª classe, mas até aqui nada se fez no espaço.
Disse que os alunos que concluem a 6ª classe não conseguem dar continuidade aos estudos, por falta de uma escola do I ciclo na zona e a insuficiência de vagas nas escolas da cidade de Ondjiva.
Kafute Muayulange considerou triste ver as crianças com tanta vontade de estudar e não poderem dar continuidade por falta desta escola, situação que deve ser revista pelo governo.
Maria Celeste fez lembrar que muitos jovens, sobretudo os do sexo masculino, por verem impedidos de estudarem se desviam e outros antes da Covid-19, preferiam imigrar para a Namíbia, a procura de emprego nas fazendas.
Já o director da escola primária de Oshomukuio, Cirilo Hilikalela, confirmou que desde o lançamento da primeira pedra nunca mais tive informações da sequência dos trabalhos da escola, por parte do Gabinete Municipal da Educação no Cuanhama.
Disse que na altura do lançamento dos trabalhos, pelo governador cessante do Cunene, Vigílio Tyova, a comunidade que testemunhou o acto, estava satisfeita, mas por não constatarem obras no terreno questionam sempre a direcção da escola sobre o projecto.
Por seu turno, o director do Gabinete Provincial da Educação no Cunene, Domingos de Oliveira, justificou que a construção da referida escola, enquadrada no PIP de 2019, não arrancou por indisponibilidade financeira.
O responsável fez saber que, a par desta escola, existem outros projectos na província no sector da educação, que seriam executados em 2020 e 2021, e foram transferidos para 2022.
Cunene necessita de cinco mil e 598 salas de aula para cobrir os seis municípios e atender 55 mil crianças fora do sistema de ensino.
No ano lectivo de 2020 estão matriculados 214 mil 311 alunos, sendo 168 mil 510 do ensino primário, 30 mil 587 do I ciclo e 15 mil 214 do II ciclo, assegurados por seis mil e 298 professores, distribuídos em 868 escolas da região.
Dessas instituições de ensino, 792 são do ensino primário, 56 do primeiro ciclo e 20 do segundo ciclo, sendo que, por insuficiência de salas, 72 mil crianças da iniciação a 6ª classe (ensino primário) frequentam aulas debaixo de árvores.












