Covid-19: Indústria de material escolar sobrevive à crise

  • Ilustração do Covid-19
Catumbela – Apesar do impacto da Covid-19 na economia nacional, a fábrica Noveduca, em Benguela, mantém a produção de material escolar em 100 mil cadernos por dia, para atender com normalidade a população estudantil em várias províncias do país.

Embora a procura por material didáctico registe, actualmente, uma quebra de cerca de 90 porcento, por conta da paralisação das aulas no ensino primário, a directora financeira e administrativa da Noveduca, Felismina Domingos, que falava nesta quarta-feira à Angop, disse que a fábrica continua a produzir diariamente cadernos no formato A4 e A5, lápis de carvão e cores, além de giz.

A gestora admite, não obstante os “prejuízos financeiros” a enfrentar pelo movimento tímido do mercado, que os sócios continuam a fazer injecção de capital, de forma a manter o projecto da Noveduca, evitando, assim,  despedimento de pessoal.  

Reconheceu que o mercado interno representa apenas 20 porcento das necessidades de abastecimento de matéria-prima (papel e minas para o lápis), sendo que os restantes 80 porcento ficam dependentes da importação de Portugal e, por vezes, da China.

No entanto, disse que a estratégia de continuidade do projecto já resultou, por exemplo, na abertura, em Agosto deste ano, de uma nova linha de produção de carteiras escolares, com uma capacidade para 20 unidades/dia.

Para já, a matéria-prima para carteiras vem das províncias do Huambo e do Uíge, tendo Felismina Domingos assegurado que o produto final oferece durabilidade de modo a que as escolas não continuem a fazer reposição de carteiras constantemente.

Até ao momento, já foram produzidas mais de mil carteiras que estão a ser aprovisionadas, tendo em vista a necessidade de apetrechamento de algumas escolas do ensino primário, ainda em construção, no quadro do Programa Integrado de Intervenção Municipal (PIIM).

“Estamos a encetar contactos com as entidades no sentido de ver se apetrechamos algumas escolas construídas no âmbito do PIIM”, asseverou, referindo que, com o funcionamento desta nova linha, prevê-se empregar mais oito funcionários.

“Uma empresa como a Noveduca não pode parar e estamos a fazer tudo para nos mantermos firmes e fortes no mercado de material escolar”, frisou, acreditando que a crise pandémica do novo coronavírus vai passar, daí a manutenção do projecto iniciado em 2015.

Felismina Domingos explicou, por outro lado, que estão a ser cumpridas as medidas de prevenção à Covid-19 na fábrica, para maior segurança entre os funcionários.

Com 29 trabalhadores, a fábrica de produção de material escolar da Noveduca, equipada com equipamento de última geração de origem alemã, foi inaugurada oficialmente em 2016, com capacidade para produzir anualmente 15 milhões de cadernos de tamanho A4 e A5, entre pautados e de linhas.  

A firma Noveduca funciona nas antigas instalações da extinta Emateb (Empresa de Material Escolar de Benguela).

Embora a procura por material didáctico registe, actualmente, uma quebra de cerca de 90 porcento, por conta da paralisação das aulas no ensino primário, a directora financeira e administrativa da Noveduca, Felismina Domingos, que falava nesta quarta-feira à Angop, disse que a fábrica continua a produzir diariamente cadernos no formato A4 e A5, lápis de carvão e cores, além de giz.

A gestora admite, não obstante os “prejuízos financeiros” a enfrentar pelo movimento tímido do mercado, que os sócios continuam a fazer injecção de capital, de forma a manter o projecto da Noveduca, evitando, assim,  despedimento de pessoal.  

Reconheceu que o mercado interno representa apenas 20 porcento das necessidades de abastecimento de matéria-prima (papel e minas para o lápis), sendo que os restantes 80 porcento ficam dependentes da importação de Portugal e, por vezes, da China.

No entanto, disse que a estratégia de continuidade do projecto já resultou, por exemplo, na abertura, em Agosto deste ano, de uma nova linha de produção de carteiras escolares, com uma capacidade para 20 unidades/dia.

Para já, a matéria-prima para carteiras vem das províncias do Huambo e do Uíge, tendo Felismina Domingos assegurado que o produto final oferece durabilidade de modo a que as escolas não continuem a fazer reposição de carteiras constantemente.

Até ao momento, já foram produzidas mais de mil carteiras que estão a ser aprovisionadas, tendo em vista a necessidade de apetrechamento de algumas escolas do ensino primário, ainda em construção, no quadro do Programa Integrado de Intervenção Municipal (PIIM).

“Estamos a encetar contactos com as entidades no sentido de ver se apetrechamos algumas escolas construídas no âmbito do PIIM”, asseverou, referindo que, com o funcionamento desta nova linha, prevê-se empregar mais oito funcionários.

“Uma empresa como a Noveduca não pode parar e estamos a fazer tudo para nos mantermos firmes e fortes no mercado de material escolar”, frisou, acreditando que a crise pandémica do novo coronavírus vai passar, daí a manutenção do projecto iniciado em 2015.

Felismina Domingos explicou, por outro lado, que estão a ser cumpridas as medidas de prevenção à Covid-19 na fábrica, para maior segurança entre os funcionários.

Com 29 trabalhadores, a fábrica de produção de material escolar da Noveduca, equipada com equipamento de última geração de origem alemã, foi inaugurada oficialmente em 2016, com capacidade para produzir anualmente 15 milhões de cadernos de tamanho A4 e A5, entre pautados e de linhas.  

A firma Noveduca funciona nas antigas instalações da extinta Emateb (Empresa de Material Escolar de Benguela).