CPJ no Cunene envolve jovens na alfabetização

  • Um ângulo da cidade de Ondjiva, província do Cunene
Ondjiva – O Conselho Provincial da Juventude (CPJ) no Cunene iniciou esta semana o processo de inscrição de jovens que vão integrar no ano lectivo 2020/2021, o Projecto Brigada de Alfabetização Voluntários.

O Programa da Alfabetização no Cunene foi suspenso devido à dívida acumulada de 113 milhões e 400 mil kwanzas, relativa ao pagamento de subsídios a 417 alfabetizadores, referente o período de 2017 a 2019.

No entanto, na província estão inscritos 259 mil e 908 cidadãos que querem aprender a ler e a escrever.

Em declarações à Angop, nesta terça-feira, o secretário interino do Conselho Provincial da Juventude (CPJ), no Cunene, Praia Chivela, disse que dos 50 jovens necessários para assegurar o processo, 12 voluntários já aderiram às inscrições.

Informou que, numa primeira fase, serão abrangidos mil cidadãos, e as aulas vão decorrer em 10 igrejas seleccionadas, nomeadamente Bom Deus, Adventista do Sétimo Dia, Católica, IESA, UIEA, Adventista Reformadas, IECA, Pentecostal, Luterana e Anglicana.

Praia Chivela explicou que a iniciativa visa contribuir na redução do índice de pessoas que não sabem ler e escrever.

Ainda no quadro dos esforços da retoma das aulas de alfabetização, a OMA no Cunene vai criar, no próximo ano lectivo, salas de alfabetização nos mercados informais do Oshomukuio e Alemanha, em Ondjiva, onde estarão envolvidas os membros da organização, que vão ajudar as mulheres vendedoras a ler e escrever.

A ong Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo (ADPP) no Cunene também junta-se aos esforços, com um projecto comunitário de educação e empoderamento do género, que vai abranger 425 mulheres nos próximos três anos.

O projecto conta com financiamento da Embaixada da Holanda em Angola, no valor de 150 mil euros, no quadro do empoderamento das mulheres e meninas, que abrange as províncias de Benguela e Cuando Cubango.

De 2007 a 2019, 204 mil e 682 pessoas aprenderam ler a nível dos municípios do Cuanhama, Namacunde, Curoca, Cuvelai, Ombadja e Cahama.

O Programa da Alfabetização no Cunene foi suspenso devido à dívida acumulada de 113 milhões e 400 mil kwanzas, relativa ao pagamento de subsídios a 417 alfabetizadores, referente o período de 2017 a 2019.

No entanto, na província estão inscritos 259 mil e 908 cidadãos que querem aprender a ler e a escrever.

Em declarações à Angop, nesta terça-feira, o secretário interino do Conselho Provincial da Juventude (CPJ), no Cunene, Praia Chivela, disse que dos 50 jovens necessários para assegurar o processo, 12 voluntários já aderiram às inscrições.

Informou que, numa primeira fase, serão abrangidos mil cidadãos, e as aulas vão decorrer em 10 igrejas seleccionadas, nomeadamente Bom Deus, Adventista do Sétimo Dia, Católica, IESA, UIEA, Adventista Reformadas, IECA, Pentecostal, Luterana e Anglicana.

Praia Chivela explicou que a iniciativa visa contribuir na redução do índice de pessoas que não sabem ler e escrever.

Ainda no quadro dos esforços da retoma das aulas de alfabetização, a OMA no Cunene vai criar, no próximo ano lectivo, salas de alfabetização nos mercados informais do Oshomukuio e Alemanha, em Ondjiva, onde estarão envolvidas os membros da organização, que vão ajudar as mulheres vendedoras a ler e escrever.

A ong Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo (ADPP) no Cunene também junta-se aos esforços, com um projecto comunitário de educação e empoderamento do género, que vai abranger 425 mulheres nos próximos três anos.

O projecto conta com financiamento da Embaixada da Holanda em Angola, no valor de 150 mil euros, no quadro do empoderamento das mulheres e meninas, que abrange as províncias de Benguela e Cuando Cubango.

De 2007 a 2019, 204 mil e 682 pessoas aprenderam ler a nível dos municípios do Cuanhama, Namacunde, Curoca, Cuvelai, Ombadja e Cahama.