Cuanza Norte: Alfabetizadores sem subsídios há quatro anos

  • Cuanza Norte: Pontos de referencia e de atracão turística da Cidade capital,  Ndalatando
Ndalatando - Trezentos e cinquenta alfabetizadores da província do Cuanza Norte estão sem subsídios desde finais de 2016, o que prejudica a implementação do Programa de Alfabetização e Aceleração Escolar (PAAE) na região.

A informação foi avançada nesta quarta-feira, à Angop, em Ndalatando, pelo director do Gabinete Provincial da Educação, Manuel Miguel Lourenço, referindo que a falta de subsídios está a desmotivar os alfabetizadores, que ponderam em suspender as actividades.

Na sua óptica, há uma divída acumulada de AKz 144 milhões de Kwanzas para com os alfabetizadores, respeitante aos meses de Outubro a Dezembro de 2016 e aos anos de 2017 a 2020.

Cada alfabetizador tem direito a um subsídio de 10 mil Kwanzas/mês.

O responsável reconheceu não haver condições para liquidar de uma só vez os valores em atraso, porém o Estado assumiu o compromisso de pagar.

Disse que as mudanças a nível ministerial no sector da Educação têm contribuido negativamente para o pagamento da díviva, uma vez que alguns titulares não assumem passivos anteriores ao seu mandato.

Esclareceu que em 2019, o Ministério da Educação disponibilizou 130 milhões de kwanzas a província para o pagamento de subsídios em atraso, referentes aos anos de 2013 a 2015, assim como os meses de Janeiro a Setembro de 2016.

O Programa de Alfabetização e Aceleração Escolar na região conta actualmente com 350 alfabetizadores, os mesmos, que por via do diálogo que mantêm com o gabinete local da Educação na esperança de receberem os seus subsídios, continuam a exercer a actividade.

Disse que 554 cidadãos da província do Cuanza norte foram alfabetizados, através dos métodos "Gostar de Ler e Escrever" e "Sim Eu Posso", durante o ano de 2019 e outros 620 foram matriculados no presente ano lectivo.

 

 

 

A informação foi avançada nesta quarta-feira, à Angop, em Ndalatando, pelo director do Gabinete Provincial da Educação, Manuel Miguel Lourenço, referindo que a falta de subsídios está a desmotivar os alfabetizadores, que ponderam em suspender as actividades.

Na sua óptica, há uma divída acumulada de AKz 144 milhões de Kwanzas para com os alfabetizadores, respeitante aos meses de Outubro a Dezembro de 2016 e aos anos de 2017 a 2020.

Cada alfabetizador tem direito a um subsídio de 10 mil Kwanzas/mês.

O responsável reconheceu não haver condições para liquidar de uma só vez os valores em atraso, porém o Estado assumiu o compromisso de pagar.

Disse que as mudanças a nível ministerial no sector da Educação têm contribuido negativamente para o pagamento da díviva, uma vez que alguns titulares não assumem passivos anteriores ao seu mandato.

Esclareceu que em 2019, o Ministério da Educação disponibilizou 130 milhões de kwanzas a província para o pagamento de subsídios em atraso, referentes aos anos de 2013 a 2015, assim como os meses de Janeiro a Setembro de 2016.

O Programa de Alfabetização e Aceleração Escolar na região conta actualmente com 350 alfabetizadores, os mesmos, que por via do diálogo que mantêm com o gabinete local da Educação na esperança de receberem os seus subsídios, continuam a exercer a actividade.

Disse que 554 cidadãos da província do Cuanza norte foram alfabetizados, através dos métodos "Gostar de Ler e Escrever" e "Sim Eu Posso", durante o ano de 2019 e outros 620 foram matriculados no presente ano lectivo.