Educação deve mais de 100 milhões de kwanzas aos alfabetizadores

Malanje - Cento e 39 milhões 500 mil kwanzas é montante da dívida que o Ministério da Educação deve, há quatro anos, a 450 alfabetizadores voluntários engajados no Programa de Alfabetização e Aceleração Escolar em Malanje (PAAE).

A dívida é referente aos subsídios dos anos de 2016 a 2019, confirmou hoje (segunda-feira), nesta cidade, a chefe de departamento do Ensino Geral do Gabinete Provincial da Educação, Aidne Aires, que remeteu a solução do problema ao Ministério da Educação.

 

A responsável disse que o Gabinete local continua a encetar contactos com o Ministério de tutela, com vista a liquidação da dívida, de modo a não comprometer o programa de alfabetização, que tem contribuído para instrução de vários adultos ao nível da província.

 

Informou que em 2020, o gabinete recebeu 67 reclamações de subsídios não pagos.

 

Entretanto, os alfabetizadores, Eduardo Muhongo e Agostinho Simão, lamentam a situação e pediram uma resposta urgente do órgão de direito, com vista a acudir as dificuldades sociais com que a classe de alfabetizadores se debate.

 

Refere-se que os recursos para atender a alfabetização foram suspensos em 2020 devido à Covid-19, mas as aulas estão a ser ministradas, graças a contribuição de parceiros sociais como igrejas, partidos políticos e Organizações Não-governamentais (ONG´s).

 

 

 

 

A dívida é referente aos subsídios dos anos de 2016 a 2019, confirmou hoje (segunda-feira), nesta cidade, a chefe de departamento do Ensino Geral do Gabinete Provincial da Educação, Aidne Aires, que remeteu a solução do problema ao Ministério da Educação.

 

A responsável disse que o Gabinete local continua a encetar contactos com o Ministério de tutela, com vista a liquidação da dívida, de modo a não comprometer o programa de alfabetização, que tem contribuído para instrução de vários adultos ao nível da província.

 

Informou que em 2020, o gabinete recebeu 67 reclamações de subsídios não pagos.

 

Entretanto, os alfabetizadores, Eduardo Muhongo e Agostinho Simão, lamentam a situação e pediram uma resposta urgente do órgão de direito, com vista a acudir as dificuldades sociais com que a classe de alfabetizadores se debate.

 

Refere-se que os recursos para atender a alfabetização foram suspensos em 2020 devido à Covid-19, mas as aulas estão a ser ministradas, graças a contribuição de parceiros sociais como igrejas, partidos políticos e Organizações Não-governamentais (ONG´s).