Educação reafirma compromisso de distribuição de merenda escolar

  • Ministra da Educação, Luísa Grilo
Luanda - A ministra da Educação, Luísa Grilo, afirmou hoje, segunda-feira, em Luanda, que o seu pelouro vai continuar a desenvolver acções com a sociedade em geral para garantir alimentação saudável aos alunos, por meio da merenda escolar com produtos locais.

Luísa Grilo, que falava no acto central do Dia Africano da Alimentação Escolar, que se assinala hoje, reconheceu que, apesar das dificuldades de ordem económica e financeira que o país vive, agravada pela pandemia da Covid-19, o Executivo tudo vem fazendo com vista a universalização da merenda escolar nas escolas do ensino primário, públicas e comparticipadas, enquadrado na Estratégia do Plano de Desenvolvimento.

Segundo a governante, na prática, o projecto de merenda com alimentos locais já tinha arrancado em algumas escolas do país, como exemplo da província do Huambo, o que foi interditado devido à Covid-19, em Março de 2020.

Porém, apontou, o ministério vai continuar a aprimorar o programa de alimentação escolar, investindo em produtos do campo.

Relativamente à comemoração do Dia Africano da Alimentação Escolar, Luísa Grilo entende que se deve lembrar os países do continente o compromisso com a promoção da alimentação escolar, vinculada na compra e uso de alimentos locais.

Por seu turno, o representante do Programa Alimentar Mundial (PAM) em Angola, Michele Mussoni, disse ser crucial, depois da Covid-19, apoiar programas de alimentação escolar com produtos nacionais.

“ O PAM está a trabalhar para apoiar o Governo angolano na formulação da política e na elaboração de um programa piloto de alimentação e saúde escolar, com recursos a produtos locais”, asseverou.

Michele Mussoni fez saber que o projecto-piloto de alimentação escolar, com produtos locais, vai abranger oito municípios de quatro provinciais, nomeadamente Namibe, Huíla, Cunene e Cuando Cubango.

O Dia Africano da Alimentação Escolar foi instituído em Janeiro de 2016, pelos Chefes de Estado da União Africana.

O 6º aniversário está a ser celebrado sob o lema “ Aproveitando os conhecimentos tradicionais de África e os alimentos para apoio de programas e sistemas de alimentação escolar sustentável, durante e depois da Covid-19”.

Luísa Grilo, que falava no acto central do Dia Africano da Alimentação Escolar, que se assinala hoje, reconheceu que, apesar das dificuldades de ordem económica e financeira que o país vive, agravada pela pandemia da Covid-19, o Executivo tudo vem fazendo com vista a universalização da merenda escolar nas escolas do ensino primário, públicas e comparticipadas, enquadrado na Estratégia do Plano de Desenvolvimento.

Segundo a governante, na prática, o projecto de merenda com alimentos locais já tinha arrancado em algumas escolas do país, como exemplo da província do Huambo, o que foi interditado devido à Covid-19, em Março de 2020.

Porém, apontou, o ministério vai continuar a aprimorar o programa de alimentação escolar, investindo em produtos do campo.

Relativamente à comemoração do Dia Africano da Alimentação Escolar, Luísa Grilo entende que se deve lembrar os países do continente o compromisso com a promoção da alimentação escolar, vinculada na compra e uso de alimentos locais.

Por seu turno, o representante do Programa Alimentar Mundial (PAM) em Angola, Michele Mussoni, disse ser crucial, depois da Covid-19, apoiar programas de alimentação escolar com produtos nacionais.

“ O PAM está a trabalhar para apoiar o Governo angolano na formulação da política e na elaboração de um programa piloto de alimentação e saúde escolar, com recursos a produtos locais”, asseverou.

Michele Mussoni fez saber que o projecto-piloto de alimentação escolar, com produtos locais, vai abranger oito municípios de quatro provinciais, nomeadamente Namibe, Huíla, Cunene e Cuando Cubango.

O Dia Africano da Alimentação Escolar foi instituído em Janeiro de 2016, pelos Chefes de Estado da União Africana.

O 6º aniversário está a ser celebrado sob o lema “ Aproveitando os conhecimentos tradicionais de África e os alimentos para apoio de programas e sistemas de alimentação escolar sustentável, durante e depois da Covid-19”.