Ensino especial com 57 por cento de aproveitamento

  • Escola do ensino especial, "Rainha Nekotola 00021"
Ondjiva -A taxa de aproveitamento do ano lectivo de 2020/2021, na única escola vocacionada ao ensino especial na província do Cunene, atingiu os 57,22 porcentos, informou, nesta segunda-feira, o seu director pedagógico, Orlando de Freitas.

Em declarações à Angop, o responsável referiu que dos mil e 737 alunos matriculados na instituição da iniciação à 6ª classe, 994 avançaram para os níveis seguintes, 334 reprovaram e 189 desistiram.

Dos matriculados, referiu que 309 são alunos com necessidades especiais, destes 255 com deficiência intelectual, 36 auditiva, 15 visual e três com deficiência física motora.

Destes alunos com deficiências, 164 tiveram aproveitamento positivo, 92 reprovados e 53 desistência.

Esclareceu que com base na política de educação especial, o ensino é feito com base na inclusão, onde as turmas devem albergar apenas cinco alunos com o mesmo tipo de deficiência, num universo de 25 alunos.

Orlando de Freitas sublinhou que, apesar dos resultados alcançados, a taxa de aproveitamento escolar reduziu consideravelmente em relação aos anos anteriores onde os indicadores rondavam entre 80 a 90 por cento.

Apontou a redução dos tempos lectivos devido a pandemia da Covid 19, o fraco poder económico das famílias e a distância das residências para escola como factores que estiveram na base das reprovações e desistências escolares.

Disse que a instituição dispõe de máquinas Braille, mas carece de papel para respectivas máquinas e de dicionário da língua gestual devido a sua raridade no mercado local, dependendo única e exclusivamente do Ministério da Educação para o seu envio.

Alertou as famílias que dispõem de crianças com alguma deficiência no sentido de matriculá-las nas escolas mais próximas das suas residências, evitando mantê-las em casa.

A escola especial de Ondjiva funciona desde 2004 e conta com 69 professores e 24 turmas, das quais, 12 integradas nas diferentes escolas do ensino geral dos municípios de Ombadja, Namacunde e Cuanhama.

 

 

 

Em declarações à Angop, o responsável referiu que dos mil e 737 alunos matriculados na instituição da iniciação à 6ª classe, 994 avançaram para os níveis seguintes, 334 reprovaram e 189 desistiram.

Dos matriculados, referiu que 309 são alunos com necessidades especiais, destes 255 com deficiência intelectual, 36 auditiva, 15 visual e três com deficiência física motora.

Destes alunos com deficiências, 164 tiveram aproveitamento positivo, 92 reprovados e 53 desistência.

Esclareceu que com base na política de educação especial, o ensino é feito com base na inclusão, onde as turmas devem albergar apenas cinco alunos com o mesmo tipo de deficiência, num universo de 25 alunos.

Orlando de Freitas sublinhou que, apesar dos resultados alcançados, a taxa de aproveitamento escolar reduziu consideravelmente em relação aos anos anteriores onde os indicadores rondavam entre 80 a 90 por cento.

Apontou a redução dos tempos lectivos devido a pandemia da Covid 19, o fraco poder económico das famílias e a distância das residências para escola como factores que estiveram na base das reprovações e desistências escolares.

Disse que a instituição dispõe de máquinas Braille, mas carece de papel para respectivas máquinas e de dicionário da língua gestual devido a sua raridade no mercado local, dependendo única e exclusivamente do Ministério da Educação para o seu envio.

Alertou as famílias que dispõem de crianças com alguma deficiência no sentido de matriculá-las nas escolas mais próximas das suas residências, evitando mantê-las em casa.

A escola especial de Ondjiva funciona desde 2004 e conta com 69 professores e 24 turmas, das quais, 12 integradas nas diferentes escolas do ensino geral dos municípios de Ombadja, Namacunde e Cuanhama.