Escolas politécnicas do Bié e Moxico deixam de pertencer à UJES

Huambo – As escolas Superiores Politécnicas das províncias do Bié e do Moxico deixam pertencer à Universidade José Eduardo dos Santos (UJES), com sede no Huambo, a partir do ano académico 2021/2022, soube a Angop, nesta terça-feira.

As províncias do Bié e do Moxico faziam parte da V Região Académica de Angola, tutelada pela Universidade José Eduardo dos Santos, fundada em 2009, no âmbito do redimensionamento da Universidade Agostinho Neto, até então a única pública no país.

Conforme o reitor da instituição, Cristóvão Simões, ao confirmar a informação à Angop, a medida enquadra-se nas reformas implementadas pelo Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, com foco na melhoria da formação universitária em angolana.

Disse que, com a transformação das escolas Superiores Politécnicas do Bié e do Moxico em institutos autónomos, a Universidade José Eduardo dos Santos passa apenas a funcionar na província do Huambo, tendo sob sua tutela as seguintes instituições: Instituto Superior Politécnico, as faculdades de Economia, Direito, Medicina, Ciências Agrárias e Medicina Veterinária.

O reitor acrescentou que a medida visa, igualmente, racionalizar os recursos humanos disponíveis em cada uma das províncias, com objectivo de garantir melhor funcionamento e desenvolvimento das instituições de ensino superior públicas.

Nesta conformidade, disse que as províncias do Bié e do Moxico vão poder acreditar mais cursos de graduação, pós-graduação e de doutoramento, o que não acontecia quando eram designadas por escolas Superiores Politécnicas, ao passo que a UJES estará mais desafogada e com maior dinamismo de funcionamento.

Cristóvão Simões lembrou que para o ano académico 2021/2022 foram disponibilizadas mil e 70 vagas, sendo 60 para a Faculdade de Ciências Agrárias, 95 para a de Direito, 220 para a de Economia, 40 para a de Medicina, 70 para a de Medicina veterinária e 585 para o Instituto Superior Politécnico.

O funcionamento da Universidade José Eduardo dos Santos é assegurado por 500 professores, entre angolanos e estrangeiros, ao passo que a população estudantil está estimada em dez mil inscritos em 16 cursos de licenciatura.

As províncias do Bié e do Moxico faziam parte da V Região Académica de Angola, tutelada pela Universidade José Eduardo dos Santos, fundada em 2009, no âmbito do redimensionamento da Universidade Agostinho Neto, até então a única pública no país.

Conforme o reitor da instituição, Cristóvão Simões, ao confirmar a informação à Angop, a medida enquadra-se nas reformas implementadas pelo Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, com foco na melhoria da formação universitária em angolana.

Disse que, com a transformação das escolas Superiores Politécnicas do Bié e do Moxico em institutos autónomos, a Universidade José Eduardo dos Santos passa apenas a funcionar na província do Huambo, tendo sob sua tutela as seguintes instituições: Instituto Superior Politécnico, as faculdades de Economia, Direito, Medicina, Ciências Agrárias e Medicina Veterinária.

O reitor acrescentou que a medida visa, igualmente, racionalizar os recursos humanos disponíveis em cada uma das províncias, com objectivo de garantir melhor funcionamento e desenvolvimento das instituições de ensino superior públicas.

Nesta conformidade, disse que as províncias do Bié e do Moxico vão poder acreditar mais cursos de graduação, pós-graduação e de doutoramento, o que não acontecia quando eram designadas por escolas Superiores Politécnicas, ao passo que a UJES estará mais desafogada e com maior dinamismo de funcionamento.

Cristóvão Simões lembrou que para o ano académico 2021/2022 foram disponibilizadas mil e 70 vagas, sendo 60 para a Faculdade de Ciências Agrárias, 95 para a de Direito, 220 para a de Economia, 40 para a de Medicina, 70 para a de Medicina veterinária e 585 para o Instituto Superior Politécnico.

O funcionamento da Universidade José Eduardo dos Santos é assegurado por 500 professores, entre angolanos e estrangeiros, ao passo que a população estudantil está estimada em dez mil inscritos em 16 cursos de licenciatura.