ISCED do Uíge necessita de oito professores para o ensino especial

  • Director do ISCED Uíge, Mona Mpanzu (arquivo)
  • Paulo João, universitário conclui licenciatura em ensino especial com distinção no ISCED Uíge
Uíge - O Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED) do Uíge necessita de oito professores para leccionarem os cursos de ensino especial, informou, nesta segunda-feira, o director-geral da instituição, Mona Mpanzo.

O ISCED do Uíge, que ministra cursos de ensino especial desde 2015, conta com oito professores, sendo cinco cubanos e três angolanos. Nesta instituição de ensino superior já foram formados dois estudantes (um com deficiência visual e outro dos membros inferiores).

O responsável, que falava à margem da primeira defesa de licenciatura de um portador de deficiência visual, que abordou sobre “Ajudas técnicas para comunicação com alunos que apresentam deficiência visual'', referiu ser um contributo e incentivo à formação de pessoas portadoras de deficiência visual na província do Uíge.

Informou que foram matriculados no presente ano académico mais de cem estudantes portadores de dificiência de áudio visual e física,  tendo reiterado a aposta do ISCED-Uíge na formação de pessoas portadoras de deficiência.

Quanto às dificuldades, apontou a falta de equipamento para a comunicação entre docentes e estudantes, meios que facilitariam na transmissão de conhecimentos.

Por sua vez, o finalista Paulo Kudifuta Pinto explicou que a escolha do tema foi motivada pelas dificuldades apresentadas pelos alunos com deficiência visual, no acesso ao emprego, devido à limitação da formação académica desta franja da sociedade.

Em função disso, disse ser importante uma maior aposta na investigação dos métodos de ensino na formação de pessoas portadoras de deficiência.

 

O ISCED do Uíge, que ministra cursos de ensino especial desde 2015, conta com oito professores, sendo cinco cubanos e três angolanos. Nesta instituição de ensino superior já foram formados dois estudantes (um com deficiência visual e outro dos membros inferiores).

O responsável, que falava à margem da primeira defesa de licenciatura de um portador de deficiência visual, que abordou sobre “Ajudas técnicas para comunicação com alunos que apresentam deficiência visual'', referiu ser um contributo e incentivo à formação de pessoas portadoras de deficiência visual na província do Uíge.

Informou que foram matriculados no presente ano académico mais de cem estudantes portadores de dificiência de áudio visual e física,  tendo reiterado a aposta do ISCED-Uíge na formação de pessoas portadoras de deficiência.

Quanto às dificuldades, apontou a falta de equipamento para a comunicação entre docentes e estudantes, meios que facilitariam na transmissão de conhecimentos.

Por sua vez, o finalista Paulo Kudifuta Pinto explicou que a escolha do tema foi motivada pelas dificuldades apresentadas pelos alunos com deficiência visual, no acesso ao emprego, devido à limitação da formação académica desta franja da sociedade.

Em função disso, disse ser importante uma maior aposta na investigação dos métodos de ensino na formação de pessoas portadoras de deficiência.