Reitor assinala contribuição da universidade no reconhecimento do Sona

  • Arte etno-matemática de contar história através de desenhos "Sona"
Dundo – O reitor da Universidade Lueji ´A Nkonde (ULAN), Carlos Claver Yoba, enalteceu quinta-feira, no Dundo, província da Lunda Norte, a contribuição da comunidade académica na elevação do Sona a Património Cultural Imaterial Nacional.

Carlos Yoba, que falava no acto de apresentação da Declaração do Sona como Património Cultural Imaterial Nacional, a 20 de Abril último, sublinhou o empenho, dedicação e resiliência de docentes para a concretização e seu reconhecimento no domínio das expressões culturais.

Sona (plural) e Lusona (singular) é a arte através da qual o povo Cokwe se comunica, por meio de desenhos em forma de linhas geométricas, em representação etnográfica na qual cada Sona tem a sua interpretação social.

Explicou que o ponto de partida foi a realização, em Julho de 2019, da primeira Conferência Internacional sobre a Étno-Matemática (Educação Matemática), promovida pela universidade, com objectivo de recolher contribuições de investigadores nacionais, e de Moçambique, Estados Unidos da América, Brasil, Cuba, África do Sul e Portugal.

Disse que a universidade teve um papel crucial, na conquista deste direito e difusão da arte Sona dentro e fora de Angola, despertando o mundo para uma reflexão científica sobre esta importante matéria de investigação.

Reiterou o compromisso de continuar a formar os jovens para salvaguar a cultura nacional, no geral, e a cokwe, em particular, tendo, por isso, solicitado às autoridades da província apoio à investigação para  salvaguardar o Sona.

O acto serviu igualmente para apresentação das obras “Aprendizagem do cálculo para economistas - Caracterização de conceitos matemáticos no nível superior”, do professor Jorge Dias Veloso, e “Didáctica, educação especial numa perspectiva de inclusão,” de Domingos Maiato.

Carlos Yoba, que falava no acto de apresentação da Declaração do Sona como Património Cultural Imaterial Nacional, a 20 de Abril último, sublinhou o empenho, dedicação e resiliência de docentes para a concretização e seu reconhecimento no domínio das expressões culturais.

Sona (plural) e Lusona (singular) é a arte através da qual o povo Cokwe se comunica, por meio de desenhos em forma de linhas geométricas, em representação etnográfica na qual cada Sona tem a sua interpretação social.

Explicou que o ponto de partida foi a realização, em Julho de 2019, da primeira Conferência Internacional sobre a Étno-Matemática (Educação Matemática), promovida pela universidade, com objectivo de recolher contribuições de investigadores nacionais, e de Moçambique, Estados Unidos da América, Brasil, Cuba, África do Sul e Portugal.

Disse que a universidade teve um papel crucial, na conquista deste direito e difusão da arte Sona dentro e fora de Angola, despertando o mundo para uma reflexão científica sobre esta importante matéria de investigação.

Reiterou o compromisso de continuar a formar os jovens para salvaguar a cultura nacional, no geral, e a cokwe, em particular, tendo, por isso, solicitado às autoridades da província apoio à investigação para  salvaguardar o Sona.

O acto serviu igualmente para apresentação das obras “Aprendizagem do cálculo para economistas - Caracterização de conceitos matemáticos no nível superior”, do professor Jorge Dias Veloso, e “Didáctica, educação especial numa perspectiva de inclusão,” de Domingos Maiato.