Aumento de propinas leva jovens às ruas

  • Movimento estudantil  angolano realiza marcha
Luanda – Centenas de jovens marcharam este sábado, em Luanda, para protestarem contra o recente ajuste dos preços das propinas nas instituições de ensino privados e público privado.

O protesto visou alertar as autoridades sobre a fraca capacidade dos alunos e encarregados de educação de suportarem a nova "tabela" aprovada pelo Executivo.

Na semana finda, as autoridades angolanas aprovaram uma instrução provisória para o ajustamento dos preços das propinas nas instituições de ensino privados e público-privados, no presente ano lectivo.

A medida, de acordo com o Decreto Executivo Conjunto dos ministérios das Finanças, da Educação e do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, abrange as instituições do ensino geral, primário, secundário e superior.

De acordo com o instrutivo publicado em Diário da República de 14 de Setembro, as instituições do ensino pré-escolar, primário e secundário estão autorizadas a ajustar as propinas, provisoriamente, em 15 por cento, em relação ao valor cobrado no ano lectivo anterior, enquanto no ensino superior o ajuste é de 25 por cento.

A esse propósito, o presidente do Movimento de Estudantes Angolanos, Francisco Teixeira, anunciou a realização, ao longo do mês de Outubro, de diversas marchas até a revogação do decreto.

Disse que a manifestação de hoje e as próximas visam demonstrar o descontentamento da classe estudantil em relação a esta medida das autoridades.

Informou terem endereçado uma carta ao Presidente da República, João Lourenço, de modo a esgotarem todas as formas para a  resolução pacífico do problema do aumento de propinas.

Este foi o segundo reajuste no preço das propinas nos último 18 meses, depois da correção autorizada pelo Executivo, em 2020, para o aumento de 13 por cento.

Na altura, o Governo autorizou um aumento de propinas na ordem de 13 por cento em relação ao valor correspondente às propinas praticadas no ano de 2019.

 

 

O protesto visou alertar as autoridades sobre a fraca capacidade dos alunos e encarregados de educação de suportarem a nova "tabela" aprovada pelo Executivo.

Na semana finda, as autoridades angolanas aprovaram uma instrução provisória para o ajustamento dos preços das propinas nas instituições de ensino privados e público-privados, no presente ano lectivo.

A medida, de acordo com o Decreto Executivo Conjunto dos ministérios das Finanças, da Educação e do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, abrange as instituições do ensino geral, primário, secundário e superior.

De acordo com o instrutivo publicado em Diário da República de 14 de Setembro, as instituições do ensino pré-escolar, primário e secundário estão autorizadas a ajustar as propinas, provisoriamente, em 15 por cento, em relação ao valor cobrado no ano lectivo anterior, enquanto no ensino superior o ajuste é de 25 por cento.

A esse propósito, o presidente do Movimento de Estudantes Angolanos, Francisco Teixeira, anunciou a realização, ao longo do mês de Outubro, de diversas marchas até a revogação do decreto.

Disse que a manifestação de hoje e as próximas visam demonstrar o descontentamento da classe estudantil em relação a esta medida das autoridades.

Informou terem endereçado uma carta ao Presidente da República, João Lourenço, de modo a esgotarem todas as formas para a  resolução pacífico do problema do aumento de propinas.

Este foi o segundo reajuste no preço das propinas nos último 18 meses, depois da correção autorizada pelo Executivo, em 2020, para o aumento de 13 por cento.

Na altura, o Governo autorizou um aumento de propinas na ordem de 13 por cento em relação ao valor correspondente às propinas praticadas no ano de 2019.