Responsável pede maior resiliência aos professores

Caála - A administradora-adjunta para área Política, Social e das Comunidades do município da Caála, Umbelina Maria, recomendou aos professores nacionais, especialmente os da região, para que sejam mais resilientes e tenham uma visão emancipada para melhor contribuir no desenvolvimento socioeconómico.

Umbelina Maria fez estas referências ao intervir esta sexta-feira, durante a cerimónia antecipadas do 22 de Novembro, que marca o Dia Nacional do Educador, instituído em 1978 pelo então Presidente angolano, António Agostinho Neto.

De acordo com a responsável, é igualmente importante que, ao longo do processo de ensino, haja um comprometimento dos docentes para com as tarefas pedagógicas.

Por sua vez, o director da Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação do município, Rubem Etome, fez menção ao défice que ainda se verifica na região, de 500 novos professores do ensino primário ao II ciclo secundário, para o reforço da actual “máquina pedagógica” no sentido de um exercício mais folgado da prática de docência no ano académico 2020/2021 no município da Caála (Huambo), com dois mil e 257 docentes activos.

Isto, acrescentou, sobretudo nas disciplinas de língua portuguesa, inglesa, francesa, química, antropologia, música, empreendedorismo e geografia.

Por outro, no sentido de uma melhor acomodação dos alunos, referiu-se à necessidade de mil e 500 salas de aula no município da Caála, onde são controlados 227 unidades escolares, dos quais, apenas 50 correspondem a estruturas definitivas e com condições aceitáveis para o exercício pedagógico.

Para colmatar esta deficiência, ressaltou a existência já de 11 unidades escolares construídas na centralidade da Caála para albergar, em condições aceitáveis, a população estudantil, bem como um projecto de construção de 89 instituições académicas das 164 definidas nos planos de edificação de infra-estruturas de ensino.

Daí que Rubem Etome recomendou aos professores no sentido de ajustar os métodos possíveis de ensino para um melhor resultado, bem como o seu envolvimento nas campanhas de sensibilização sobre a Covid-19.

Já a secretária do Sindicato Nacional dos Professores (SINPROF) do município da Caála, Antónia Tchipilica, reconheceu o empenho do governo relacionado com o reinício das aulas no país e mostrou-se satisfeita com a anulação da monodocência no ensino primário por este programa ser considerado inoperante na realidade angolana.

Umbelina Maria fez estas referências ao intervir esta sexta-feira, durante a cerimónia antecipadas do 22 de Novembro, que marca o Dia Nacional do Educador, instituído em 1978 pelo então Presidente angolano, António Agostinho Neto.

De acordo com a responsável, é igualmente importante que, ao longo do processo de ensino, haja um comprometimento dos docentes para com as tarefas pedagógicas.

Por sua vez, o director da Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação do município, Rubem Etome, fez menção ao défice que ainda se verifica na região, de 500 novos professores do ensino primário ao II ciclo secundário, para o reforço da actual “máquina pedagógica” no sentido de um exercício mais folgado da prática de docência no ano académico 2020/2021 no município da Caála (Huambo), com dois mil e 257 docentes activos.

Isto, acrescentou, sobretudo nas disciplinas de língua portuguesa, inglesa, francesa, química, antropologia, música, empreendedorismo e geografia.

Por outro, no sentido de uma melhor acomodação dos alunos, referiu-se à necessidade de mil e 500 salas de aula no município da Caála, onde são controlados 227 unidades escolares, dos quais, apenas 50 correspondem a estruturas definitivas e com condições aceitáveis para o exercício pedagógico.

Para colmatar esta deficiência, ressaltou a existência já de 11 unidades escolares construídas na centralidade da Caála para albergar, em condições aceitáveis, a população estudantil, bem como um projecto de construção de 89 instituições académicas das 164 definidas nos planos de edificação de infra-estruturas de ensino.

Daí que Rubem Etome recomendou aos professores no sentido de ajustar os métodos possíveis de ensino para um melhor resultado, bem como o seu envolvimento nas campanhas de sensibilização sobre a Covid-19.

Já a secretária do Sindicato Nacional dos Professores (SINPROF) do município da Caála, Antónia Tchipilica, reconheceu o empenho do governo relacionado com o reinício das aulas no país e mostrou-se satisfeita com a anulação da monodocência no ensino primário por este programa ser considerado inoperante na realidade angolana.