SINPROF quer actualização do tempo de serviço dos filiados

  • Assembleia de Trabalhadores do Sector da Educação
Lubango - A valorização do tempo de serviço é a principal preocupação do secretariado provincial do Sindicato Nacional dos Professores (SINPROF) na Huíla, informou sábado o secretário provincial da organização, João Francisco.

“Trata-se de uma reivindicação já apresentada ao Ministério da Educação, adiantou João Francisco que falava durante uma assembleia dos trabalhadores da educação.

No encontro, que visou traçar estratégias para junto do Ministério da Educação exigir a actualização do tempo de serviço e subsídios, o responsável avançou que cerca de dez mil filiados registados na Huíla estão sem a actualização do tempo de serviço, fundamentalmente no ensino primário.

“Estes já atingiram um certo perfil académico e tempo de serviço mas estão sem actualização”, frisou, sublinhando que a situação se agrava para os professores que estão a caminho da reforma.

O sindicalista declarou que a Huíla tem professores com muitos anos de serviço e com ordenados iguais aos admitidos recentemente.

“Queremos que o tempo seja enquadrado para valorizar o salário do professor e criar a diferenciação entre os mais novos e os mais velhos. A experiência é importante e deve ser valorizada”, realçou.

Fez saber que apenas um ponto, dos 10 do caderno reivindicativo na posse do Ministério da Educação desde 2018, foi satisfeito na totalidade.

Disse tratar-se do ponto relacionado com o novo calendário escolar que inicia em Setembro para permitir que os professores tenham as férias condignas.  

Avançou que os filiados na Huíla apoiam a decisão da greve saída das conclusões da II Reunião ordinária da organização realizada no Cuito (Bié) a 19 do mês em curso, que pode acontecer caso o Ministério da Educação não responda, de forma satisfatória, o caderno em sua posse.

“Trata-se de uma reivindicação já apresentada ao Ministério da Educação, adiantou João Francisco que falava durante uma assembleia dos trabalhadores da educação.

No encontro, que visou traçar estratégias para junto do Ministério da Educação exigir a actualização do tempo de serviço e subsídios, o responsável avançou que cerca de dez mil filiados registados na Huíla estão sem a actualização do tempo de serviço, fundamentalmente no ensino primário.

“Estes já atingiram um certo perfil académico e tempo de serviço mas estão sem actualização”, frisou, sublinhando que a situação se agrava para os professores que estão a caminho da reforma.

O sindicalista declarou que a Huíla tem professores com muitos anos de serviço e com ordenados iguais aos admitidos recentemente.

“Queremos que o tempo seja enquadrado para valorizar o salário do professor e criar a diferenciação entre os mais novos e os mais velhos. A experiência é importante e deve ser valorizada”, realçou.

Fez saber que apenas um ponto, dos 10 do caderno reivindicativo na posse do Ministério da Educação desde 2018, foi satisfeito na totalidade.

Disse tratar-se do ponto relacionado com o novo calendário escolar que inicia em Setembro para permitir que os professores tenham as férias condignas.  

Avançou que os filiados na Huíla apoiam a decisão da greve saída das conclusões da II Reunião ordinária da organização realizada no Cuito (Bié) a 19 do mês em curso, que pode acontecer caso o Ministério da Educação não responda, de forma satisfatória, o caderno em sua posse.