UAN e Instituto Camões reforçam parceria no ensino da língua portuguesa

  • Licenciados pela UPRA
Luanda - A Universidade Agostinho Neto (UAN) e o Camões, Instituto da Cooperação e da Língua assinaram, nesta quarta-feira, em Luanda, um protocolo de cooperação, que visa estabelecer as condições para alargar a oferta dos estudos relativos à língua portuguesa e culturas de expressão portuguesa mediante a colocação de um leitor de língua portuguesa na Faculdade de Letras da Universidade Agostinho Neto (FLUAN).

Foram subscritores do protocolo de cooperação, o reitor da Universidade Agostinho Neto, Pedro Magalhães e o embaixador de Portugal em Angola, Pedro Pessoa e Costa.

Constitui objectivo do presente protocolo de cooperação estabelecer as condições para alargar a oferta dos estudos relativos à língua portuguesa e culturas de expressão portuguesa mediante a colocação de um leitor de língua portuguesa na FLUAN.

É vocação do Camões, Instituto da cooperação e da Língua a responsabilidade de seleccionar e colocar um leitor de língua e cultura portuguesa na Faculdade de Humanidades da UAN, com objectivo de exercer funções académicas e assumir todos encargos financeiros inerentes à contratação do leitor, entre outras.

Por outro lado, cabe a Faculdade Humanista da Universidade Agostinho Neto, difundir os estudos portugueses através de cursos, conferências, encontros e publicações, manter e incentivar intercâmbios e fomentar a investigação.

O reitor da UAN, Pedro Magalhães, considerou que a criação do leitorado, na UAN, não só resulta da história comum e das acções de cooperação entre os dois países, mas também da necessidade de reaproximar a cultura dos dois povos e a materialização do comprometimento do Estado angolano em promover e valorizar a língua portuguesa.

Por sua vez, o embaixador português, Pedro Pessoa e Costa, afirmou que a assinatura do protocolo de cooperação, que tem duração de três anos revogáveis, representa um privilégio, porquanto ela reforça ainda mais a relação entre dois povos, que falam o mesmo idioma.

“Sendo a língua com mais 250 milhões de falantes em todo mundo, é falada em todos continentes, primeira língua do hemisfério sul, e a quinta língua de comunicação a nível do mundo, por esse facto representa o interesse dos dois lados pela sua importância na valorização e da sua divulgação”, destacou o diplomata.

 

 

 

 

 

 

Foram subscritores do protocolo de cooperação, o reitor da Universidade Agostinho Neto, Pedro Magalhães e o embaixador de Portugal em Angola, Pedro Pessoa e Costa.

Constitui objectivo do presente protocolo de cooperação estabelecer as condições para alargar a oferta dos estudos relativos à língua portuguesa e culturas de expressão portuguesa mediante a colocação de um leitor de língua portuguesa na FLUAN.

É vocação do Camões, Instituto da cooperação e da Língua a responsabilidade de seleccionar e colocar um leitor de língua e cultura portuguesa na Faculdade de Humanidades da UAN, com objectivo de exercer funções académicas e assumir todos encargos financeiros inerentes à contratação do leitor, entre outras.

Por outro lado, cabe a Faculdade Humanista da Universidade Agostinho Neto, difundir os estudos portugueses através de cursos, conferências, encontros e publicações, manter e incentivar intercâmbios e fomentar a investigação.

O reitor da UAN, Pedro Magalhães, considerou que a criação do leitorado, na UAN, não só resulta da história comum e das acções de cooperação entre os dois países, mas também da necessidade de reaproximar a cultura dos dois povos e a materialização do comprometimento do Estado angolano em promover e valorizar a língua portuguesa.

Por sua vez, o embaixador português, Pedro Pessoa e Costa, afirmou que a assinatura do protocolo de cooperação, que tem duração de três anos revogáveis, representa um privilégio, porquanto ela reforça ainda mais a relação entre dois povos, que falam o mesmo idioma.

“Sendo a língua com mais 250 milhões de falantes em todo mundo, é falada em todos continentes, primeira língua do hemisfério sul, e a quinta língua de comunicação a nível do mundo, por esse facto representa o interesse dos dois lados pela sua importância na valorização e da sua divulgação”, destacou o diplomata.