Aberta exposição no Museu de História Natural

  • Museu de História Natural, à baixa de Luanda
Luanda - Vinte um quadros de autores angolanos, que fazem parte de uma colecção da Total Energies adquirida ao longo dos anos, estão expostos desde hoje, quarta-feira, no Museu de História Natural.

A abertura da exposição, que contempla pintura, fotografia e escultura, foi testemunhada pelo ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, e a Primeira-Dama da República, Ana Dias Lourenço.

Segundo o director da Total Energies, Olivier Jouny, as obras da exposição “Colecção TotalEnergies”, dos artistas Álvaro Macieira, Amílcar Vaz Carvalho, Francisco Van-Dúnem “Van”, António Ole, Vitor Teixeira “Viteix”, entre outros, é uma amostra em perfeito acordo com a identidade da companhia, que investe em obras de arte nacional, como forma de contribuir para a sustentabilidade da classe artística e manutenção das mesmas.

Esta primeira exposição, disse, enquadra-se nas acções de responsabilidade social  e tem como foco a inclusão e desenvolvimento dos jovens, através da educação, empreendedorismo, desporto, ambiente e cultura.

As iniciativas do género visam participar na preservação  e promoção do património angolano, facilitando o acesso a actividades culturais e a educação artística.

O engajamento com a cultura permitiu tornarem-se parceiros da Bienal Luanda em 2019, porque a instituição quer ser parte do movimento continental e sustentável para uma cultura de paz em África.  

“A arte não tem fronteiras e as obras após adquiridas vagueiam pelo mundo”, frisou.

Segundo o ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, a amostra de grande valor simbólico visa reforçar as relações de parceria entre o seu ministério e a Total Energies.

Na sua óptica a expressividade, simbolismo e impacto artístico caracterizam a presente exposição.

Jomo Fortunato reconheceu o papel desempenhado pela Total Energies no domínio da responsabilidade social, nos sectores da formação de economia, ambiente, relação entre cultura e património.

O ministro manifestou o desejo de ver perdurar a cooperação e se estender para outros projectos no domínio da cultura, turismo e ambiente.

Realizada pela Total, em parceria com o Ministério da Cultura,  Turismo e Ambiente, o Museu de História Natural e a AM-Arte, vai decorrer até 14 de Novembro e conta com obras de vinte artistas.

A Total Energies é uma companhia de multi-energias, de origem francesa, que está em Angola há mais de 60 anos, com ambição de atingir a neutralidade do carbono até 2050. Conta com cerca de mil 400 colaboradores, representando 46 nacionalidades.

A abertura da exposição, que contempla pintura, fotografia e escultura, foi testemunhada pelo ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, e a Primeira-Dama da República, Ana Dias Lourenço.

Segundo o director da Total Energies, Olivier Jouny, as obras da exposição “Colecção TotalEnergies”, dos artistas Álvaro Macieira, Amílcar Vaz Carvalho, Francisco Van-Dúnem “Van”, António Ole, Vitor Teixeira “Viteix”, entre outros, é uma amostra em perfeito acordo com a identidade da companhia, que investe em obras de arte nacional, como forma de contribuir para a sustentabilidade da classe artística e manutenção das mesmas.

Esta primeira exposição, disse, enquadra-se nas acções de responsabilidade social  e tem como foco a inclusão e desenvolvimento dos jovens, através da educação, empreendedorismo, desporto, ambiente e cultura.

As iniciativas do género visam participar na preservação  e promoção do património angolano, facilitando o acesso a actividades culturais e a educação artística.

O engajamento com a cultura permitiu tornarem-se parceiros da Bienal Luanda em 2019, porque a instituição quer ser parte do movimento continental e sustentável para uma cultura de paz em África.  

“A arte não tem fronteiras e as obras após adquiridas vagueiam pelo mundo”, frisou.

Segundo o ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, a amostra de grande valor simbólico visa reforçar as relações de parceria entre o seu ministério e a Total Energies.

Na sua óptica a expressividade, simbolismo e impacto artístico caracterizam a presente exposição.

Jomo Fortunato reconheceu o papel desempenhado pela Total Energies no domínio da responsabilidade social, nos sectores da formação de economia, ambiente, relação entre cultura e património.

O ministro manifestou o desejo de ver perdurar a cooperação e se estender para outros projectos no domínio da cultura, turismo e ambiente.

Realizada pela Total, em parceria com o Ministério da Cultura,  Turismo e Ambiente, o Museu de História Natural e a AM-Arte, vai decorrer até 14 de Novembro e conta com obras de vinte artistas.

A Total Energies é uma companhia de multi-energias, de origem francesa, que está em Angola há mais de 60 anos, com ambição de atingir a neutralidade do carbono até 2050. Conta com cerca de mil 400 colaboradores, representando 46 nacionalidades.