Angolano defende na Oxford mais união para bem do cinema africano

  • Actor Angolano  Silvio Nascimento
Lubango - O actor angolano Sílvio Nascimento defendeu a necessidade de maior união entre os africanos, na vertente cinematográfica, para promoção e difusão mais ampla do produto do continente noutros lugares do mundo.

O também produtor de cinema expressou o facto, no último fim-de-semana, na Oxford Africa Conference 2021, que decorreu por videoconferência, numa promoção daquela universidade inglesa.

Convidado para falar da sobre a sétima arte, metas e desenvolvimento no continente africano, disse que é necessário que outros países africanos também se sintam “responsáveis e comprometidos” em promover os trabalhos de outros estados do continente, para que todos possam expandir-se, tal como Angola tem feito, através da sua plataforma de straming Tellas.

Para si, ainda há uma gritante falta de financiamento para produzir e difundir os trabalhos, pois a indústria cinematográfica é dispendiosa, mas em contra-partida gera rendimentos, daí que há necessidade de se construir um corredor que promova e internacionalize os conteúdos locais.

“Se nós africanos não nos financiamos, fica quase impossível pedir aos outros de fora para o fazer. Precisamos que os nossos países invistam para crescermos e darmos maior credibilidade ao nosso trabalho”, continuou.

Avançou que a maior parte dos conteúdos africanos é hoje contado por terceiros e pelos seus pontos de vista, por eles terem a capacidade financeira para fazer um filme ou documentário e muitas ocultam uma parte interessante da história.

Conforme o artista, o mundo quer ver a cultura africana, pelo que essa necessita de incentivos para avançar.

Sugeriu que a melhor forma de reverter a "visão negativa" que o mudo tem de África é financiando projectos culturais, como os da sétima arte, para que possam ser os nativos contar a própria história e com a sua narrativa.

A Oxford África Conference é o maior evento desta indústria com foco africano, realizado na Europa, nos últimos anos, e acontece no quadro do Dia do Continente, 25 de Maio.

Para além do Sílvio Nascimento “Wollo” foram igualmente convidados a bióloga Adjany Costa para o Painel Ambiental e o governador do Banco Nacional de Angola, José de Lima Massano, para a sessão Desenvolvimento Africano.

 

 

 

O também produtor de cinema expressou o facto, no último fim-de-semana, na Oxford Africa Conference 2021, que decorreu por videoconferência, numa promoção daquela universidade inglesa.

Convidado para falar da sobre a sétima arte, metas e desenvolvimento no continente africano, disse que é necessário que outros países africanos também se sintam “responsáveis e comprometidos” em promover os trabalhos de outros estados do continente, para que todos possam expandir-se, tal como Angola tem feito, através da sua plataforma de straming Tellas.

Para si, ainda há uma gritante falta de financiamento para produzir e difundir os trabalhos, pois a indústria cinematográfica é dispendiosa, mas em contra-partida gera rendimentos, daí que há necessidade de se construir um corredor que promova e internacionalize os conteúdos locais.

“Se nós africanos não nos financiamos, fica quase impossível pedir aos outros de fora para o fazer. Precisamos que os nossos países invistam para crescermos e darmos maior credibilidade ao nosso trabalho”, continuou.

Avançou que a maior parte dos conteúdos africanos é hoje contado por terceiros e pelos seus pontos de vista, por eles terem a capacidade financeira para fazer um filme ou documentário e muitas ocultam uma parte interessante da história.

Conforme o artista, o mundo quer ver a cultura africana, pelo que essa necessita de incentivos para avançar.

Sugeriu que a melhor forma de reverter a "visão negativa" que o mudo tem de África é financiando projectos culturais, como os da sétima arte, para que possam ser os nativos contar a própria história e com a sua narrativa.

A Oxford África Conference é o maior evento desta indústria com foco africano, realizado na Europa, nos últimos anos, e acontece no quadro do Dia do Continente, 25 de Maio.

Para além do Sílvio Nascimento “Wollo” foram igualmente convidados a bióloga Adjany Costa para o Painel Ambiental e o governador do Banco Nacional de Angola, José de Lima Massano, para a sessão Desenvolvimento Africano.