Antologia “Entre a Lua, o Caos e o Silêncio: a Flor” à disposição do público

Luanda - A antologia poética angolana “Entre a Lua, o Caos e o Silêncio: a Flor” foi colocada, esta quarta-feira, à disposição do público leitor.

Em 679 páginas, os autores contam nesta edição histórica um retrato sistemático, plural e rico do património literário angolano aos leitores de língua portuguesa no mundo.

A propósito, Irene Guerra Marques, uma das responsáveis pela publicação da antologia, defendeu que continua a fazer sentido ter na na Educação e a Cultura instrumentos importantes para o desenvolvimento de qualquer sociedade.

A obra organizada por Irene Guerra Marques e Carlos Ferreira divide-se em três partes: a primeira sobre a literatura oral oferece a transcrição literal dos poemas nas línguas nacionais, seguida de tradução acompanhada por notas explicativas que contextualizam cada poema.

A segunda secção, referente aos precursores, abarca nomes sonantes da poesia angolana, de Luís Félix a Jorge Rosa, levando o leitor a uma viagem do século XVII, assinalado pelos primeiros textos poéticos manuscritos, até ao século XIX.

Modernidade e Contemporaneidade é a última parte da antologia e nela irrompem os poetas dos séculos XX e XXI, contrastando, cada virar de página, manifestações artísticas distintas - as “continuidades e descontinuidades” a que o subtítulo dessa secção alude.

Além dos autores Irene Guerra Marques e Carlos Ferreira, participaram da obra literária 137 poetas, sob chancela da Mayamba Editora.

Em 679 páginas, os autores contam nesta edição histórica um retrato sistemático, plural e rico do património literário angolano aos leitores de língua portuguesa no mundo.

A propósito, Irene Guerra Marques, uma das responsáveis pela publicação da antologia, defendeu que continua a fazer sentido ter na na Educação e a Cultura instrumentos importantes para o desenvolvimento de qualquer sociedade.

A obra organizada por Irene Guerra Marques e Carlos Ferreira divide-se em três partes: a primeira sobre a literatura oral oferece a transcrição literal dos poemas nas línguas nacionais, seguida de tradução acompanhada por notas explicativas que contextualizam cada poema.

A segunda secção, referente aos precursores, abarca nomes sonantes da poesia angolana, de Luís Félix a Jorge Rosa, levando o leitor a uma viagem do século XVII, assinalado pelos primeiros textos poéticos manuscritos, até ao século XIX.

Modernidade e Contemporaneidade é a última parte da antologia e nela irrompem os poetas dos séculos XX e XXI, contrastando, cada virar de página, manifestações artísticas distintas - as “continuidades e descontinuidades” a que o subtítulo dessa secção alude.

Além dos autores Irene Guerra Marques e Carlos Ferreira, participaram da obra literária 137 poetas, sob chancela da Mayamba Editora.