Artista defende políticas mais inclusivas

  • Inauguração do novo espaço da Fundação Arte e Cultura, na Ilha de Luanda
Luanda - A artista plástica angolana Fineza Teta sugeriu nesta quinta-feira, em Luanda, que o Executivo trabalhe na criação de políticas mais inclusivas, para contrapor os efeitos da Covid-19. 

Em declarações à ANGOP, a propósito do 08 de Janeiro, Dia Nacional da Cultura, defendeu que as políticas sejam impulsionadas pelos empresários e pela banca, a fim de os projectos culturais decorrerem de forma mais regular. 

Lembrou que a pandemia mostrou que, a par dos músicos, os artistas plásticos também precisam se reinventar para se reerguerem da crise.

"Os músicos fazem as lives e continuam a actuar, também precisamos na nossa classe e nas outras de reinventar-se, a fim de continuarmos a criar", considerou.

Para si, embora a Covid-19 tenha levado vários artistas, há que se encontrar novas formas para resistir, porque a arte não deve morrer. 

Sobre as perspectivas do novo ano, disse que tudo depende da atitude de cada um, considerando que hoje há mais criatividade. 

Mostrou-se esperançosa que  2021 seja melhor, porque o novo ministro está a trabalhar para isso e carece da ajuda de todos os artistas.

Saudou a comemoração do Dia da Cultura Nacional com várias acções, como concertos, entrega de diplomas de mérito e honra aos promotores e destacadas personalidades da cultura e das artes.
 

Em declarações à ANGOP, a propósito do 08 de Janeiro, Dia Nacional da Cultura, defendeu que as políticas sejam impulsionadas pelos empresários e pela banca, a fim de os projectos culturais decorrerem de forma mais regular. 

Lembrou que a pandemia mostrou que, a par dos músicos, os artistas plásticos também precisam se reinventar para se reerguerem da crise.

"Os músicos fazem as lives e continuam a actuar, também precisamos na nossa classe e nas outras de reinventar-se, a fim de continuarmos a criar", considerou.

Para si, embora a Covid-19 tenha levado vários artistas, há que se encontrar novas formas para resistir, porque a arte não deve morrer. 

Sobre as perspectivas do novo ano, disse que tudo depende da atitude de cada um, considerando que hoje há mais criatividade. 

Mostrou-se esperançosa que  2021 seja melhor, porque o novo ministro está a trabalhar para isso e carece da ajuda de todos os artistas.

Saudou a comemoração do Dia da Cultura Nacional com várias acções, como concertos, entrega de diplomas de mérito e honra aos promotores e destacadas personalidades da cultura e das artes.