Artistas angolanas querem indústria criativa

  • Feira de artes e oficios da mulher
Lisboa (Da correspondente)- Artistas angolanas defenderam, nesta sexta-feira,    investimento em indústrias criativas, para a preservação e valorização da identidade nacional.

Durante uma conferência online promovida pelo sector Cultural da Embaixada de Angola em Portugal, sete artistas consideram ser necessário que se dê maior atenção à cultura angolana e à valorização da criatividade e do talento transformado em arte.

No encontro virtual, enquadrado nas comemorações alusivas ao Março Mulher, a artista plástica Fineza Teta salientou a importância da dinamização das indústrias criativas, para que a sociedade angolana consuma mais criação nacional.

A artista reconheceu a existência de muitos bons profissionais das diversas disciplinas artísticas, mas as dificuldades na produção e divulgação tornam mais difícil ao consumo das obras.

Já a realizadora de áudio visuais, Ciomara Morais, disse ser importante que se valorize e respeite mais o talento e o trabalho dos artistas no geral.

Por outro lado, referiu existir grande inter-ajuda entre os artistas dos Países de Língua Oficial Portuguesa.

A arquitecta Ângela Mingas fez uma abordagem histórica da arquitectura e do paisagismo nacional, bem como a necessidade de se prestar mais atenção aos aspectos urbanísticos de forma a terem características mais próximas à identidade cultural angolana.

Por sua vez, a estilista Carla Silva falou dos seus projectos, com destaque para a criação de 18 padrões de tecidos que têm a ver com as maravilhas e províncias de Angola.

O encontro contou, de igual modo, com a participação da realizadora de cinema Maria João Ganga, proprietária da Casa das Artes, que fez uma abordagem sobre o seu projecto para a juventude, artistas e público em geral.

Maria João Ganga fez referência às dificuldades por que passa aquele espaço lúdico tão importante, neste período  de pandemia.

O webinar, morador pelo adido cultural Luandino de Carvalho, contou com a  participação da designer Celeste Mampuya, que tem desenvolvido a sua criatividade a volta de técnicas de porcelana e outros materiais.

Já a artista plástica Erika Jâmece abordou a importância da investigação como fundamentais para a melhoria da criação artística.

Para comemorar o Março Mulher, o  Serviço Cultural da Embaixada de Angola inicia com esta vídeo-conferência uma série de três palestras da série "Arte Mulher".

Esta primeira versa as artes plásticas e audiovisuais, uma segunda com base em literatura no feminino e uma última com mulheres da música.       

Durante uma conferência online promovida pelo sector Cultural da Embaixada de Angola em Portugal, sete artistas consideram ser necessário que se dê maior atenção à cultura angolana e à valorização da criatividade e do talento transformado em arte.

No encontro virtual, enquadrado nas comemorações alusivas ao Março Mulher, a artista plástica Fineza Teta salientou a importância da dinamização das indústrias criativas, para que a sociedade angolana consuma mais criação nacional.

A artista reconheceu a existência de muitos bons profissionais das diversas disciplinas artísticas, mas as dificuldades na produção e divulgação tornam mais difícil ao consumo das obras.

Já a realizadora de áudio visuais, Ciomara Morais, disse ser importante que se valorize e respeite mais o talento e o trabalho dos artistas no geral.

Por outro lado, referiu existir grande inter-ajuda entre os artistas dos Países de Língua Oficial Portuguesa.

A arquitecta Ângela Mingas fez uma abordagem histórica da arquitectura e do paisagismo nacional, bem como a necessidade de se prestar mais atenção aos aspectos urbanísticos de forma a terem características mais próximas à identidade cultural angolana.

Por sua vez, a estilista Carla Silva falou dos seus projectos, com destaque para a criação de 18 padrões de tecidos que têm a ver com as maravilhas e províncias de Angola.

O encontro contou, de igual modo, com a participação da realizadora de cinema Maria João Ganga, proprietária da Casa das Artes, que fez uma abordagem sobre o seu projecto para a juventude, artistas e público em geral.

Maria João Ganga fez referência às dificuldades por que passa aquele espaço lúdico tão importante, neste período  de pandemia.

O webinar, morador pelo adido cultural Luandino de Carvalho, contou com a  participação da designer Celeste Mampuya, que tem desenvolvido a sua criatividade a volta de técnicas de porcelana e outros materiais.

Já a artista plástica Erika Jâmece abordou a importância da investigação como fundamentais para a melhoria da criação artística.

Para comemorar o Março Mulher, o  Serviço Cultural da Embaixada de Angola inicia com esta vídeo-conferência uma série de três palestras da série "Arte Mulher".

Esta primeira versa as artes plásticas e audiovisuais, uma segunda com base em literatura no feminino e uma última com mulheres da música.