Barco “Zaire” em avançado estado de degradação

  • Barco monumento "Zaire", na restinga do Lobito, província de Benguela
Lobito – O histórico barco-biblioteca "Zaire", fixado na ponta da Restinga do Lobito, província de Benguela, está em avançado estado de degradação, por falta de manutenção, há mais de cinco anos, constatou a ANGOP, esta terça-feira.

A ferrugem já atingiu mais de 90 porcento da estrutura metálica das principais partes do barco, do casco ao convés, da proa à popa e de bombordo a estibordo.

O salitre é o maior causador da degradação, devido a localização geográfica do barco, fixado numa rotunda, a poucos metros da baía de um lado, e do mar alto, do outro.

O barco "Zaire" foi utilizado no transporte do ex-Presidente José Eduardo dos Santos e mais seis companheiros, com destino ao Congo Léopoldville, actual Congo Democrático, para integrarem o Exército de Libertação de Angola (ELPA), antigo braço armado do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA).

Contactado pela ANGOP, o director do museu regional de Etnografia, João Luís, afirmou que a primeira medida foi retirar o acervo bibliográfico, assim como os três técnicos que lá trabalhavam e recolocá-los na instituição, que tem o barco sob sua responsabilidade.

Questionado sobre o processo de reabilitação do monumento, João Luís explicou que foram feitas imagens fotográficas e apresentadas à Administração Municipal, para tomar as medidas necessárias.

“Foram feitos contactos, tanto com o Governo Provincial, como alguns parceiros locais da administração, como a Lobinave. Até ao momento não recebemos uma proposta orçamental para a sua reabilitação”, realçou.

Fez questão de sublinhar que a pandemia da Covid-19 contribuiu negativamente para a indisponibilidade financeira para recuperação do barco.

Na altura em que funcionava, era muito visitado por amantes da leitura, estudantes e turistas estrangeiros, vindos de navios cruzeiros para a cidade do Lobito, cujo roteiro obrigatório contemplava o museu e a biblioteca.

Inaugurado no dia 15 de Novembro de 2000, o barco "Zaire" funcionou como biblioteca, até meados de Março de 2017, com cinco funcionárias, entre bibliotecárias e guias para os visitantes.

Daquela data até ao momento, encontra-se quase que abandonado, por falta de manutenção e outros cuidados.

A ferrugem já atingiu mais de 90 porcento da estrutura metálica das principais partes do barco, do casco ao convés, da proa à popa e de bombordo a estibordo.

O salitre é o maior causador da degradação, devido a localização geográfica do barco, fixado numa rotunda, a poucos metros da baía de um lado, e do mar alto, do outro.

O barco "Zaire" foi utilizado no transporte do ex-Presidente José Eduardo dos Santos e mais seis companheiros, com destino ao Congo Léopoldville, actual Congo Democrático, para integrarem o Exército de Libertação de Angola (ELPA), antigo braço armado do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA).

Contactado pela ANGOP, o director do museu regional de Etnografia, João Luís, afirmou que a primeira medida foi retirar o acervo bibliográfico, assim como os três técnicos que lá trabalhavam e recolocá-los na instituição, que tem o barco sob sua responsabilidade.

Questionado sobre o processo de reabilitação do monumento, João Luís explicou que foram feitas imagens fotográficas e apresentadas à Administração Municipal, para tomar as medidas necessárias.

“Foram feitos contactos, tanto com o Governo Provincial, como alguns parceiros locais da administração, como a Lobinave. Até ao momento não recebemos uma proposta orçamental para a sua reabilitação”, realçou.

Fez questão de sublinhar que a pandemia da Covid-19 contribuiu negativamente para a indisponibilidade financeira para recuperação do barco.

Na altura em que funcionava, era muito visitado por amantes da leitura, estudantes e turistas estrangeiros, vindos de navios cruzeiros para a cidade do Lobito, cujo roteiro obrigatório contemplava o museu e a biblioteca.

Inaugurado no dia 15 de Novembro de 2000, o barco "Zaire" funcionou como biblioteca, até meados de Março de 2017, com cinco funcionárias, entre bibliotecárias e guias para os visitantes.

Daquela data até ao momento, encontra-se quase que abandonado, por falta de manutenção e outros cuidados.