Magistério Kimamuenho incentiva diversidade cultural

Caxito – A exposição de pratos típicos e dança tradicional do país marcou a terceira edição da “globalização das expressões” realizada na Escola de Magistério Kimamuenho, em Caxito, província do Bengo.

Em declarações à ANGOP, o director da Escola do Magistério Kimamuenho, Arlindo João Paulo, explicou que a instituição trouxe alguns elementos fundamentais da valorização da cultura africana, que vão desde o traje, gastronomia e a forma de se relacionar enquanto cidadãos de uma determinada circunscrição do país.

Anualmente, a Escola do Magistério Kimamuenho Kimamuenho realiza actividade do gênero para demonstrar o aprendizado e incentivar os futuros professores que, doravante, vão lidar com crianças durante o exercício da actividade docente.

Esta intenção, adiantou, visa desenvolver nos alunos conhecimentos ligados a cultura africana e a necessidade de preservá-la como uma identidade e marca, igualmente, o encerramento do ciclo de formação dos alunos finalistas e pré-finalistas da Escola do Magistério Kimamuenho.

Numa composição de seis grupos (turmas) em representação das províncias do Bengo, Luanda, Uíge, Huambo, Lunda Norte e Moxico, os formandos apresentaram os conhecimentos ministrados durante as aulas ao longo do ano lectivo.

No final e pela forma de apresentação, a província do Moxico obteve a nota de 20 valores, Uíge e Lunda Norte (19), Bengo, Luanda e Huambo com (18) valores cada, respectivamente.

Arlindo Paulo avançou que esta avaliação visa, de certo modo, diminuir a visão ancestral que era resumida por via de uma prova escrita, numa sala de aula, sublinhando que a pedagogia moderna dá liberdade de encontrar alternativas metodológicas no sentido de ir se avaliando o conjunto de conhecimentos que os alunos aprenderam ao longo do ano lectivo.

O chefe do departamento da acção cultural do Gabinete Provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desporto, Orlando Congo, parabenizou a direcção da Escola do Magistério Kimamuenho pela iniciativa e desejou aos finalistas sucessos e maior empenho na materialização dos conhecimentos adquiridos.

Falta de professores

A instituição necessita de mais sete professores ligados ao ensino de metodologia de física, química e de instrução primária para corresponder as exigências da escola.

De acordo com Arlindo Paulo, essa necessidade visa colmatar a reavaliação feita pela instituição do perfil de cada um dos professores, à luz das disciplinas ou dos cursos ministrados.

Informou ter já contactado o Gabinete Provincial da Educação no sentido de reajustar esta realidade e fazer uma espécie de troca de alguns professores e no âmbito da realização do último concurso público de ingresso no sector da educação enquadrar especialistas nas disciplinas ministradas no Kimamuenho.

O Magistério Kimamuenho, com 18 salas de aulas, matriculou, no presente ano lectivo, 2.385 alunos da 10ª a 13ª classes, dos quais 75 finalistas do curso de instrução primária, distribuídos em dois turnos, cujas aulas são asseguradas por 85 professores.

 

Em declarações à ANGOP, o director da Escola do Magistério Kimamuenho, Arlindo João Paulo, explicou que a instituição trouxe alguns elementos fundamentais da valorização da cultura africana, que vão desde o traje, gastronomia e a forma de se relacionar enquanto cidadãos de uma determinada circunscrição do país.

Anualmente, a Escola do Magistério Kimamuenho Kimamuenho realiza actividade do gênero para demonstrar o aprendizado e incentivar os futuros professores que, doravante, vão lidar com crianças durante o exercício da actividade docente.

Esta intenção, adiantou, visa desenvolver nos alunos conhecimentos ligados a cultura africana e a necessidade de preservá-la como uma identidade e marca, igualmente, o encerramento do ciclo de formação dos alunos finalistas e pré-finalistas da Escola do Magistério Kimamuenho.

Numa composição de seis grupos (turmas) em representação das províncias do Bengo, Luanda, Uíge, Huambo, Lunda Norte e Moxico, os formandos apresentaram os conhecimentos ministrados durante as aulas ao longo do ano lectivo.

No final e pela forma de apresentação, a província do Moxico obteve a nota de 20 valores, Uíge e Lunda Norte (19), Bengo, Luanda e Huambo com (18) valores cada, respectivamente.

Arlindo Paulo avançou que esta avaliação visa, de certo modo, diminuir a visão ancestral que era resumida por via de uma prova escrita, numa sala de aula, sublinhando que a pedagogia moderna dá liberdade de encontrar alternativas metodológicas no sentido de ir se avaliando o conjunto de conhecimentos que os alunos aprenderam ao longo do ano lectivo.

O chefe do departamento da acção cultural do Gabinete Provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desporto, Orlando Congo, parabenizou a direcção da Escola do Magistério Kimamuenho pela iniciativa e desejou aos finalistas sucessos e maior empenho na materialização dos conhecimentos adquiridos.

Falta de professores

A instituição necessita de mais sete professores ligados ao ensino de metodologia de física, química e de instrução primária para corresponder as exigências da escola.

De acordo com Arlindo Paulo, essa necessidade visa colmatar a reavaliação feita pela instituição do perfil de cada um dos professores, à luz das disciplinas ou dos cursos ministrados.

Informou ter já contactado o Gabinete Provincial da Educação no sentido de reajustar esta realidade e fazer uma espécie de troca de alguns professores e no âmbito da realização do último concurso público de ingresso no sector da educação enquadrar especialistas nas disciplinas ministradas no Kimamuenho.

O Magistério Kimamuenho, com 18 salas de aulas, matriculou, no presente ano lectivo, 2.385 alunos da 10ª a 13ª classes, dos quais 75 finalistas do curso de instrução primária, distribuídos em dois turnos, cujas aulas são asseguradas por 85 professores.