Bens culturais devem trazer benefícios económicos

  • Ruinas da Antiga Sé Catedral Católica "Kulumbimbi"
Luanda - A directora do Instituto Nacional das Indústrias Criativas (INIC), Domingas Monte, advogou hoje, quinta-feira, a necessidade imperiosa de se ver os bens culturais, criativos e artísticos como bens que podem trazer benefícios económicos à sociedade.

A responsável do INIC defendeu essa posição à imprensa à margem do 1° Conselho Consultivo Alargado do Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente, que se realiza em Luanda.

Para Domingas Monte,  a materialização passa pela  sensibilização da população, bem como aliar a capacitação humana, dos recursos humanos com a modernização, criando um ambiente digital favorável, onde as indústrias culturais fluem naturalmente no país.

Falando sobre a criatividade no país, a directora disse ser importante salientar que a criação como motivo de estudo científico vai ter a sua segmentação na sociedade.

"Os angolanos são de uma criatividade enorme, agora temos que perceber que essa criatividade pode e deve gerar dinheiro, pode gerar lucro", explicou, adiantando que se deve  registar o produto criativo, de forma a criar rendimentos económicos. 

Falando sobre escassez da produção literária no país, apontou como motivo da fraca a falta de infra-estruturas vocacionadas para o efeito. 

"Há produção de livros no país, mais ainda não é suficiente, por isso estamos a trabalhar, de formas a que o livro chega ao consumidor final a um preço acessível", frisou, acrescentando que têm estado a trabalhar para que quem quiser possa fazer a publicação do seu livro no país, ou para que os livros importados cheguem com taxas aduaneiras baixas ou sejam isentadas.

O encontro, que decorre no Arquivo Nacional de Angola sob o lema "cultura, turismo e ambiente, bases para o desenvolvimento sustentável", estão  em discussão a "estratégia de implementação das indústrias culturais e criativas", "estratégia de desenvolvimento e promoção do turismo interno" , "o desafio da gestão de resíduos em Angola", entre outros.

A responsável do INIC defendeu essa posição à imprensa à margem do 1° Conselho Consultivo Alargado do Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente, que se realiza em Luanda.

Para Domingas Monte,  a materialização passa pela  sensibilização da população, bem como aliar a capacitação humana, dos recursos humanos com a modernização, criando um ambiente digital favorável, onde as indústrias culturais fluem naturalmente no país.

Falando sobre a criatividade no país, a directora disse ser importante salientar que a criação como motivo de estudo científico vai ter a sua segmentação na sociedade.

"Os angolanos são de uma criatividade enorme, agora temos que perceber que essa criatividade pode e deve gerar dinheiro, pode gerar lucro", explicou, adiantando que se deve  registar o produto criativo, de forma a criar rendimentos económicos. 

Falando sobre escassez da produção literária no país, apontou como motivo da fraca a falta de infra-estruturas vocacionadas para o efeito. 

"Há produção de livros no país, mais ainda não é suficiente, por isso estamos a trabalhar, de formas a que o livro chega ao consumidor final a um preço acessível", frisou, acrescentando que têm estado a trabalhar para que quem quiser possa fazer a publicação do seu livro no país, ou para que os livros importados cheguem com taxas aduaneiras baixas ou sejam isentadas.

O encontro, que decorre no Arquivo Nacional de Angola sob o lema "cultura, turismo e ambiente, bases para o desenvolvimento sustentável", estão  em discussão a "estratégia de implementação das indústrias culturais e criativas", "estratégia de desenvolvimento e promoção do turismo interno" , "o desafio da gestão de resíduos em Angola", entre outros.