Bié quer maior rentabilização com actividades culturais

  • Danças tradicionais
Cuito - O Gabinete Provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desportos do Bié tenciona tirar maior rentabilidade financeira com as actividades culturais, de forma a aumentar as receitas do Estado.

Em declarações hoje à Angop sobre o futuro do sector no pós covid-19, o director provincial, Nelson Calumbo Quintas, disse que o governo local tem um programa de formação e construção de novas infra-estruturas, que vai permitir angariar fundos com os impostos.

“Estamos a construir uma academia de música, que provavelmente arranca ainda este ano. Quando concluída, vai albergar vários actores culturais que pretendem desenvolver as suas artes e assim o Executivo angariar fundos com as taxas, bem como servir o próprio artista”, realçou.

Referiu que a dança, o teatro, a literatura, a música, as artes plásticas, são, dentre várias artes, que podem dar rentabilidade, através da realização de eventos músico-culturais.

"Quem quiser assistir um evento tem que pagar, para que o artista consiga angariar fundos financeiros que possibilite sobreviver e pagar impostos", disse.

Nelson Calumbo Quintas fez saber que depois do surgimento da pandemia do covid-19, os eventos culturais pararam, criando várias dificuldades aos actores.

O sector da Cultura no Bié controla mil e 280 actores, entre promotores de música, dança, literatura, teatro e artes plásticas.

Em declarações hoje à Angop sobre o futuro do sector no pós covid-19, o director provincial, Nelson Calumbo Quintas, disse que o governo local tem um programa de formação e construção de novas infra-estruturas, que vai permitir angariar fundos com os impostos.

“Estamos a construir uma academia de música, que provavelmente arranca ainda este ano. Quando concluída, vai albergar vários actores culturais que pretendem desenvolver as suas artes e assim o Executivo angariar fundos com as taxas, bem como servir o próprio artista”, realçou.

Referiu que a dança, o teatro, a literatura, a música, as artes plásticas, são, dentre várias artes, que podem dar rentabilidade, através da realização de eventos músico-culturais.

"Quem quiser assistir um evento tem que pagar, para que o artista consiga angariar fundos financeiros que possibilite sobreviver e pagar impostos", disse.

Nelson Calumbo Quintas fez saber que depois do surgimento da pandemia do covid-19, os eventos culturais pararam, criando várias dificuldades aos actores.

O sector da Cultura no Bié controla mil e 280 actores, entre promotores de música, dança, literatura, teatro e artes plásticas.