BJLA expande serviços ao interior do Cuanza Sul

  • Ze Ricardo, Jornalista E Escritor
Sumbe - A Brigada Jovem de Literatura de Angola (BJLA) está a expandir os seus serviços na província do Cuanza Sul, para incentivar a juventude à prática da leitura, escrita e arte, soube a ANGOP, esta quinta-feira.

Constituída em 2020, o núcleo provincial tem já representações em cinco dos doze municípios do Cuanza Sul, nomeadamente, Seles, Conda, Amboim, Quibala e Cela, prevendo-se para o dia 31 do corrente (sábado), a abertura na Quilenda.

Em declarações hoje à ANGOP, o delegado provincial da BJLA no Cuanza Sul, José Ricardo, disse que a reestruturação das políticas de incentivo à leitura e da promoção da literatura deve ser uma das prioridades do Estado, para se elevar o número de novos escritores e bons leitores em Angola.

O responsável adiantou que a abertura das representações municipais visa incentivar a publicação de novas obras literárias nacionais e locais, com o envolvimento da camada juvenil da região.

Reconheceu que a literatura vem ganhando notoriedade a nível da província, uma vez que aparecem cada vez mais jovens a escrever e muitos outros a publicar as suas obras literárias.

Com esse propósito, aventa a descoberta de jovens talentosos no domínio da escrita criativa e o aumento da criação literária juvenil nas comunidades.

Falta de bibliotecas

José Ricardo mostra-se preocupado por notar a inexistência de bibliotecas nas escolas, pelo que apela ao Governo a investir nesse sentido, com vista a emancipação intelectual dos cidadãos.

“Se não tivermos bibliotecas nas escolas e universidades, fica difícil incentivar as pessoas a ler, porque é a partir destes locais que devemos incutir aos jovens a importância da leitura”, disse o delegado da BJLA.

Segundo José Ricardo, um povo que lê, torna uma nação próspera, daí a necessidade das políticas governativas começarem a olhar para o livro como um instrumento de combate à fome, à pobreza e ao obscurantismo.

A BJLA no Cuanza Sul conta conta com 500 membros inscritos.

Constituída em 2020, o núcleo provincial tem já representações em cinco dos doze municípios do Cuanza Sul, nomeadamente, Seles, Conda, Amboim, Quibala e Cela, prevendo-se para o dia 31 do corrente (sábado), a abertura na Quilenda.

Em declarações hoje à ANGOP, o delegado provincial da BJLA no Cuanza Sul, José Ricardo, disse que a reestruturação das políticas de incentivo à leitura e da promoção da literatura deve ser uma das prioridades do Estado, para se elevar o número de novos escritores e bons leitores em Angola.

O responsável adiantou que a abertura das representações municipais visa incentivar a publicação de novas obras literárias nacionais e locais, com o envolvimento da camada juvenil da região.

Reconheceu que a literatura vem ganhando notoriedade a nível da província, uma vez que aparecem cada vez mais jovens a escrever e muitos outros a publicar as suas obras literárias.

Com esse propósito, aventa a descoberta de jovens talentosos no domínio da escrita criativa e o aumento da criação literária juvenil nas comunidades.

Falta de bibliotecas

José Ricardo mostra-se preocupado por notar a inexistência de bibliotecas nas escolas, pelo que apela ao Governo a investir nesse sentido, com vista a emancipação intelectual dos cidadãos.

“Se não tivermos bibliotecas nas escolas e universidades, fica difícil incentivar as pessoas a ler, porque é a partir destes locais que devemos incutir aos jovens a importância da leitura”, disse o delegado da BJLA.

Segundo José Ricardo, um povo que lê, torna uma nação próspera, daí a necessidade das políticas governativas começarem a olhar para o livro como um instrumento de combate à fome, à pobreza e ao obscurantismo.

A BJLA no Cuanza Sul conta conta com 500 membros inscritos.