Brilho do Carnaval Live mexe com o país

  • União Café de Angola (Arquivo)
Luanda – Mesmo sem público nas bancadas e limitados em termos de filões e tempo de exibição, os grupos carnavalescos da classe A transportaram, nesta terça-feira, no palco do Centro de Produção da TPA, o brilho, a alegria e o gingar das danças angolanas, para a satisfação dos espectadores das tvs.

Determinados a mostrar e provar em palco que à Covid-19 não seria factor impeditivo para se gingar na pista de dança,  e mesmo com pouco tempo de preparação, os foliões dos colectivos, num total de 20 por cada,  capricharam no compasso e remexeram com as sensibilidades de quem vive do Carnaval.

Sem constrangimentos, com música ao vivo, apesar de todos não conseguirem dançar dentro do limite posto no palco, as agremiações deixaram-se levar pelo entusiasmo de dançar o Carnaval,  procurando, cada um, à sua maneira, demonstrar a sua aptidão para o gingar das danças carnavalescas.

Apesar de dançarem para a conquista dos prémios monetários em disputa, com o primeiro a receber dois milhões de AKz, os grupos uniram-se, no entanto, numa missão conjunta: homenagear o comandante do União 10 de Dezembro, Pedro Vidal, falecido em Junho de 2020, vítima de doença.

Figura emblemática do Carnaval de Luanda, Pedro Vidal teve o condão de congregar as vontades carnavalescas, unindo os seus actores para uma rica homenagem como reconhecimento ao seu contributo nos 40 anos ligados ao Entrudo.

Com canções cujas mensagens deixaram no palco o peso e a importância desta figura no Carnaval de Luanda, os grupos mostraram e provaram, desta forma, ser nos momentos de angústia que a união faz a força.

Na esperança de retornarem, em 2022, ao seu habitual palco e figurino, as agremiações carnavalescas provaram em palco que mesmo perante diversas adversidades se pode dançar e festejar ao Carnaval.

Determinados a mostrar e provar em palco que à Covid-19 não seria factor impeditivo para se gingar na pista de dança,  e mesmo com pouco tempo de preparação, os foliões dos colectivos, num total de 20 por cada,  capricharam no compasso e remexeram com as sensibilidades de quem vive do Carnaval.

Sem constrangimentos, com música ao vivo, apesar de todos não conseguirem dançar dentro do limite posto no palco, as agremiações deixaram-se levar pelo entusiasmo de dançar o Carnaval,  procurando, cada um, à sua maneira, demonstrar a sua aptidão para o gingar das danças carnavalescas.

Apesar de dançarem para a conquista dos prémios monetários em disputa, com o primeiro a receber dois milhões de AKz, os grupos uniram-se, no entanto, numa missão conjunta: homenagear o comandante do União 10 de Dezembro, Pedro Vidal, falecido em Junho de 2020, vítima de doença.

Figura emblemática do Carnaval de Luanda, Pedro Vidal teve o condão de congregar as vontades carnavalescas, unindo os seus actores para uma rica homenagem como reconhecimento ao seu contributo nos 40 anos ligados ao Entrudo.

Com canções cujas mensagens deixaram no palco o peso e a importância desta figura no Carnaval de Luanda, os grupos mostraram e provaram, desta forma, ser nos momentos de angústia que a união faz a força.

Na esperança de retornarem, em 2022, ao seu habitual palco e figurino, as agremiações carnavalescas provaram em palco que mesmo perante diversas adversidades se pode dançar e festejar ao Carnaval.