Cultura em Cabinda luta pelo resgate das danças em extinção

  • Dança Tradicional de Cabinda
Cabinda - A Secretaria Provincial da Cultura em Cabinda está apostada na revitalização das danças folclóricas, segundo o responsável da Acção Cultural, José Maria Janson.

Trata-se das danças Nkuintchi, Matinuko, Libuli, Yombo, Liquembe, Senguele e Ntchientchi, extintos do folclore local, enquanto o Nyoyo, Dibondo, Lélica, Sunsa, Nzola e Matchatcha estão em vias de extinção. 

Actualmente,  a Mayeye, Matáfala, Kintuene, Nzoca, Baine, Maringa, Merengue são as danças que ainda são praticadas.

O projecto de resgate conta com a parceria da Associação dos Grupos Folclóricos de Cabinda, que necessitam de apoios do governo e das autoridades tradicionais para recuperar o património cultural.

Falando à margem do Dia Mundial da Dança, instituído a 29 de Abril de 1982 pela UNESCO, José Maria Janson referiu que a acção tem sido um desafio devido aos constrangimentos diversos.

Salientou que o processo  tem sofrido várias interrupções, sobretudo com o surgimento da pandemia da Covid-19.

A Secretaria da Cultura em Cabinda tem nos seus registos 54 grupos de danças tradicionais reconhecidos, mas apenas dos registos 40 estão em actividade.

"Os grupos não têm patrocínios e sustentam as actividades com custos próprios. As vezes dependem dos incentivos do Estado através da Secretaria Provincial da Cultura, facto que inviabiliza as exibições em público e a sua aparição se resume mais no âmbito da realização do Carnaval, actividades governamentais e algumas cerimónias e festas tradicionais como o Chicumbi (festa da puberdade)", reforçou.

 

Trata-se das danças Nkuintchi, Matinuko, Libuli, Yombo, Liquembe, Senguele e Ntchientchi, extintos do folclore local, enquanto o Nyoyo, Dibondo, Lélica, Sunsa, Nzola e Matchatcha estão em vias de extinção. 

Actualmente,  a Mayeye, Matáfala, Kintuene, Nzoca, Baine, Maringa, Merengue são as danças que ainda são praticadas.

O projecto de resgate conta com a parceria da Associação dos Grupos Folclóricos de Cabinda, que necessitam de apoios do governo e das autoridades tradicionais para recuperar o património cultural.

Falando à margem do Dia Mundial da Dança, instituído a 29 de Abril de 1982 pela UNESCO, José Maria Janson referiu que a acção tem sido um desafio devido aos constrangimentos diversos.

Salientou que o processo  tem sofrido várias interrupções, sobretudo com o surgimento da pandemia da Covid-19.

A Secretaria da Cultura em Cabinda tem nos seus registos 54 grupos de danças tradicionais reconhecidos, mas apenas dos registos 40 estão em actividade.

"Os grupos não têm patrocínios e sustentam as actividades com custos próprios. As vezes dependem dos incentivos do Estado através da Secretaria Provincial da Cultura, facto que inviabiliza as exibições em público e a sua aparição se resume mais no âmbito da realização do Carnaval, actividades governamentais e algumas cerimónias e festas tradicionais como o Chicumbi (festa da puberdade)", reforçou.