Exposição fotográfica retrata Carnaval de Benguela

  • Carnaval/2020 Desfile da Classe B
Lobito – Uma exposição fotográfica sobre o Carnaval de Benguela estará patente no mês de Março do corrente, no Estádio Nacional de Ombaka, para celebrar a edição 2021 desta festa popular.

Essa informação foi avançada à ANGOP pelo director provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desporto, Cristóvão Kajibanga, por ocasião do Dia da Cultura Nacional (8 de Janeiro), justificando a decisão com base nas medidas de biossegurança contra a pandemia da Covid-19.

“Não haverá desfile. Vamos pedir aos grupos fotografias, vestimentas e histórias de todo o seu percurso carnavalesco e passar a informação, principalmente aos mais novos que não tiveram a oportunidade de acompanhar”, explicou.

Ainda sobre as perspectivas para este ano, adiantou que a sua direcção vai retomar alguns programas do ano passado, como a reabilitação do Museu de Arqueologia, cuja proposta já foi aprovada, estando a faltar apenas o financiamento, utilizado para colmatar despesas da Covid-19.

Outro programa tem a ver com as pesquisas de antropologia e arqueologia, condicionadas pela mobilidade dos técnicos, acautelando os maiores informantes que são os mais velhos, em idade de risco.

Em jeito de balanço, Cristóvão Kajibanga afirmou que houve muitos prejuízos no sector turístico devido a falta de movimento das pessoas e consequentemente a redução drástica de hóspedes nos hotéis.

Lamentou também o “fardo” oneroso para os clubes, tendo em conta as despesas com os testes cada vez que eles se deslocam para competir noutras localidades.

Quanto aos artistas, as várias disciplinas foram, igualmente, bastante prejudicadas pela pandemia, tanto por falta de público para assistir os shows, como compradores de produtos, no caso dos pintores e artesãos.

Afirmou, no entanto, que apesar das restrições impostas pela pandemia, as actividades não pararam.

“Os pintores continuaram a produzir os seus quadros, os músicos continuaram a produzir os seus trabalhos, gravando em casa ou a exibir os seus shows através de Lives nas cadeias televisivas”, afirmou o director.

Sobre o apoio institucional, disse que a Cultura sempre esteve aberta no que toca ao registo das obras dos artistas, estabelecendo  ponte com o Serviço Nacional de Direitos do Autor e Conexos ou o seu encaminhamento para a União dos Artistas e Compositores (UNAC).

Cristóvão Kajibanga criticou alguns criadores, principalmente músicos, que dispensam o promotor de espectáculos para ser eles próprios a realizarem os eventos, cobrando os bilhetes ou ficando na porta e depois ir para o palco para cantar.

O director provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desporto manifestou a sua esperança para que, em 2021  a pandemia seja progressivamente eliminada com a introdução das vacinas anunciadas.

“Se Deus permitir, vamos fazer uma grande Kizomba no dia 11 de Novembro, quando celebrarmos os 46 anos de independência, já que não conseguimos realizar em 2020”, exclamou o director.

Essa informação foi avançada à ANGOP pelo director provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desporto, Cristóvão Kajibanga, por ocasião do Dia da Cultura Nacional (8 de Janeiro), justificando a decisão com base nas medidas de biossegurança contra a pandemia da Covid-19.

“Não haverá desfile. Vamos pedir aos grupos fotografias, vestimentas e histórias de todo o seu percurso carnavalesco e passar a informação, principalmente aos mais novos que não tiveram a oportunidade de acompanhar”, explicou.

Ainda sobre as perspectivas para este ano, adiantou que a sua direcção vai retomar alguns programas do ano passado, como a reabilitação do Museu de Arqueologia, cuja proposta já foi aprovada, estando a faltar apenas o financiamento, utilizado para colmatar despesas da Covid-19.

Outro programa tem a ver com as pesquisas de antropologia e arqueologia, condicionadas pela mobilidade dos técnicos, acautelando os maiores informantes que são os mais velhos, em idade de risco.

Em jeito de balanço, Cristóvão Kajibanga afirmou que houve muitos prejuízos no sector turístico devido a falta de movimento das pessoas e consequentemente a redução drástica de hóspedes nos hotéis.

Lamentou também o “fardo” oneroso para os clubes, tendo em conta as despesas com os testes cada vez que eles se deslocam para competir noutras localidades.

Quanto aos artistas, as várias disciplinas foram, igualmente, bastante prejudicadas pela pandemia, tanto por falta de público para assistir os shows, como compradores de produtos, no caso dos pintores e artesãos.

Afirmou, no entanto, que apesar das restrições impostas pela pandemia, as actividades não pararam.

“Os pintores continuaram a produzir os seus quadros, os músicos continuaram a produzir os seus trabalhos, gravando em casa ou a exibir os seus shows através de Lives nas cadeias televisivas”, afirmou o director.

Sobre o apoio institucional, disse que a Cultura sempre esteve aberta no que toca ao registo das obras dos artistas, estabelecendo  ponte com o Serviço Nacional de Direitos do Autor e Conexos ou o seu encaminhamento para a União dos Artistas e Compositores (UNAC).

Cristóvão Kajibanga criticou alguns criadores, principalmente músicos, que dispensam o promotor de espectáculos para ser eles próprios a realizarem os eventos, cobrando os bilhetes ou ficando na porta e depois ir para o palco para cantar.

O director provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desporto manifestou a sua esperança para que, em 2021  a pandemia seja progressivamente eliminada com a introdução das vacinas anunciadas.

“Se Deus permitir, vamos fazer uma grande Kizomba no dia 11 de Novembro, quando celebrarmos os 46 anos de independência, já que não conseguimos realizar em 2020”, exclamou o director.