CDCA leva “Lugares InCORPOrados”  na UEA

  • Um bailarino da companhia de dança contemporânea em Luanda
Luanda – A Companhia de Dança Contemporânea de Angola (CDCA), em parceria com a Associação Kalu, expõe, de 17 de Junho a 16 de Julho, na União dos Escritores Angolanos (UEA), o projecto “Lugares InCORPOrados”.

Com a consultoria da arquitecta Isabel Martins, o projecto é constituído pela edição de um livro e pela apresentação de uma exposição com fotografias de Rui Tavares.

O projecto inclui 16 fotografias de bailarinos de 4 gerações em conjunto com 16 edifícios e lugares da cidade de Luanda, evocando a multiplicidade de laços sociais e afectivos que se estabelecem entre as pessoas e os lugares que habitam.

As fotografias dão relevo a um património de importância fundamental para a caracterização, história e memórias da cidade capital de Angola, numa abordagem às afinidades entre a dança e a arquitectura, enquanto linguagens que espelham, na sua tridimensionalidade, as relações entre o corpo, o movimento e o espaço.

Investindo num olhar que privilegia o estético e o artístico, o projecto visa alertar e participar na sensibilização da sociedade para o risco que corre parte fundamental deste património edificado, na esperança de que possa ser resgatado, recuperado e devolvido à sociedade luandense.

A exposição é itinerante e está presente desde Abril, ficando até Dezembro em 9 espaços da cidade de Luanda.

Fundada em 1991, pela coreógrafa Ana Clara Guerra Marques, a CDCA edificou, através de um percurso de inovação e singularidade, uma história exclusiva que faz dela um colectivo histórico e único, num contexto artístico que permanece frágil, conservador e fortemente cunhado pelas danças patrimoniais e recreativas urbanas e pela ausência de um movimento de criação de autor, no plano da dança.

A completar 30 anos de existência, adiantou, a CDC Angola procura a internacionalização como forma de validação do seu trabalho.

Além das apresentações no país, a CDCAngola partilhou já os seus espectáculos com 17 países e 37 cidades, em África, América, Europa e Ásia.

A companhia, à qual se deve a grande transformação do panorama da dança em Angola, possui um historial de centenas de espectáculos apresentados em Angola e no exterior, com cerca dezenas de obras originais, sendo hoje a referência da dança cénica angolana no mundo.

A CDCA ocupa um lugar privilegiado na história de Angola, ao ter semeado o “novo” no vasto terreno da dança onde continua a desenvolver um trabalho artístico único e original.

Com a consultoria da arquitecta Isabel Martins, o projecto é constituído pela edição de um livro e pela apresentação de uma exposição com fotografias de Rui Tavares.

O projecto inclui 16 fotografias de bailarinos de 4 gerações em conjunto com 16 edifícios e lugares da cidade de Luanda, evocando a multiplicidade de laços sociais e afectivos que se estabelecem entre as pessoas e os lugares que habitam.

As fotografias dão relevo a um património de importância fundamental para a caracterização, história e memórias da cidade capital de Angola, numa abordagem às afinidades entre a dança e a arquitectura, enquanto linguagens que espelham, na sua tridimensionalidade, as relações entre o corpo, o movimento e o espaço.

Investindo num olhar que privilegia o estético e o artístico, o projecto visa alertar e participar na sensibilização da sociedade para o risco que corre parte fundamental deste património edificado, na esperança de que possa ser resgatado, recuperado e devolvido à sociedade luandense.

A exposição é itinerante e está presente desde Abril, ficando até Dezembro em 9 espaços da cidade de Luanda.

Fundada em 1991, pela coreógrafa Ana Clara Guerra Marques, a CDCA edificou, através de um percurso de inovação e singularidade, uma história exclusiva que faz dela um colectivo histórico e único, num contexto artístico que permanece frágil, conservador e fortemente cunhado pelas danças patrimoniais e recreativas urbanas e pela ausência de um movimento de criação de autor, no plano da dança.

A completar 30 anos de existência, adiantou, a CDC Angola procura a internacionalização como forma de validação do seu trabalho.

Além das apresentações no país, a CDCAngola partilhou já os seus espectáculos com 17 países e 37 cidades, em África, América, Europa e Ásia.

A companhia, à qual se deve a grande transformação do panorama da dança em Angola, possui um historial de centenas de espectáculos apresentados em Angola e no exterior, com cerca dezenas de obras originais, sendo hoje a referência da dança cénica angolana no mundo.

A CDCA ocupa um lugar privilegiado na história de Angola, ao ter semeado o “novo” no vasto terreno da dança onde continua a desenvolver um trabalho artístico único e original.