Circuito Internacional de Teatro com 14 grupos em Benguela

  • Teatro musical "Galáxia”
Catumbela – Catorze peças de teatro, encenadas por grupos de seis províncias de Angola, preenchem a 6ª edição do Circuito Internacional de Teatro (CIT), que decorre na cidade de Benguela.

A edição deste ano, a primeira em formato itinerante fora de Luanda, estende-se até 29 de Agosto, no cinema Monumental Teatro, em Benguela, prosseguindo em outros palcos da capital do país, durante o mês de Setembro.

Em homenagem à Casa das Artes, em Luanda,  e em reconhecimento ao trabalho da sua mentora, a encenadora, actriz e cineasta angolana Maria João Ganga, o CIT já exibiu, em Benguela, os espectáculos “Casados e cansados”, do Enigma Teatro, e “Tchirima”, numa criação do Núcleo Monumental.

Seguem-se, este fim-de-semana, “Caça ao caçador”, peça encenada pelo grupo anfitrião Paulo Teixeira Jorge, a “Genética”, do Nova Lua do Cuanza Sul, e “Sexo ausente”, obra do Everest Teatro de Benguela.

Ainda em palco, nos dias 13, 14 e 15 de Agosto, estarão em cena as obras “Armário e cama”, do Bismas, “Lágrimas de uma cela”, do Projecto SOS do Huambo, “”Adeus a hora da largada”, um poema de António Agostinho Neto, primeiro presidente de Angola, encenado pelo Horizonte de Artes do Lobito.

O Núcleo de Artes do Cuando Cubango exibirá, no dia 20 de Agosto, “Estrelas ao Palco”, seguindo-se nos dois dias seguintes as peças “A gravidez do meu pai”, pelo grupo Olombangui, da província do Bié, e “A sombra do corno”, do Tweya de Benguela.

Na cidade de Benguela, o público poderá, também, assistir às peças “O Diário da República”, numa encenação do colectivo 5 de Junho, da Catumbela, “Dipanda”, do grupo Catjud do Namibe, e “A Lei”, do grémio de Artes Ombaka.

Em declarações hoje à Angop, o actor António Manuel Praia, porta-voz do CIT em Benguela, destacou a inclusão da província no programa da sexta edição do maior evento do teatro em Angola e, por sinal, o segundo do mundo, depois do Festival de Avignon, em França.  

Daí olhar para a realização do CIT em Benguela como uma medida que irá melhorar e impulsionar o trabalho dos grupos na massificação do teatro na província.

“As primeiras cinco edições foram realizadas em Luanda. Mas como Benguela é o segundo palco do teatro a nível nacional, aceitamos o desafio de acolher o CIT”, frisou António Manuel Praia, convidando o público a assistir à grande diversidade teatral do país.

Este ano, a organização do CIT atribui um certificado de mérito ao Twayovoka, um grupo de Benguela criado em 1999. Foi o primeiro colectivo de teatro a ser legalizado no país e o único, fora de Luanda, a exibir peças com forte pendor social para a educação comunitária.

A edição deste ano, a primeira em formato itinerante fora de Luanda, estende-se até 29 de Agosto, no cinema Monumental Teatro, em Benguela, prosseguindo em outros palcos da capital do país, durante o mês de Setembro.

Em homenagem à Casa das Artes, em Luanda,  e em reconhecimento ao trabalho da sua mentora, a encenadora, actriz e cineasta angolana Maria João Ganga, o CIT já exibiu, em Benguela, os espectáculos “Casados e cansados”, do Enigma Teatro, e “Tchirima”, numa criação do Núcleo Monumental.

Seguem-se, este fim-de-semana, “Caça ao caçador”, peça encenada pelo grupo anfitrião Paulo Teixeira Jorge, a “Genética”, do Nova Lua do Cuanza Sul, e “Sexo ausente”, obra do Everest Teatro de Benguela.

Ainda em palco, nos dias 13, 14 e 15 de Agosto, estarão em cena as obras “Armário e cama”, do Bismas, “Lágrimas de uma cela”, do Projecto SOS do Huambo, “”Adeus a hora da largada”, um poema de António Agostinho Neto, primeiro presidente de Angola, encenado pelo Horizonte de Artes do Lobito.

O Núcleo de Artes do Cuando Cubango exibirá, no dia 20 de Agosto, “Estrelas ao Palco”, seguindo-se nos dois dias seguintes as peças “A gravidez do meu pai”, pelo grupo Olombangui, da província do Bié, e “A sombra do corno”, do Tweya de Benguela.

Na cidade de Benguela, o público poderá, também, assistir às peças “O Diário da República”, numa encenação do colectivo 5 de Junho, da Catumbela, “Dipanda”, do grupo Catjud do Namibe, e “A Lei”, do grémio de Artes Ombaka.

Em declarações hoje à Angop, o actor António Manuel Praia, porta-voz do CIT em Benguela, destacou a inclusão da província no programa da sexta edição do maior evento do teatro em Angola e, por sinal, o segundo do mundo, depois do Festival de Avignon, em França.  

Daí olhar para a realização do CIT em Benguela como uma medida que irá melhorar e impulsionar o trabalho dos grupos na massificação do teatro na província.

“As primeiras cinco edições foram realizadas em Luanda. Mas como Benguela é o segundo palco do teatro a nível nacional, aceitamos o desafio de acolher o CIT”, frisou António Manuel Praia, convidando o público a assistir à grande diversidade teatral do país.

Este ano, a organização do CIT atribui um certificado de mérito ao Twayovoka, um grupo de Benguela criado em 1999. Foi o primeiro colectivo de teatro a ser legalizado no país e o único, fora de Luanda, a exibir peças com forte pendor social para a educação comunitária.