Contos de histórias infantis marcam homenagem a Cremilda Lima 

  • Escritora Cremilda de Lima
Luanda –  Declamação de poesia, contos e canto marcaram a homenagem a escritora Cremilda de Lima, nesta quinta-feira, na União dos Escritores Angolanos (UEA), em Luanda. 

Numa promoção da Brigada Jovem de Literatura de Angola (BJLA), actuaram os escritores Universo Mavango, Marta Santos e Aurio Quicunga, coro da igreja Tocoísta, o trovador Adão Miny, a professora Soraya Mendes e a jornalista cultural Aminata Goubel.  

Os presentes ouviram histórias escritas por Cremilda de Lima e outros escritores angolanos, demonstrando a riqueza literária infantil existente em Angola. 

Em declarações à ANGOP, Cremilda de Lima  considerou ser um grande privilégio a homenagem que lhe foi feita pela BJLA. 

“Estou muito reconhecida e lisonjeada por conhecerem o meu percurso literário”, asseverou.  

O presidente da BJLA, Carlos Pedro, fez saber que a homenagem a Cremilda de Lima foi necessária porque teve uma vida dedicada à literatura infantil. 

“Em Angola temos um défice de escritores que escrevem literatura para crianças e, naturalmente, se pretendermos que haja hábito de leitura para crianças é preciso que os escritores escrevam para elas”, conta.  

Quem também prestigiou o evento foi o embaixador da Venezuela em Angola, Marlon José Labrador, que aproveitou a oportunidade para declamar dois poemas, um dos quais da sua autoria.  

Maria Cremilda Martins Fernandes Alves de Lima nasceu em Luanda em 25 de Março de 1940.   

Fez o Curso do Magistério Primário na 1ª Escola que abriu em Angola para a formação de professores, em 1962/1963 no Bié e 1963/1964, em Luanda.   

É professora do 1º Ciclo desde 1964, tendo iniciou a sua carreira em Malanje.   

Em 1977, integrou o grupo de trabalho do Ministério da Educação de Angola para elaborar a Reforma Educativa e respectivos manuais escolares onde trabalhou até 1991, altura em que ingressou no quadro da Escola Portuguesa de Luanda.  

Em 1980, concluiu o Curso Geral de Língua Francesa no Instituto Nacional de Línguas, em Luanda, sendo que em 1984, tornou-e mmbro da UEA (União dos Escritores Angolanos).  

Em 1987, concluiu o Curso de Formação Científico-Pedagógica na Escola Superior de Educação de Setúbal e o Curso de Língua e Cultura Portuguesa na Faculdade de Letras em Lisboa (Portugal).  

Em 1989, promove um seminário de Literatura Infantil na Embaixada da Suécia, seguido da participação no Simpósio sobre Cultura Nacional.  

Em 1992/1993, concluiu o Curso de Pedagogia no ISCED (Instituto Superior de Ciências da Educação) em Luanda.  

Em 2000, tornou-se membro da Associação Cultural e Recreativa Chá de Caxinde e em 2005, integra a Comissão para a Redação da História da Literatura Angolana.  

Em 2003, obteve a Licenciatura na Escola Superior de Educação de Leiria (Portugal).   

Duas vezes nomeada para o Prémio Internacional Astrid Lindgren (2008 -2009), instituído pelo Governo Sueco para honrar a memória de Astrid Lindgren e fomentar a Literatura Infantil e Juvenil no mundo.  

Alguns dos seus livros foram traduzidos para outras línguas, como Kimbundu, língua nacional, servo-croata e castelhano.  

Por exemplo, a obra “A kianda e o barquinho de Fuxi” foi traduzida para Kimbundu.  

Após 41 anos de existência, a Brigada Jovem da Literatura de Angola (BJLA), foi oficialmente registada e publicada em Diário da República  no dia 30 de Março deste ano. 

Numa promoção da Brigada Jovem de Literatura de Angola (BJLA), actuaram os escritores Universo Mavango, Marta Santos e Aurio Quicunga, coro da igreja Tocoísta, o trovador Adão Miny, a professora Soraya Mendes e a jornalista cultural Aminata Goubel.  

Os presentes ouviram histórias escritas por Cremilda de Lima e outros escritores angolanos, demonstrando a riqueza literária infantil existente em Angola. 

Em declarações à ANGOP, Cremilda de Lima  considerou ser um grande privilégio a homenagem que lhe foi feita pela BJLA. 

“Estou muito reconhecida e lisonjeada por conhecerem o meu percurso literário”, asseverou.  

O presidente da BJLA, Carlos Pedro, fez saber que a homenagem a Cremilda de Lima foi necessária porque teve uma vida dedicada à literatura infantil. 

“Em Angola temos um défice de escritores que escrevem literatura para crianças e, naturalmente, se pretendermos que haja hábito de leitura para crianças é preciso que os escritores escrevam para elas”, conta.  

Quem também prestigiou o evento foi o embaixador da Venezuela em Angola, Marlon José Labrador, que aproveitou a oportunidade para declamar dois poemas, um dos quais da sua autoria.  

Maria Cremilda Martins Fernandes Alves de Lima nasceu em Luanda em 25 de Março de 1940.   

Fez o Curso do Magistério Primário na 1ª Escola que abriu em Angola para a formação de professores, em 1962/1963 no Bié e 1963/1964, em Luanda.   

É professora do 1º Ciclo desde 1964, tendo iniciou a sua carreira em Malanje.   

Em 1977, integrou o grupo de trabalho do Ministério da Educação de Angola para elaborar a Reforma Educativa e respectivos manuais escolares onde trabalhou até 1991, altura em que ingressou no quadro da Escola Portuguesa de Luanda.  

Em 1980, concluiu o Curso Geral de Língua Francesa no Instituto Nacional de Línguas, em Luanda, sendo que em 1984, tornou-e mmbro da UEA (União dos Escritores Angolanos).  

Em 1987, concluiu o Curso de Formação Científico-Pedagógica na Escola Superior de Educação de Setúbal e o Curso de Língua e Cultura Portuguesa na Faculdade de Letras em Lisboa (Portugal).  

Em 1989, promove um seminário de Literatura Infantil na Embaixada da Suécia, seguido da participação no Simpósio sobre Cultura Nacional.  

Em 1992/1993, concluiu o Curso de Pedagogia no ISCED (Instituto Superior de Ciências da Educação) em Luanda.  

Em 2000, tornou-se membro da Associação Cultural e Recreativa Chá de Caxinde e em 2005, integra a Comissão para a Redação da História da Literatura Angolana.  

Em 2003, obteve a Licenciatura na Escola Superior de Educação de Leiria (Portugal).   

Duas vezes nomeada para o Prémio Internacional Astrid Lindgren (2008 -2009), instituído pelo Governo Sueco para honrar a memória de Astrid Lindgren e fomentar a Literatura Infantil e Juvenil no mundo.  

Alguns dos seus livros foram traduzidos para outras línguas, como Kimbundu, língua nacional, servo-croata e castelhano.  

Por exemplo, a obra “A kianda e o barquinho de Fuxi” foi traduzida para Kimbundu.  

Após 41 anos de existência, a Brigada Jovem da Literatura de Angola (BJLA), foi oficialmente registada e publicada em Diário da República  no dia 30 de Março deste ano.