Cremilda de Lima defende reedição de clássicos de literatura infantil

  • Escritora Cremilda de Lima
Luanda - A escritora angolana Maria Cremilda de Lima defendeu, este sábado, em Luanda, um investimento forte das autoridades angolanas na reedição de livros clássicos de literatura infantil.

Ao intervir no 1ª Encontro Literário-Cultural, Internacional e Multidisciplinar "ELCIM", a autora disse que o país dispõe de muitos autores clássicos que publicaram obras de grande valia técnica, que merecem ser reeditadas.

"Nós não precisamos de editar livros novos", afirmou a autora de "A Mucua que Baloiçava ao Vento" e "Tambarino Dourado".

Para Cremilda de Lima, não se justifica que hoje, ao contrário do que acontece em outras partes do mundo, autores como Dario de Melo e Gabriela Antunes não tenham as suas obras reeditadas.

A par de Cremilda de Lima, Maria Eugénia Neto, Otaviano Correia e Maria Celestina Fernandes, Dario de Melo e Gabriel Antunes constam entre os principais clássicos da literatura infantil angolana.

Durante a sua comunicação, feita via zoo, Cremilda de Lima disse, por outro lado, que o que se publica em Angola em termos de literatura, sobretudo infantil, ainda está longe de corresponder às necessidades.

Por sua vez, a escritora Marta Santos disse existirem "muitos e bons escritores", fundamentalmente da nova geração, mas que as políticas devem sair do papel para a prática.

Segundo Maria Santos, existe uma inércia na literatura nacional, faltam incentivos, apoios, fundamentalmente financeiros e institucional, mais, por outro lado, tem aparecido escritores, principalmente nessa fase de confinamento, com textos e livros agradáveis.

Já a escritora Rossana da Piedade, defende que as escolas devem trabalhar mais com os escritores, já que têm muito a oferecer aos estudantes, desde transmitir, de forma pedagógica e sintética, as vantagens de ler uma obra literária.

"Os escritores podem dar palestras nas escolas do ensino geral e universitário, para que o aluno saiba a importância de ler um livro", disse, acrescentando ser necessário criar políticas que facilitem o acesso dos artistas nas instituições de ensino.

A 1ª edição do ELCIM vai decorrer de 25 a 30 de Setembro, com o objectivo de dar visibilidade à criação artístico e cultural das mulheres menos conhecidas, nacionais e internacionais, nas áreas da poesia, música, artes plásticas/escultura, teatro, cinema/documentário, gastronomia e exposição de artes típicas de Angola.

Ao intervir no 1ª Encontro Literário-Cultural, Internacional e Multidisciplinar "ELCIM", a autora disse que o país dispõe de muitos autores clássicos que publicaram obras de grande valia técnica, que merecem ser reeditadas.

"Nós não precisamos de editar livros novos", afirmou a autora de "A Mucua que Baloiçava ao Vento" e "Tambarino Dourado".

Para Cremilda de Lima, não se justifica que hoje, ao contrário do que acontece em outras partes do mundo, autores como Dario de Melo e Gabriela Antunes não tenham as suas obras reeditadas.

A par de Cremilda de Lima, Maria Eugénia Neto, Otaviano Correia e Maria Celestina Fernandes, Dario de Melo e Gabriel Antunes constam entre os principais clássicos da literatura infantil angolana.

Durante a sua comunicação, feita via zoo, Cremilda de Lima disse, por outro lado, que o que se publica em Angola em termos de literatura, sobretudo infantil, ainda está longe de corresponder às necessidades.

Por sua vez, a escritora Marta Santos disse existirem "muitos e bons escritores", fundamentalmente da nova geração, mas que as políticas devem sair do papel para a prática.

Segundo Maria Santos, existe uma inércia na literatura nacional, faltam incentivos, apoios, fundamentalmente financeiros e institucional, mais, por outro lado, tem aparecido escritores, principalmente nessa fase de confinamento, com textos e livros agradáveis.

Já a escritora Rossana da Piedade, defende que as escolas devem trabalhar mais com os escritores, já que têm muito a oferecer aos estudantes, desde transmitir, de forma pedagógica e sintética, as vantagens de ler uma obra literária.

"Os escritores podem dar palestras nas escolas do ensino geral e universitário, para que o aluno saiba a importância de ler um livro", disse, acrescentando ser necessário criar políticas que facilitem o acesso dos artistas nas instituições de ensino.

A 1ª edição do ELCIM vai decorrer de 25 a 30 de Setembro, com o objectivo de dar visibilidade à criação artístico e cultural das mulheres menos conhecidas, nacionais e internacionais, nas áreas da poesia, música, artes plásticas/escultura, teatro, cinema/documentário, gastronomia e exposição de artes típicas de Angola.