Criador angolano apela a apoios para a sétima arte

  • Filme "E se as mulheres fossem unidas"
Luanda - O realizador angolano Henrique Costa Júnior exortou, nesta quinta-feira, ao empresariado nacional a apostarem mais na sétima arte, como forma de incentivar o aumento da produção cinematográfica nacional.

Em declarações à ANGOP à margem da sessão de antestreia do filme "E se as Mulheres Fossem Unidas", Henrique Costa Júnior disse que o país conta com um elenco de criadores de enorme talento com produções com baixo orçamento, mais que têm merecido o elogio da crítica cinematográfica.

Sobre o filme "E se as Mulheres Fossem Unidas", salientou que a produção, orçado em 5 milhões de kwanzas,  só agora é lançado devido a percalços na finalização, concretamente a perda de imagens.

Com um elenco jovem, o filme aborda a poligamia de forma satírica, um fenómeno se propagado na sociedade angolana.

Sobre o momento actual do cinema, o realizador defendeu que atravessa uma má fase, pelo pouco investimento, destacando, no entanto, a existência no país de actores que começam a dar mostra do talento além-fronteiras.

Por sua vez, José Inácio "Imperador", actor principal do filme, salientou que a obra mostra o quotidiano angolano marcado, entre outros aspectos, pela poligamia, mais que a sociedade tenta esconder, mais que deve ser combatida.

Apelou também a se fazer mais pela sétima arte, por existir muito talento.

" Com mais investimento o cinema angolano vai crescer cada vez mais", explicou.

"E se as Mulheres Fossem Unidas", com estreia em todas as salas de cinema Cinemax do país marcado para o dia 30 do corrente mês, é uma obra satírica em torno do adultério e da cumplicidade entre mulheres, questões debatidas na sociedade angolana.

Em declarações à ANGOP à margem da sessão de antestreia do filme "E se as Mulheres Fossem Unidas", Henrique Costa Júnior disse que o país conta com um elenco de criadores de enorme talento com produções com baixo orçamento, mais que têm merecido o elogio da crítica cinematográfica.

Sobre o filme "E se as Mulheres Fossem Unidas", salientou que a produção, orçado em 5 milhões de kwanzas,  só agora é lançado devido a percalços na finalização, concretamente a perda de imagens.

Com um elenco jovem, o filme aborda a poligamia de forma satírica, um fenómeno se propagado na sociedade angolana.

Sobre o momento actual do cinema, o realizador defendeu que atravessa uma má fase, pelo pouco investimento, destacando, no entanto, a existência no país de actores que começam a dar mostra do talento além-fronteiras.

Por sua vez, José Inácio "Imperador", actor principal do filme, salientou que a obra mostra o quotidiano angolano marcado, entre outros aspectos, pela poligamia, mais que a sociedade tenta esconder, mais que deve ser combatida.

Apelou também a se fazer mais pela sétima arte, por existir muito talento.

" Com mais investimento o cinema angolano vai crescer cada vez mais", explicou.

"E se as Mulheres Fossem Unidas", com estreia em todas as salas de cinema Cinemax do país marcado para o dia 30 do corrente mês, é uma obra satírica em torno do adultério e da cumplicidade entre mulheres, questões debatidas na sociedade angolana.