Crianças aprendem dikanza na Fundação Arte e Cultura

  • Bonga utilizando a dikanza
Luanda- Vinte crianças dos seis aos 17 anos aprenderam a tocar a dikanza, instrumento de percursão típico angolano da região ambundu, no quadro de um projecto da Fundação Arte e Cultura.

Com o apoio do Gabinete  Provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desporto, o projecto visa valorizar e massificar o ensino da dikanza nos menores, para que o instrumento continue a ser tocado, no âmbito do projecto “Tuxike odikanza”.

Segundo a directora-geral da instituição, Naama Margalit, o centro fez uma parceria para que a dikanza fosse ensinada às crianças e a outros interessados em aprender este instrumento de forma gratuita, incluindo os turistas que visitam Angola e têm a Ilha de Luanda como cartão postal.

O projecto engloba a fabricação da dikanza com a matéria prima proveniente da província do Bengo e sendo feita na suas instalações pelas crianças que trabalham com a madeira.

As aulas começam na próxima semana e têm duração de duas semanas.

Para o director provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desporto, Manuel Gonçalves, a formação de crianças para tocar a dikanza é uma forma de perpetuar este instrumento e não deixar morrer a cultura.

Manuel Gonçalves disse sentir-se satisfeito pela apresentação das crianças que, junto dos executantes e também formadores Lito Graça e Jorge Malumbo, realçam a importância do projecto.

O projecto, afirmou, visa, igualmente, passar o testemunho do uso deste valioso e primordial instrumento da música angolana às novas gerações.

Já os formadores, Lito Graça e Jorge Malumbo, agradeceram o empenho das crianças que durante três dias conseguiram absorver e tocar  bem o instrumento.

A dikanza   é um instrumento de percussão da classe dos idiofones feito de cana de bordão com ranhuras me tocado sempre com a vara denominada “dixikilu”, ou seja tocador.

Também conhecido por Reco – Reco, é um instrumento de percussão feito de madeira com entalhes transversais, sobre os quais se esfrega uma vareta, produzindo um som rítmico.

Bastante usada nas composição de músicas populares angolanas, a Dikanza é  um símbolo da cultura Nacional.

Foi estudioso, fazedor e percursor deste instrumento o angolano  Fontes Pereira ( mais conhecido por Malé Malamba), cuja filha, Conceição Pereira sentiu-se satisfeita por ver  crianças a tocar a dikanza.

Também se destacam  entre os exímios tocadores da Dikanza, Fontinhas (Ngola Ritmo), considerado o melhor de todos os tempos, Ressurreição (Gingas), Zé Fininho (Negoleiros do Ritmo), António Pascoal (Ana Zanga), Adolfo Coelho (Kiezos), Tulingas, Didi da Mãe Preta, Tonito, Tony do Fumo, Chico Coio, Augusto Chakaia, Pakito, Joãozinho Morgado, Bonga e, da nova geração, Mestre Capitão, Lolito, Yuri da Cunha e Fula.

Com o apoio do Gabinete  Provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desporto, o projecto visa valorizar e massificar o ensino da dikanza nos menores, para que o instrumento continue a ser tocado, no âmbito do projecto “Tuxike odikanza”.

Segundo a directora-geral da instituição, Naama Margalit, o centro fez uma parceria para que a dikanza fosse ensinada às crianças e a outros interessados em aprender este instrumento de forma gratuita, incluindo os turistas que visitam Angola e têm a Ilha de Luanda como cartão postal.

O projecto engloba a fabricação da dikanza com a matéria prima proveniente da província do Bengo e sendo feita na suas instalações pelas crianças que trabalham com a madeira.

As aulas começam na próxima semana e têm duração de duas semanas.

Para o director provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desporto, Manuel Gonçalves, a formação de crianças para tocar a dikanza é uma forma de perpetuar este instrumento e não deixar morrer a cultura.

Manuel Gonçalves disse sentir-se satisfeito pela apresentação das crianças que, junto dos executantes e também formadores Lito Graça e Jorge Malumbo, realçam a importância do projecto.

O projecto, afirmou, visa, igualmente, passar o testemunho do uso deste valioso e primordial instrumento da música angolana às novas gerações.

Já os formadores, Lito Graça e Jorge Malumbo, agradeceram o empenho das crianças que durante três dias conseguiram absorver e tocar  bem o instrumento.

A dikanza   é um instrumento de percussão da classe dos idiofones feito de cana de bordão com ranhuras me tocado sempre com a vara denominada “dixikilu”, ou seja tocador.

Também conhecido por Reco – Reco, é um instrumento de percussão feito de madeira com entalhes transversais, sobre os quais se esfrega uma vareta, produzindo um som rítmico.

Bastante usada nas composição de músicas populares angolanas, a Dikanza é  um símbolo da cultura Nacional.

Foi estudioso, fazedor e percursor deste instrumento o angolano  Fontes Pereira ( mais conhecido por Malé Malamba), cuja filha, Conceição Pereira sentiu-se satisfeita por ver  crianças a tocar a dikanza.

Também se destacam  entre os exímios tocadores da Dikanza, Fontinhas (Ngola Ritmo), considerado o melhor de todos os tempos, Ressurreição (Gingas), Zé Fininho (Negoleiros do Ritmo), António Pascoal (Ana Zanga), Adolfo Coelho (Kiezos), Tulingas, Didi da Mãe Preta, Tonito, Tony do Fumo, Chico Coio, Augusto Chakaia, Pakito, Joãozinho Morgado, Bonga e, da nova geração, Mestre Capitão, Lolito, Yuri da Cunha e Fula.