Embaixada em Portugal inaugura exposição sobre 4 de Fevereiro

  • Monumento aos Heróis do 4 De Fevereiro
Lisboa (Da Correspondente) - A Embaixada de Angola em Portugal inaugurou, quinta-feira, na sua página online, uma exposição fotográfica virtual, comemorativa do 4 de  Fevereiro, data de Início da  Luta Armada de Libertação Nacional.

Denominada “4 de Fevereiro, um Marco da Nossa História”, a amostra retrata momentos marcantes da trajectória que conduziu Angola, desde a referida data de 1961, à proclamação da Independência Nacional, a 11 de Novembro de 1975.

Esta exposição, que pretende ser uma forma singela de preservar e honrar a memória dos heróis da Pátria angolana, é acompanhada por uma mensagem do Embaixador de Angola em Portugal, Carlos Alberto Fonseca. 

Na mensagem, o diplomata sublinha o “transcendente significado histórico, protagonizado por nacionalistas, no começo e no contexto da luta armada mais ampla das colónias portuguesas em África, cujas guerras contribuíram para catalisar, de igual modo, o desmoronamento do regime ditatorial e do sistema colonialista, então vigente”.

Para Carlos Alberto Fonseca, os heróis do 4 de Fevereiro, ao se levantarem decisivamente contra a opressão colonial, marcaram o seu tempo com esse gesto de coragem, abnegação, bravura e espírito de sacrifício das próprias vidas, dando início a um novo calendário, em que os angolanos passaram a escrever a sua própria História, com feitos de honra e de glória.

“Eles combateram pela liberdade, pela honra e dignidade da pessoa humana, sem discriminação de qualquer índole, em prol da afirmação e respeito dos direitos do Homem e lançaram as sementes da esperança num futuro melhor para todos”, referiu.

De  acordo ainda com Carlos Alberto Fonseca, “foi assim que o mesmo espírito de entrega animou todos que ao longo de muitos anos enfrentaram a guerra e as suas vicissitudes, dando o melhor de si e as próprias vidas em defesa da liberdade tão duramente conquistada".

Tudo isso, acrescentou, “em defesa da soberania e da integridade territorial, face às agressões estrangeiras a norte e a sul, após a proclamação da independência nacional no tão difícil e complexo contexto histórico da época”.

O diplomata angolano considera que o exemplo dos então guerreiros permanece vivo na memória e na consciência das gerações actuais, que têm o dever de o preservar e transmitir a outras vindouras com os ensinamentos que mais sublimaram e engrandeceram a Pátria”.

Denominada “4 de Fevereiro, um Marco da Nossa História”, a amostra retrata momentos marcantes da trajectória que conduziu Angola, desde a referida data de 1961, à proclamação da Independência Nacional, a 11 de Novembro de 1975.

Esta exposição, que pretende ser uma forma singela de preservar e honrar a memória dos heróis da Pátria angolana, é acompanhada por uma mensagem do Embaixador de Angola em Portugal, Carlos Alberto Fonseca. 

Na mensagem, o diplomata sublinha o “transcendente significado histórico, protagonizado por nacionalistas, no começo e no contexto da luta armada mais ampla das colónias portuguesas em África, cujas guerras contribuíram para catalisar, de igual modo, o desmoronamento do regime ditatorial e do sistema colonialista, então vigente”.

Para Carlos Alberto Fonseca, os heróis do 4 de Fevereiro, ao se levantarem decisivamente contra a opressão colonial, marcaram o seu tempo com esse gesto de coragem, abnegação, bravura e espírito de sacrifício das próprias vidas, dando início a um novo calendário, em que os angolanos passaram a escrever a sua própria História, com feitos de honra e de glória.

“Eles combateram pela liberdade, pela honra e dignidade da pessoa humana, sem discriminação de qualquer índole, em prol da afirmação e respeito dos direitos do Homem e lançaram as sementes da esperança num futuro melhor para todos”, referiu.

De  acordo ainda com Carlos Alberto Fonseca, “foi assim que o mesmo espírito de entrega animou todos que ao longo de muitos anos enfrentaram a guerra e as suas vicissitudes, dando o melhor de si e as próprias vidas em defesa da liberdade tão duramente conquistada".

Tudo isso, acrescentou, “em defesa da soberania e da integridade territorial, face às agressões estrangeiras a norte e a sul, após a proclamação da independência nacional no tão difícil e complexo contexto histórico da época”.

O diplomata angolano considera que o exemplo dos então guerreiros permanece vivo na memória e na consciência das gerações actuais, que têm o dever de o preservar e transmitir a outras vindouras com os ensinamentos que mais sublimaram e engrandeceram a Pátria”.