Escritora defende investimento em plano nacional de leitura

  • Escritora Cremilda de Lima
Luanda - A professora e escritora Cremilda de Lima defendeu, nesta quinta-feira, em Luanda, investimentos num plano nacional de leitura, destinado a proporcionar às crianças oportunidade de lerem um livro de escritores angolanos.

Em entrevista à ANGOP, após participar no programa “Textualidade: conversa com os leitores”, promovido pelo Memorial António Agostinho Neto, a escritora esclareceu que o investimento deve servir para contribuir na edição e reedições de obras suficientes para cobrir o país.

“Tenho um trabalho feito, que entreguei ao Ministério da Educação. É um ensaio que pode ser um ponto de partida para as pessoas poderem analisar até que ponto vale apenas implementar o plano a nível da iniciação até a 6ª classe”, referiu.

Para a escritora, a tertúlia literária serviu de barómetro para verificar a capacidade dos leitores na absorção daquilo que se escreve, bem como ajudou a observar o estado o actual estado da literatura.

Cremilda de Lima elogiou a iniciativa, considerando um ponto fundamental para que se massifique o hábito pela leitura e o desenvolvimento da literatura, sobretudo na camada infanto-juvenil.

Por sua vez, a professora e também escritora Yola Castro considerou o programa como um grande contributo para o trabalho a volta da literatura angolana.

Yola Castro sublinha que é necessário que os mais novos vêem os mais velhos a lerem, no sentido de se impulsionar a implementação da literatura no seio da criança.

“É preciso que os mais velhos se lembrem de todas as histórias e partilhem com as crianças”, referiu.

Segundo o administrador executivo do Memorial António Agostinho Neto, Francisco Makiiesse, Textualidade é um programa mensal e tem como objectivo principal o fomento ao gosto pela leitura, bem como implementar o diálogo com os escritores, onde também são abordados sobre as obras dos distintos autores angolanos.

Em entrevista à ANGOP, após participar no programa “Textualidade: conversa com os leitores”, promovido pelo Memorial António Agostinho Neto, a escritora esclareceu que o investimento deve servir para contribuir na edição e reedições de obras suficientes para cobrir o país.

“Tenho um trabalho feito, que entreguei ao Ministério da Educação. É um ensaio que pode ser um ponto de partida para as pessoas poderem analisar até que ponto vale apenas implementar o plano a nível da iniciação até a 6ª classe”, referiu.

Para a escritora, a tertúlia literária serviu de barómetro para verificar a capacidade dos leitores na absorção daquilo que se escreve, bem como ajudou a observar o estado o actual estado da literatura.

Cremilda de Lima elogiou a iniciativa, considerando um ponto fundamental para que se massifique o hábito pela leitura e o desenvolvimento da literatura, sobretudo na camada infanto-juvenil.

Por sua vez, a professora e também escritora Yola Castro considerou o programa como um grande contributo para o trabalho a volta da literatura angolana.

Yola Castro sublinha que é necessário que os mais novos vêem os mais velhos a lerem, no sentido de se impulsionar a implementação da literatura no seio da criança.

“É preciso que os mais velhos se lembrem de todas as histórias e partilhem com as crianças”, referiu.

Segundo o administrador executivo do Memorial António Agostinho Neto, Francisco Makiiesse, Textualidade é um programa mensal e tem como objectivo principal o fomento ao gosto pela leitura, bem como implementar o diálogo com os escritores, onde também são abordados sobre as obras dos distintos autores angolanos.