Escritora quer maior divulgação da literatura infantil

  • Escritora Cremilda de Lima
Luanda - A necessidade da criação de projectos para fomentar e divulgar a produção literária infantil nacional foi defendida nesta sexta-feira, em Luanda, pela escritora Cremilda de Lima.

Para si, a literatura infantil nacional não é conhecida, porquanto ser pertinente a implementação de projectos para fomentar e incentivar o surgimento de novas obras, de novos escritores, bem como estimular os alunos o hábito de leitura e escrita.

"Se realizarmos um inquérito com crianças para saber o número e nomes de livros e escritores nacionais de literatura infantil sairemos decepcionados porque os nossos pequenos não conhecem um ou outro deve conhecer apenas um", enfatizou Cremilda de Lima.

A escritora falava num encontro promovido pela Editora das Letras que visou homenageá-la pelos 57 anos de carreira e que esteve inserida no dia Internacional do Livro Infantil, assinalado hoje (2 de Abril).

Reiterou a necessidade da aposta na produção nacional na reedição de livros infantil e de políticas de inclusão dos mesmos no processo de ensino e aprendizagem nas escolas.

Considerou a homenagem um reconhecimento do seu trabalho, realçando que iniciativas do género devem ser cada vez mais realizadas para demonstrar a importância do livro no desenvolvimento do ensino.

Maria Cremilda Martins Fernandes Alves de Lima nasceu em Luanda (Angola) em 25 de Março de 1940.

Professora do 1º Ciclo desde 1964, iniciou a sua carreira em Malange, em 1965, e daí em diante leccionou em Luanda.

Em 1977, integrou o grupo de trabalho do Ministério da Educação de Angola para elaborar a Reforma Educativa e respectivos manuais escolares onde trabalhou até 1991, altura em que ingressou no quadro da Escola Portuguesa de Luanda. Em 1984 tornou-se membro da UEA (União dos Escritores Angolanos).

O seu primeiro livro no género infanto-juvenil “A velha Sanga Partida” foi lançado em 1982, na colectânea Piô-Piô.

Duas vezes nomeada para o Prémio Internacional Astrid Lindgren (2008 -2009), instituído pelo Governo Sueco para honrar a memória de Astrid Lindgren e fomentar a Literatura Infantil e Juvenil no mundo.

A escritora foi galardoada com o diploma de mérito do balão vermelho, nos anos 80, e em 2008 foi galardoada com o Diploma de Mérito, pelo Ministério da Cultura de Angola, em contribuição à divulgação da literatura infantil angolana.

Em 2016, venceu o Prémio Nacional de Cultura e Artes na categoria de literatura.

Para si, a literatura infantil nacional não é conhecida, porquanto ser pertinente a implementação de projectos para fomentar e incentivar o surgimento de novas obras, de novos escritores, bem como estimular os alunos o hábito de leitura e escrita.

"Se realizarmos um inquérito com crianças para saber o número e nomes de livros e escritores nacionais de literatura infantil sairemos decepcionados porque os nossos pequenos não conhecem um ou outro deve conhecer apenas um", enfatizou Cremilda de Lima.

A escritora falava num encontro promovido pela Editora das Letras que visou homenageá-la pelos 57 anos de carreira e que esteve inserida no dia Internacional do Livro Infantil, assinalado hoje (2 de Abril).

Reiterou a necessidade da aposta na produção nacional na reedição de livros infantil e de políticas de inclusão dos mesmos no processo de ensino e aprendizagem nas escolas.

Considerou a homenagem um reconhecimento do seu trabalho, realçando que iniciativas do género devem ser cada vez mais realizadas para demonstrar a importância do livro no desenvolvimento do ensino.

Maria Cremilda Martins Fernandes Alves de Lima nasceu em Luanda (Angola) em 25 de Março de 1940.

Professora do 1º Ciclo desde 1964, iniciou a sua carreira em Malange, em 1965, e daí em diante leccionou em Luanda.

Em 1977, integrou o grupo de trabalho do Ministério da Educação de Angola para elaborar a Reforma Educativa e respectivos manuais escolares onde trabalhou até 1991, altura em que ingressou no quadro da Escola Portuguesa de Luanda. Em 1984 tornou-se membro da UEA (União dos Escritores Angolanos).

O seu primeiro livro no género infanto-juvenil “A velha Sanga Partida” foi lançado em 1982, na colectânea Piô-Piô.

Duas vezes nomeada para o Prémio Internacional Astrid Lindgren (2008 -2009), instituído pelo Governo Sueco para honrar a memória de Astrid Lindgren e fomentar a Literatura Infantil e Juvenil no mundo.

A escritora foi galardoada com o diploma de mérito do balão vermelho, nos anos 80, e em 2008 foi galardoada com o Diploma de Mérito, pelo Ministério da Cultura de Angola, em contribuição à divulgação da literatura infantil angolana.

Em 2016, venceu o Prémio Nacional de Cultura e Artes na categoria de literatura.