Estilista aposta no mundo virtual para promoção da marca

  • Soraya da Piedade, Estilista angolana
  • Estilista angolana Soraya da Piedade
Luanda – A estilista angolana Soraya da Piedade destacou, nesta quarta-feira, em Luanda, a necessidade de os agentes culturais apostarem no mundo virtual para a promoção dos seus produtos, face as restrições impostas pela pandemia da Covid-19.

Em entrevista à Angop, a criadora angolana diz que no actual contexto a estratégia é apostar na criatividade para não se ir abaixo e aproximar ainda mais o público das marcas.

Soraya da Piedade cita como exemplo o seu conceito “loja na Mala”, em que a cliente recebe no conforto da sua casa todas as peças da loja, no seu respectivo tamanho e com o calçado também da mesma linha, para que possam combinar com os looks, e tudo isso sem qualquer custo adicional.

“Já diziam que a crise dependendo de quem olha, também pode ser uma oportunidade. Sempre a olhei desta forma”, reforçou.

Aponta para a necessidade de os agentes culturais serem proactivos, pesquisar, criar e investir em outras formas de subsistência que tenham a ver com a actividade profissional principal ou não.

“Quem sabe tirar do papel um velho sonho, uma velha aptidão... podemos sempre surpreender pela positiva”, disse Soraya da Piedade.

Soraya da Piedade diz não se deve acreditar no impossível, mas se procurar, dentro das restrições, acções que promoverem os produtos e trabalho (...).

Relativamente ao papel dos agentes culturais no desenvolvimento do país, a estilista adianta que muito podem fazer, com ideias construtivas e acções.

Sobre a internacionalização da marca Angola, Soraya da Piedade avança que muito ainda a por se fazer, mas o caminho desbravado já permite olhar-se para o horizonte e acreditar-se por dias melhores.

  

Em entrevista à Angop, a criadora angolana diz que no actual contexto a estratégia é apostar na criatividade para não se ir abaixo e aproximar ainda mais o público das marcas.

Soraya da Piedade cita como exemplo o seu conceito “loja na Mala”, em que a cliente recebe no conforto da sua casa todas as peças da loja, no seu respectivo tamanho e com o calçado também da mesma linha, para que possam combinar com os looks, e tudo isso sem qualquer custo adicional.

“Já diziam que a crise dependendo de quem olha, também pode ser uma oportunidade. Sempre a olhei desta forma”, reforçou.

Aponta para a necessidade de os agentes culturais serem proactivos, pesquisar, criar e investir em outras formas de subsistência que tenham a ver com a actividade profissional principal ou não.

“Quem sabe tirar do papel um velho sonho, uma velha aptidão... podemos sempre surpreender pela positiva”, disse Soraya da Piedade.

Soraya da Piedade diz não se deve acreditar no impossível, mas se procurar, dentro das restrições, acções que promoverem os produtos e trabalho (...).

Relativamente ao papel dos agentes culturais no desenvolvimento do país, a estilista adianta que muito podem fazer, com ideias construtivas e acções.

Sobre a internacionalização da marca Angola, Soraya da Piedade avança que muito ainda a por se fazer, mas o caminho desbravado já permite olhar-se para o horizonte e acreditar-se por dias melhores.