Exposição fotográfica marca Dia do Herói Nacional no Brasil

  • Exposição fotográfica sobre vida e obra de António Agostinho Neto
Luanda – Uma exposição fotográfica sobre a vida e obra de Agostinho Neto foi inaugurada, sexta-feira, na cidade de São Paulo (Brasil), para comemorar o Dia do Herói Nacional.

Inaugurada pelo embaixador de Angola na República Federativa do Brasil, Florêncio de Almeida, a exposição retrata as várias facetas do fundador da Nação, ao longo da sua vida, como homem de cultura, médico e político.

O diplomata salientou que falar de Agostinho Neto  é recordar o nacionalista e proclamador da República de Angola, como Estado independente, que se assumiu como soberano e dono do seu próprio destino, a 11 de Novembro de 1975.

“É prestar homenagem e enaltecer uma figura ímpar da história africana e angolana, em particular”, disse Florêncio de Almeida, recordando que foi na política que a sua obra alcançou o auge e tem incorporados o patriotismo e a universalidade.

O conjunto de fotografias expostas, adiantou, proporciona uma viagem pelos 57 anos da sua vida, onde a política, a poesia e a medicina  se cruzaram, se complementaram e criaram um propósito político e coerente.  

Florêncio de Almeida frisou que, com a amostra fotográfica, pretende-se dignificar o grande político e estadista de todos os angolanos, honrar a obra poética Sagrada Esperança, já traduzida em vários idiomas, exaltar o grande humanista e enaltecer o grande diplomata que fez do verbo e da determinação, armas de libertação, de unidade dos povos de África e da luta pela amizade e cooperação  de todos os povos do mundo.

Inaugurada pelo embaixador de Angola na República Federativa do Brasil, Florêncio de Almeida, a exposição retrata as várias facetas do fundador da Nação, ao longo da sua vida, como homem de cultura, médico e político.

O diplomata salientou que falar de Agostinho Neto  é recordar o nacionalista e proclamador da República de Angola, como Estado independente, que se assumiu como soberano e dono do seu próprio destino, a 11 de Novembro de 1975.

“É prestar homenagem e enaltecer uma figura ímpar da história africana e angolana, em particular”, disse Florêncio de Almeida, recordando que foi na política que a sua obra alcançou o auge e tem incorporados o patriotismo e a universalidade.

O conjunto de fotografias expostas, adiantou, proporciona uma viagem pelos 57 anos da sua vida, onde a política, a poesia e a medicina  se cruzaram, se complementaram e criaram um propósito político e coerente.  

Florêncio de Almeida frisou que, com a amostra fotográfica, pretende-se dignificar o grande político e estadista de todos os angolanos, honrar a obra poética Sagrada Esperança, já traduzida em vários idiomas, exaltar o grande humanista e enaltecer o grande diplomata que fez do verbo e da determinação, armas de libertação, de unidade dos povos de África e da luta pela amizade e cooperação  de todos os povos do mundo.