Agentes da sétima arte clamam por investimentos

  • Uma das salas de cinemas de Luanda
Huambo - Agentes culturais ligados a sétima arte na província do Huambo clamam por investimentos, para dinamizar o processo e contribuir na resolução dos problemas sociais da população.

Segundo os cineastas, durante o debate, que serviu para analisar os desafios do cinema no planalto central, numa iniciativa do projecto cinematográfico “Cinelife”, o governo deve, também, apostar na sétima arte para a promoção do crescimento sustentável.

Para o produtor Tomás Ferreira, o cinema pode ser utilizado como uma solução indispensável o combate ao desemprego, criminalidade e outras práticas nocivas ao crescimento harmonioso.

Considera ser fundamental que o Estado preste maior atenção ao sector, como uma via de solução destes problemas.

Tomás Ferreira realçou que a arte pode fazer muito mais em prol do progresso social do país, através da criação de novos postos de trabalho e moralização da sociedade, com foco numa convivência pacífica.

“Temos que trazer os jovens no mundo das artes, para engrandecer a cultura nacional e, consequentemente, dinamizar o progresso e o desenvolvimento social do país”, concluiu.

Já o cineasta João Bernardo Cassoma “Grande João” disse que uma das formas de promoção dos fazedores da sétima arte está relacionada com a produção em quantidade e em qualidade, mas para tal é necessário investimento.

Por sua vez o director do Gabinete da Cultura, Turismo, Juventude e Desporto, Jeremias Piedade Chissanga, reiterou o compromisso do Governo na prestação do apoio institucional as  iniciativas privadas de desenvolvimento do cinema na província.

Durante a sessão, foram exibidos alguns tópicos de quatro filmes de produção local: “Nós diabólicos”,  “Nascer no Escuro”,   “Resgate” e “Deixa-me viver”.

Criado em 2017, o Cinelife tem como objectivo incentivar a produção e a divulgação de filmes locais, no quadro da promoção e valorização da cultura nacional.

 

Segundo os cineastas, durante o debate, que serviu para analisar os desafios do cinema no planalto central, numa iniciativa do projecto cinematográfico “Cinelife”, o governo deve, também, apostar na sétima arte para a promoção do crescimento sustentável.

Para o produtor Tomás Ferreira, o cinema pode ser utilizado como uma solução indispensável o combate ao desemprego, criminalidade e outras práticas nocivas ao crescimento harmonioso.

Considera ser fundamental que o Estado preste maior atenção ao sector, como uma via de solução destes problemas.

Tomás Ferreira realçou que a arte pode fazer muito mais em prol do progresso social do país, através da criação de novos postos de trabalho e moralização da sociedade, com foco numa convivência pacífica.

“Temos que trazer os jovens no mundo das artes, para engrandecer a cultura nacional e, consequentemente, dinamizar o progresso e o desenvolvimento social do país”, concluiu.

Já o cineasta João Bernardo Cassoma “Grande João” disse que uma das formas de promoção dos fazedores da sétima arte está relacionada com a produção em quantidade e em qualidade, mas para tal é necessário investimento.

Por sua vez o director do Gabinete da Cultura, Turismo, Juventude e Desporto, Jeremias Piedade Chissanga, reiterou o compromisso do Governo na prestação do apoio institucional as  iniciativas privadas de desenvolvimento do cinema na província.

Durante a sessão, foram exibidos alguns tópicos de quatro filmes de produção local: “Nós diabólicos”,  “Nascer no Escuro”,   “Resgate” e “Deixa-me viver”.

Criado em 2017, o Cinelife tem como objectivo incentivar a produção e a divulgação de filmes locais, no quadro da promoção e valorização da cultura nacional.