Governo do Bié cria 35 clubes de leitura

  • Largo do Governo Provincial do Bié, no município do Cuito
Cuito - Trinta e cinco clubes de leitura foram criados este ano no Bié, no quadro do Plano Provincial de Leitura, em execução desde finais de 2020.

Estes clubes, além de estimularem o gosto pela leitura, vão também incentivar o fortalecimento artístico, musical, dança, teatro, poesia, entre outras artes, tendo em conta a democratização do cidadão pela leitura.

O governador do Bié, Pereira Alfredo, que falava no acto de abertura de encontro de trabalho com a comissão do Plano Provincial de Leitura, assegurou que este projecto terá apoio permanente do Governo, de modo a facilitar a aquisição de livros para os clubes instalados no interior da região.

Apesar disso, adiantou existirem pessoas colectivas e singulares dentro e fora da província do Bié que já estão mobilizados na doação de livros para o êxito deste projecto.

A ideia, segundo o governante, é elevar a consciência das crianças, adolescentes e jovens a terem o gosto cada vez mais pela leitura, com vista à formação do homem novo nesta província.

Pereira Alfredo assegurou ainda que as autoridades vão recuperar, construir e apetrechar as bibliotecas municipais, para permitir um acesso mais fácil e rápido dos livros por parte dos leitores.

Outrossim, solicitou o apoio do sector privado, a fim de investir na província no que tange à instalação de gráficas, para possibilitar que as monografias do ensino superior se tornam em livros de facto, para a consulta dos cidadãos.

Por este motivo, o governador sugeriu às instituições do ensino superior a criarem condições, a curto prazo, para instalação de pequenas gráficas, com vista a incentivar os estudantes universitários a transformarem as monografias em livros.

Referiu ainda ser preciso negociar com as diversas empresas para que dentro do seu objecto social possam fornecer livros às escolas, assim como demonstrarem solidariedade na construção de mais espaços de leitura.

Por sua vez, a administradora de Nhârea, Maria Lúcia Chicapa, por sinal primeiro município a criar três salas de leitura, desde Novembro de 2020, avançou que as mesmas estão a servir com êxito os professores em cada final de semana na sua capacitação.

Frisou que, uma destas salas, está situada na comuna da Lúbia, onde a administração local instalou 25 computadores, com acervo de livros, tendo solicitado ao Governo a criação de uma rubrica dentro do Orçamento Geral do Estado (OGE) para o efeito da aquisição de livros e não só.

A comissão do Plano Provincial de Leitura recomenda à necessidade do Governo criar e apetrechar salas de leitura nas escolas, assim como alargarem mais outros espaços.

A comissão, além de formar mais de 400 membros nos nove municípios sobre o hábito da leitura, apela ainda o contributo dos pais e encarregados de educação no sentido de doarem e incentivarem os filhos a apostarem neste desiderato.

Sugere a imperiosidade das administrações municipais abraçarem este programa, apostando em recursos financeiros, como forma de facilitar o seu investimento na formação da pessoa humana.

Recomenda também à Comunicação Social a criar programas em espaços televisivos, radiofónicos e de imprensa, para permitir que os cidadãos tenham igualmente acesso à leitura, por intermédio dos órgãos públicos e privados.

A comissão propõe ao Executivo a desagravar as taxas que se verificam na importação de livros.

Estes clubes, além de estimularem o gosto pela leitura, vão também incentivar o fortalecimento artístico, musical, dança, teatro, poesia, entre outras artes, tendo em conta a democratização do cidadão pela leitura.

O governador do Bié, Pereira Alfredo, que falava no acto de abertura de encontro de trabalho com a comissão do Plano Provincial de Leitura, assegurou que este projecto terá apoio permanente do Governo, de modo a facilitar a aquisição de livros para os clubes instalados no interior da região.

Apesar disso, adiantou existirem pessoas colectivas e singulares dentro e fora da província do Bié que já estão mobilizados na doação de livros para o êxito deste projecto.

A ideia, segundo o governante, é elevar a consciência das crianças, adolescentes e jovens a terem o gosto cada vez mais pela leitura, com vista à formação do homem novo nesta província.

Pereira Alfredo assegurou ainda que as autoridades vão recuperar, construir e apetrechar as bibliotecas municipais, para permitir um acesso mais fácil e rápido dos livros por parte dos leitores.

Outrossim, solicitou o apoio do sector privado, a fim de investir na província no que tange à instalação de gráficas, para possibilitar que as monografias do ensino superior se tornam em livros de facto, para a consulta dos cidadãos.

Por este motivo, o governador sugeriu às instituições do ensino superior a criarem condições, a curto prazo, para instalação de pequenas gráficas, com vista a incentivar os estudantes universitários a transformarem as monografias em livros.

Referiu ainda ser preciso negociar com as diversas empresas para que dentro do seu objecto social possam fornecer livros às escolas, assim como demonstrarem solidariedade na construção de mais espaços de leitura.

Por sua vez, a administradora de Nhârea, Maria Lúcia Chicapa, por sinal primeiro município a criar três salas de leitura, desde Novembro de 2020, avançou que as mesmas estão a servir com êxito os professores em cada final de semana na sua capacitação.

Frisou que, uma destas salas, está situada na comuna da Lúbia, onde a administração local instalou 25 computadores, com acervo de livros, tendo solicitado ao Governo a criação de uma rubrica dentro do Orçamento Geral do Estado (OGE) para o efeito da aquisição de livros e não só.

A comissão do Plano Provincial de Leitura recomenda à necessidade do Governo criar e apetrechar salas de leitura nas escolas, assim como alargarem mais outros espaços.

A comissão, além de formar mais de 400 membros nos nove municípios sobre o hábito da leitura, apela ainda o contributo dos pais e encarregados de educação no sentido de doarem e incentivarem os filhos a apostarem neste desiderato.

Sugere a imperiosidade das administrações municipais abraçarem este programa, apostando em recursos financeiros, como forma de facilitar o seu investimento na formação da pessoa humana.

Recomenda também à Comunicação Social a criar programas em espaços televisivos, radiofónicos e de imprensa, para permitir que os cidadãos tenham igualmente acesso à leitura, por intermédio dos órgãos públicos e privados.

A comissão propõe ao Executivo a desagravar as taxas que se verificam na importação de livros.