Governo engajado na profissionalização de guias turísticos e agentes culturais

  • Pormenor Do Jardim No Largo Drº António Agostinho Neto, no Huambo.
Huambo - Trezentos e vinte jovens, entre guias turísticos, agentes culturais e administrativos da província do Huambo, foram capacitados profissionalmente para que a sua actividade contribua na arrecadação de receitas financeiras e a elevação da economia local.

No finaldo evento, em declarações à ANGOP, o chefe de departamento da Acção Cultural da província do Huambo, Pascoal Pedro Nhanga, reafirmou a continuidade desta estratégia de profissionalização dos guias turísticos e agentes culturais, para que sejam criadas novas oportunidades de emprego, bem como a valorização das potencialidades locais.

“A nossa ideia é formar os técnicos administrativos, guias turísticos e agentes culturais, bem como a divulgação ampla da legislação sobre este quesito para a promoção do desenvolvimento socioeconómico da província do Huambo”, adicionou.

Por seu turno, o vice-governador pela área Política, Social e Económica do Huambo, José Cornélio, reafirmou o apoio às iniciativas turísticas e culturais, visando a revitalização dos pressupostos tradicionais e a valorização dos princípios etnolinguísticos do povo “ovimbundu”.

“ O turismo é a primeira, segunda ou mesmo terceira cadeia de valor económico no mundo, mas infelizmente no sector de restaurantes ainda é exíguos os nossos valores gastronómicos, nesta conformidade, os nossos hotéis deverão ser sensibilizados para a divulgação da gastronomia local”, adiantou o governante.

O ciclo formativo, que teve a duração de três meses, foi organizado pelo gabinete da Cultura, Turismo, Juventude e Desporto do Huambo, que pretende revitalizar as potencialidades turísticas e as valências culturais existentes para a captação de recursos financeiros que possam providenciar o exercício da diversificação da economia local.

Com isso, pretende-se suavizar o impacto da crise mundial e o custo de vida nas comunidades.

Neste juízo de capacitação, foram abordados temáticas relacionadas com o papel do turismo na dinamização das economias locais e a sua tipologia, actividades de espectáculos e divertimentos públicos, técnicas de elaboração de projectos culturais, patrimónios e zonas históricas de capital relevância, assim como o sentido etnolinguístico e valores gastronómicos desta região do planalto central.

A província do Huambo tem 158 áreas turísticas classificadas em religiosos, monumento e sítios, de lazer e desportivos, enquanto na cultura são controlados 123 patrimónios, entre bibliotecas, arquitectónicos, sítios históricos, funerários e de guerra.

O sector do turismo da província do Huambo conta com 252 unidades hoteleiras, que possuem uma capacidade instaladora de mil e 603 quartos preenchidos com duas mil e 33 camas distribuídos nos 11 municípios.

Em consequência da Covid-19, a taxa de ocupação reduziu para 50%, um registo em média de 300 a 350 turistas por dia.  

 

No finaldo evento, em declarações à ANGOP, o chefe de departamento da Acção Cultural da província do Huambo, Pascoal Pedro Nhanga, reafirmou a continuidade desta estratégia de profissionalização dos guias turísticos e agentes culturais, para que sejam criadas novas oportunidades de emprego, bem como a valorização das potencialidades locais.

“A nossa ideia é formar os técnicos administrativos, guias turísticos e agentes culturais, bem como a divulgação ampla da legislação sobre este quesito para a promoção do desenvolvimento socioeconómico da província do Huambo”, adicionou.

Por seu turno, o vice-governador pela área Política, Social e Económica do Huambo, José Cornélio, reafirmou o apoio às iniciativas turísticas e culturais, visando a revitalização dos pressupostos tradicionais e a valorização dos princípios etnolinguísticos do povo “ovimbundu”.

“ O turismo é a primeira, segunda ou mesmo terceira cadeia de valor económico no mundo, mas infelizmente no sector de restaurantes ainda é exíguos os nossos valores gastronómicos, nesta conformidade, os nossos hotéis deverão ser sensibilizados para a divulgação da gastronomia local”, adiantou o governante.

O ciclo formativo, que teve a duração de três meses, foi organizado pelo gabinete da Cultura, Turismo, Juventude e Desporto do Huambo, que pretende revitalizar as potencialidades turísticas e as valências culturais existentes para a captação de recursos financeiros que possam providenciar o exercício da diversificação da economia local.

Com isso, pretende-se suavizar o impacto da crise mundial e o custo de vida nas comunidades.

Neste juízo de capacitação, foram abordados temáticas relacionadas com o papel do turismo na dinamização das economias locais e a sua tipologia, actividades de espectáculos e divertimentos públicos, técnicas de elaboração de projectos culturais, patrimónios e zonas históricas de capital relevância, assim como o sentido etnolinguístico e valores gastronómicos desta região do planalto central.

A província do Huambo tem 158 áreas turísticas classificadas em religiosos, monumento e sítios, de lazer e desportivos, enquanto na cultura são controlados 123 patrimónios, entre bibliotecas, arquitectónicos, sítios históricos, funerários e de guerra.

O sector do turismo da província do Huambo conta com 252 unidades hoteleiras, que possuem uma capacidade instaladora de mil e 603 quartos preenchidos com duas mil e 33 camas distribuídos nos 11 municípios.

Em consequência da Covid-19, a taxa de ocupação reduziu para 50%, um registo em média de 300 a 350 turistas por dia.