Grupo de reflexão trabalha para o fomento do empreendedorismo

  • Praça do Artesanato
Luanda - A criação de um grupo de reflexão e o mapeamento das indústrias culturais e criativas  são os primeiros passos para o fomento do empreendedorismo e criação de empresas privadas do sector em todo o país.

O grupo, cujos primeiros passos começam a ser dados ainda este mês, vai juntar vários agentes culturais das mais distintas modalidades, como forma de dinamizar o sector e torna-lo mais atractivo, sendo uma ferramenta com receitas próprias que contribuirá para a criação de mais postos de emprego, sem que antes avancem para a Lei do Mecenato.

Essas ideias foram apresentadas quarta-feira, durante a mesa redonda “Empreendedorismo e criação de empresas privadas no sector cultural”, e visam apoiar os actuais empreendedores e o surgimento de outros como maneira de incremento de políticas culturais inclusivas e abrangentes.

Adriano Mixinge, um dos prelectores no acto, apresentou dois modelos que podem ser adoptados a realidade angolana: o francês onde o estado faz um investimento maciço e concentrado na cultura, enquanto que o da Inglaterra e do EUA, a figura do Estado é mais livre onde as escolas, centros de arte, e autarquias são os gestores principais do produto cultural.

“Precisamos de mais encontros de maior abrangência para discutir aquilo que sempre faltou, e hoje pode ser aplicado na nossa cultura que por sinal é muito rica”, realçou.

Para o director do Sistema Nacional de Direitos de Autor e Conexos (SENADIAC), Barros Licença, o país deve apoiar todos aqueles que possuem projectos culturais. “É necessário o fomento, cujo  fundo todos os idealistas são os seus principais beneficiários“.

Disse que todas as políticas culturais devem estar plasmadas em diplomas legais, com a principal missão de mostrar potencialidades culturais e discutir com a equipa económica do Governo.

Jorge Cohen, co-fundador da Geração 80, considera ser preciso valorizar mais o trabalho que é feito pelos poucos empreendedores de cultura, porque estes mesmo sem apoio do Governo, conseguem desenvolver algumas actividades, mas precisam de mais incentivo que não é apenas financeiro, mas também passa por oportunidades de mostrar o que podem fazer.

Para o actor Simão Paulino, a actividade artística pode contribuir para receitas do Estado, que por sua vez pode canalizar para as despesas no sector social. 

Joana Benttecourt, da Mov´ Art, o  encontro não deve ser mais um dos muitos, mas sim o primeiro passo para a materialização de alguns projectos que constam da agenda cultural de todos os agentes.

A Lei do Mecenato, aprovada em 2012 está ancorada no código tributário e precisa de alguns detalhes para que possa ser implementada, segundo o director do gabinete Jurídico do Ministério da Cultura.

O evento, que decorreu no Arquivo de Angola, e teve como palestrantes Adriano Mixinge, Joana Benttecourt e Jorge Cohen, e foi presenciado pelo ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, secretários de Estado e directores nacionais.

O grupo, cujos primeiros passos começam a ser dados ainda este mês, vai juntar vários agentes culturais das mais distintas modalidades, como forma de dinamizar o sector e torna-lo mais atractivo, sendo uma ferramenta com receitas próprias que contribuirá para a criação de mais postos de emprego, sem que antes avancem para a Lei do Mecenato.

Essas ideias foram apresentadas quarta-feira, durante a mesa redonda “Empreendedorismo e criação de empresas privadas no sector cultural”, e visam apoiar os actuais empreendedores e o surgimento de outros como maneira de incremento de políticas culturais inclusivas e abrangentes.

Adriano Mixinge, um dos prelectores no acto, apresentou dois modelos que podem ser adoptados a realidade angolana: o francês onde o estado faz um investimento maciço e concentrado na cultura, enquanto que o da Inglaterra e do EUA, a figura do Estado é mais livre onde as escolas, centros de arte, e autarquias são os gestores principais do produto cultural.

“Precisamos de mais encontros de maior abrangência para discutir aquilo que sempre faltou, e hoje pode ser aplicado na nossa cultura que por sinal é muito rica”, realçou.

Para o director do Sistema Nacional de Direitos de Autor e Conexos (SENADIAC), Barros Licença, o país deve apoiar todos aqueles que possuem projectos culturais. “É necessário o fomento, cujo  fundo todos os idealistas são os seus principais beneficiários“.

Disse que todas as políticas culturais devem estar plasmadas em diplomas legais, com a principal missão de mostrar potencialidades culturais e discutir com a equipa económica do Governo.

Jorge Cohen, co-fundador da Geração 80, considera ser preciso valorizar mais o trabalho que é feito pelos poucos empreendedores de cultura, porque estes mesmo sem apoio do Governo, conseguem desenvolver algumas actividades, mas precisam de mais incentivo que não é apenas financeiro, mas também passa por oportunidades de mostrar o que podem fazer.

Para o actor Simão Paulino, a actividade artística pode contribuir para receitas do Estado, que por sua vez pode canalizar para as despesas no sector social. 

Joana Benttecourt, da Mov´ Art, o  encontro não deve ser mais um dos muitos, mas sim o primeiro passo para a materialização de alguns projectos que constam da agenda cultural de todos os agentes.

A Lei do Mecenato, aprovada em 2012 está ancorada no código tributário e precisa de alguns detalhes para que possa ser implementada, segundo o director do gabinete Jurídico do Ministério da Cultura.

O evento, que decorreu no Arquivo de Angola, e teve como palestrantes Adriano Mixinge, Joana Benttecourt e Jorge Cohen, e foi presenciado pelo ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, secretários de Estado e directores nacionais.