Horizonte Njinga Mbande realiza primeiro festival de cinema

  • Pormenor de uma peça teatral do Grupo Horizonte Njinga Mbande
Luanda – O primeiro Festival Independente de Cinema ao Minuto (FIC1) começou hoje, sexta-feira, em Luanda, numa iniciativa da companhia de artes Horizonte Njinga Mbande.

Em declarações à ANGOP, o sub-director do grupo, David Caracol, disse que o FIC1 visa valorizar, incentivar, divulgar e expandir os filmes realizados pelos formandos do centro de formação do grupo e realizações de outros criadores, bem como revelar novos talentos do cinema oferecendo-lhes visibilidade nacional e internacional, desenvolver e mostrar o talento artístico dos seus formandos.

Segundo o responsável, o festival visa também incentivar os actores a continuarem a trabalhar na produção de conteúdos ligados a arte, nessa fase actual de Covid-19, bem como proporcionar encontro de debate entre a antiga e a nova geração.

Explicou não haver um tempo de vigência do FIC1, pois a intenção é fazer chegar a iniciativa a todos os municípios de Luanda e tentar levaa às 17 restantes províncias do país, por considerar importante que a sociedade tenha contacto com a produção cinematográfica feita localmente.

Disse que o projecto prevê a exibição de filmes de curta-metragem de apenas um minuto, como a mesma qualidade e abordagem de um filme de longe metragem, devido as restrições impostas pela pandemia.

Salientou que neste período, a companhia irá apresentar nos dias 11, 12, 13 e 21 deste mês a peça teatral “A fuga”.

Horizonte Njinga Mbande é uma companhia de artes fundada em 1986, que tem vindo a apostar na profissionalização de seus técnicos, actores e formandos.

Em declarações à ANGOP, o sub-director do grupo, David Caracol, disse que o FIC1 visa valorizar, incentivar, divulgar e expandir os filmes realizados pelos formandos do centro de formação do grupo e realizações de outros criadores, bem como revelar novos talentos do cinema oferecendo-lhes visibilidade nacional e internacional, desenvolver e mostrar o talento artístico dos seus formandos.

Segundo o responsável, o festival visa também incentivar os actores a continuarem a trabalhar na produção de conteúdos ligados a arte, nessa fase actual de Covid-19, bem como proporcionar encontro de debate entre a antiga e a nova geração.

Explicou não haver um tempo de vigência do FIC1, pois a intenção é fazer chegar a iniciativa a todos os municípios de Luanda e tentar levaa às 17 restantes províncias do país, por considerar importante que a sociedade tenha contacto com a produção cinematográfica feita localmente.

Disse que o projecto prevê a exibição de filmes de curta-metragem de apenas um minuto, como a mesma qualidade e abordagem de um filme de longe metragem, devido as restrições impostas pela pandemia.

Salientou que neste período, a companhia irá apresentar nos dias 11, 12, 13 e 21 deste mês a peça teatral “A fuga”.

Horizonte Njinga Mbande é uma companhia de artes fundada em 1986, que tem vindo a apostar na profissionalização de seus técnicos, actores e formandos.