Huíla ganha livro Infantil de finanças 

Lubango - Uma obrainteractiva denominada "O meu primeiro livro de finanças", da autoria de Benjamin Gabriel Vilonga Dumba, foi lançada na manhã deste sábado, na cidade do Lubango, província da Huíla.

O livro, escrito entre 2018 e 2020, é direccionado maioritariamente a menores dos cinco aos 12 anos, com a ajuda de adultos. Foi editado pela Metabooks (brasileira) e possui 42 páginas, com abordagens referentes à "origem e conservação do dinheiro", "diferença entre desejo e necessidade" e "como aprender a consumir e doar".

Em declarações à ANGOP, o autor Benjamin Dumba disse que a obra é um contributo para a literatura infantil, porquanto, faz uma abordagem básica sobre conceitos relacionados às finanças, desde consumo, poupança e investimento de uma forma simples e objectiva, complementada com jogos, estórias e diversas ilustrações.

Declarou que o livro constitui um meio de introduzir os menores para o mundo das finanças, uma vez que vivem numa sociedade caracterizada pelo consumo, numa escala maior do que a anterior, onde com o auxílio do marketing, as pessoas são motivadas a consumir produtos, muita vezes,  sem avaliação dos gastos, mostrando uma educação financeira desorientada.

"No caso do nosso país, a sociedade gasta mais do que ganha por não ter uma formação financeira que lhes oriente de como conduzir os seus gastos, mas a obra vem suprimir essa lacuna nas crianças, dando indicações de como devem ser os gastos em geral e opções de investimento, tudo com ilustrações", realçou.

Ressaltou a importância de as pessoas seleccionarem as prioridades de consumo para fazer face às suas necessidades principais, fazendo ajustes dos gastos conforme o seu rendimento e não o contrário, pois num contexto de pandemia é imprescindível ter-se orientação financeira.

Disse ter direccionado "O meu primeiro livro de finanças" a crianças por constituírem a base futura de uma sociedade, com conhecimentos de poupança, consumo, gastos, doações, entre outros, preparando-as para que sejam adultos preparados para enfrentarem decisões a nível de instituiçõese e empresas.

Conforme a fonte, o livro é interactivo, tanto no uso doméstico como escolar, permitindo que irmãos, pais e filhos, entre outros familiares possam participar nos jogos e estórias, a fim de contribuirem para o intercâmbio de ideias e fortalecer a socialização das crianças. 

Para o Lubango, estão disponíveis mil exemplares, dos dois mil impressos, que vão ser apresentados e comercializados nas províncias do Namibe, Benguela e Bié. Posteriormente, seguir-se-ão às províncias do Huambo, Cuando Cubango e Luanda, com possibilidade de reedição.

É a primeira obra do estudante, de 26 anos de idade, licenciado em contabilidade e fiscalidade, na Faculdade de Economia da Universidade Mandume Ya Ndemufayo e pós graduado em agregação pedagógica, na mesma universidade. Actualmente é formador de gestão financeira e funcionário do Ministério das Finanças.

 

 

O livro, escrito entre 2018 e 2020, é direccionado maioritariamente a menores dos cinco aos 12 anos, com a ajuda de adultos. Foi editado pela Metabooks (brasileira) e possui 42 páginas, com abordagens referentes à "origem e conservação do dinheiro", "diferença entre desejo e necessidade" e "como aprender a consumir e doar".

Em declarações à ANGOP, o autor Benjamin Dumba disse que a obra é um contributo para a literatura infantil, porquanto, faz uma abordagem básica sobre conceitos relacionados às finanças, desde consumo, poupança e investimento de uma forma simples e objectiva, complementada com jogos, estórias e diversas ilustrações.

Declarou que o livro constitui um meio de introduzir os menores para o mundo das finanças, uma vez que vivem numa sociedade caracterizada pelo consumo, numa escala maior do que a anterior, onde com o auxílio do marketing, as pessoas são motivadas a consumir produtos, muita vezes,  sem avaliação dos gastos, mostrando uma educação financeira desorientada.

"No caso do nosso país, a sociedade gasta mais do que ganha por não ter uma formação financeira que lhes oriente de como conduzir os seus gastos, mas a obra vem suprimir essa lacuna nas crianças, dando indicações de como devem ser os gastos em geral e opções de investimento, tudo com ilustrações", realçou.

Ressaltou a importância de as pessoas seleccionarem as prioridades de consumo para fazer face às suas necessidades principais, fazendo ajustes dos gastos conforme o seu rendimento e não o contrário, pois num contexto de pandemia é imprescindível ter-se orientação financeira.

Disse ter direccionado "O meu primeiro livro de finanças" a crianças por constituírem a base futura de uma sociedade, com conhecimentos de poupança, consumo, gastos, doações, entre outros, preparando-as para que sejam adultos preparados para enfrentarem decisões a nível de instituiçõese e empresas.

Conforme a fonte, o livro é interactivo, tanto no uso doméstico como escolar, permitindo que irmãos, pais e filhos, entre outros familiares possam participar nos jogos e estórias, a fim de contribuirem para o intercâmbio de ideias e fortalecer a socialização das crianças. 

Para o Lubango, estão disponíveis mil exemplares, dos dois mil impressos, que vão ser apresentados e comercializados nas províncias do Namibe, Benguela e Bié. Posteriormente, seguir-se-ão às províncias do Huambo, Cuando Cubango e Luanda, com possibilidade de reedição.

É a primeira obra do estudante, de 26 anos de idade, licenciado em contabilidade e fiscalidade, na Faculdade de Economia da Universidade Mandume Ya Ndemufayo e pós graduado em agregação pedagógica, na mesma universidade. Actualmente é formador de gestão financeira e funcionário do Ministério das Finanças.