Linguista lança livro sobre aplicação de pronomes clíticos em Angola

Luanda – O linguista angolano Henrique Mutali lançou, esta terça-feira, o livro “Um novo paradigma, a colocação dos pronomes clíticos no português angolano escrito”.

Em 339 páginas, o autor  retrata questões pronominais clíticos da língua portuguesa de Portugal, que impera em Angola e do Brasil.

Henrique Mutali trás esta dualidade do pronome clítico entre o ensino local baseado na gramática (escrita) e a prática corrente (fala).

Segundo o autor, apresenta, com base na análise de outros autores como Pepetela e Ondjaki, um paralelismo temporal de algumas obras para demonstrar a mudança neste campo.

O autor aponta o facto de a literatura transmitir cultura, emoções com a capacidade de mudar a norma interna e no caso de Pepetela, como um dos autores que não se mantém estático neste sentido.

Ao contrário do cidadão português, ressaltou que no português falado em Angola se destaca a norma do Brasil, quando a norma gramatical a contraria.

Frisou que ao se falar de literatura não se deve limitar apenas aos clássicos, sendo que estas, às vezes, ficam apenas limitados no seu próprio país.

Ao contrário de outros tempos em que a linguística era trabalhada em laboratório e depois se normalizava, actualmente, adiantou, busca a forma e tendência e posteriormente normalizada

Henrique Mutali falou da necessidade de políticas de sustentabilidade que versam pela mutabilidade linguística, com vista a uma realidade mais generalizada.

A obra apresentada é o texto integral da dissertação do mestrando em linguística do Autor em 2019 na Universidade de Letras em Lisboa (Portugal).

O autor nasceu em Kassenda (Huambo) em 1979 e foi ordenado a sacerdote católico em 2009. É mestrado em teologia Bíblica e linguística.

Em 339 páginas, o autor  retrata questões pronominais clíticos da língua portuguesa de Portugal, que impera em Angola e do Brasil.

Henrique Mutali trás esta dualidade do pronome clítico entre o ensino local baseado na gramática (escrita) e a prática corrente (fala).

Segundo o autor, apresenta, com base na análise de outros autores como Pepetela e Ondjaki, um paralelismo temporal de algumas obras para demonstrar a mudança neste campo.

O autor aponta o facto de a literatura transmitir cultura, emoções com a capacidade de mudar a norma interna e no caso de Pepetela, como um dos autores que não se mantém estático neste sentido.

Ao contrário do cidadão português, ressaltou que no português falado em Angola se destaca a norma do Brasil, quando a norma gramatical a contraria.

Frisou que ao se falar de literatura não se deve limitar apenas aos clássicos, sendo que estas, às vezes, ficam apenas limitados no seu próprio país.

Ao contrário de outros tempos em que a linguística era trabalhada em laboratório e depois se normalizava, actualmente, adiantou, busca a forma e tendência e posteriormente normalizada

Henrique Mutali falou da necessidade de políticas de sustentabilidade que versam pela mutabilidade linguística, com vista a uma realidade mais generalizada.

A obra apresentada é o texto integral da dissertação do mestrando em linguística do Autor em 2019 na Universidade de Letras em Lisboa (Portugal).

O autor nasceu em Kassenda (Huambo) em 1979 e foi ordenado a sacerdote católico em 2009. É mestrado em teologia Bíblica e linguística.