Livro aborda desafios da feitiçaria nas comunidades cristãs

Luanda – O livro "A feitiçaria um desafio antropológico sempre presente nas comunidades cristãs" retrata os efeitos de tal prática e considera o fenómeno destrutivo da dignidade humana.

Com seis capítulos, o livro, da autoria do padre José Diogo Jerónimo "Zola", aborda a origem da mentalidade feiticista e clarifica conceitos básicos ligados ao assunto.

O também autor do livro “Decálogo da infância e adolescência missionárias" defende a criminalização dessa prática e sublinha que o fenómeno não é africano como se tem dito, mas humano.

"Basta ser homem para ser um potencial frequentador da mentalidade feticista ou mesmo vítima das crenças da feitiçaria", afirmou à ANGOP, à margem do lançamento do livro este sábado, em Luanda.

No entender do autor, "todos os povos de todos os tempos têm as suas crenças ou feitiçarias, podem até ter outro nome em outros países, mas a mentalidade é a mesma".

Segundo o também docente, o Estado angolano já teve em debate na especialidade, na Assmbleia Nacional, um diploma que analisava o fenómeno mas não teve efeito, porque a problemática da feitiçaria não tem matérias factuais para ter cunho jurídico.

Entende que o fenómeno deve ser analisado a nível das autoridades tradicionais, afirmou o padre José Diogo Jerónimo "Zola", para quem o Estado deve tomar a peito o assunto.

Formado em Filosofia e Teologia pelo Seminário Maior do Sagrado Coração de Jesus, em Luanda, e mestre em Teologia na especialidade de Espiritualidade, disse ser fundamental que as pessoas reconheçam que o feitiço prejudica o homem em todas as suas vertentes.

Com seis capítulos, o livro, da autoria do padre José Diogo Jerónimo "Zola", aborda a origem da mentalidade feiticista e clarifica conceitos básicos ligados ao assunto.

O também autor do livro “Decálogo da infância e adolescência missionárias" defende a criminalização dessa prática e sublinha que o fenómeno não é africano como se tem dito, mas humano.

"Basta ser homem para ser um potencial frequentador da mentalidade feticista ou mesmo vítima das crenças da feitiçaria", afirmou à ANGOP, à margem do lançamento do livro este sábado, em Luanda.

No entender do autor, "todos os povos de todos os tempos têm as suas crenças ou feitiçarias, podem até ter outro nome em outros países, mas a mentalidade é a mesma".

Segundo o também docente, o Estado angolano já teve em debate na especialidade, na Assmbleia Nacional, um diploma que analisava o fenómeno mas não teve efeito, porque a problemática da feitiçaria não tem matérias factuais para ter cunho jurídico.

Entende que o fenómeno deve ser analisado a nível das autoridades tradicionais, afirmou o padre José Diogo Jerónimo "Zola", para quem o Estado deve tomar a peito o assunto.

Formado em Filosofia e Teologia pelo Seminário Maior do Sagrado Coração de Jesus, em Luanda, e mestre em Teologia na especialidade de Espiritualidade, disse ser fundamental que as pessoas reconheçam que o feitiço prejudica o homem em todas as suas vertentes.