Lopito Feijó lança “Reuniverso Doutrinário”

  • Escritor Lopito Feijóo
Luanda – A obra literária intitulada “Reuniverso Doutrinário”, do escritor Lopito Feijó, foi lançada, nesta sexta-feira, em Luanda.

A obra surge como homenagem aos poetas que surgiram entre 1985 a 2015, presentes ao longo dos 35 anos de carreira literária do autor nascido a 29 de Setembro de 1963, no Lombo, província de Malanje.

Entre os nomes sonantes, o poeta recordou Luís Kandjimbo, Victor Jorge, António Fonseca, Carlos Ferreira e outros que ainda continuam a escrever sobre a literatura angolana.

“Em 2015 quis preparar uma amostra representando aquilo que ao longo dos 35 anos conseguimos fazer, pois para nos afirmamos tínhamos que fazer igual ou melhor do que a geração de 70”, referiu.

A colectânea, editada pela União dos Escritor Angolano, conta com 450 páginas, numa tiragem de mil 500 exemplares, que oferecerá aos leitores o melhor que existe nos anteriores livros já publicado pelo autor, bem como as vertentes artísticas literária, com realce para poesia erótica, a simples poesia de amor, poesia de raiz telúrica africana, poesia de intervenção sociopolítica e a poesia infanto-juvenil.

A obra distingue-se ainda pelo facto de conter textos e livros inéditos como realçe para a “Doutrina dos Pitos”, “Nacuranza a Muipiti” (Eu te Amo Moçambique) e uma Adenda com um longo poema sobre o Carnaval de Luanda.

Para o escritor, é necessário que os novos valores da literatura angolana continuem a ler, ler e sempre, ter a humildade como a regra primeira, sentir-se sempre e eternamente um aprendiz.

Para o apresentador da obra, Luís Kandjimbo, a independência e a liberdade foram os dois conceitos que o poetas daquela época, enquanto jovens, procuravam espelhar em suas obras, tendo com isso despoletado o surgimento da brigada jovem de literatura.

“Quem toca a obra do autor está a tocar na bibliografia de Lopito Feijó”, referiu.

Luís Kandjimbo afirma que o poeta valoriza nas suas obras o diálogo entre a arte literária e a visual da poesia. Já escritora angolana Kanguimbo Ananás reconheceu Lopito Feijó pela sua sagacidade e elevada capacidade poética, facto que o levou a representar Angola em vários eventos a nível internacional.

A obra literária “Reuniverso Doutrinário” foi apresentada em 2016, no festival “Corrente de Escrita”, na Póvoa do Varzim.

Entre as obras de Lopito Feijoó destaque para as “performance” na “Doutrina” (1987), e que foi continuando em “Lex & Cal Doutrina” (2012), “Andarilho e Doutrinário” (2013),“ReuniVersos Doutrinários” (2015), “Pacatos & Doutrinários Recados” (2017), “Imprescindível Doutrina Contra” (2017), “Doutrinárias Lâminas Doutrinárias” (2018) e agora “Doutrina com Fabulações” (2019).

Poeta e ensaísta angolano, João André da Silva Feijó nasceu a 29 de Setembro de 1963, no Lombo, província de Malanje.

Mudou-se para Maquela do Zombo, onde viveu a infância, indo depois para Luanda, onde viveu no bairro do Cazenga, a partir da sua adolescência.

Licenciado em Direito pela Universidade Agostinho Neto, em Luanda, o autor despertou para a poesia aos 22 anos de idade. 

A obra surge como homenagem aos poetas que surgiram entre 1985 a 2015, presentes ao longo dos 35 anos de carreira literária do autor nascido a 29 de Setembro de 1963, no Lombo, província de Malanje.

Entre os nomes sonantes, o poeta recordou Luís Kandjimbo, Victor Jorge, António Fonseca, Carlos Ferreira e outros que ainda continuam a escrever sobre a literatura angolana.

“Em 2015 quis preparar uma amostra representando aquilo que ao longo dos 35 anos conseguimos fazer, pois para nos afirmamos tínhamos que fazer igual ou melhor do que a geração de 70”, referiu.

A colectânea, editada pela União dos Escritor Angolano, conta com 450 páginas, numa tiragem de mil 500 exemplares, que oferecerá aos leitores o melhor que existe nos anteriores livros já publicado pelo autor, bem como as vertentes artísticas literária, com realce para poesia erótica, a simples poesia de amor, poesia de raiz telúrica africana, poesia de intervenção sociopolítica e a poesia infanto-juvenil.

A obra distingue-se ainda pelo facto de conter textos e livros inéditos como realçe para a “Doutrina dos Pitos”, “Nacuranza a Muipiti” (Eu te Amo Moçambique) e uma Adenda com um longo poema sobre o Carnaval de Luanda.

Para o escritor, é necessário que os novos valores da literatura angolana continuem a ler, ler e sempre, ter a humildade como a regra primeira, sentir-se sempre e eternamente um aprendiz.

Para o apresentador da obra, Luís Kandjimbo, a independência e a liberdade foram os dois conceitos que o poetas daquela época, enquanto jovens, procuravam espelhar em suas obras, tendo com isso despoletado o surgimento da brigada jovem de literatura.

“Quem toca a obra do autor está a tocar na bibliografia de Lopito Feijó”, referiu.

Luís Kandjimbo afirma que o poeta valoriza nas suas obras o diálogo entre a arte literária e a visual da poesia. Já escritora angolana Kanguimbo Ananás reconheceu Lopito Feijó pela sua sagacidade e elevada capacidade poética, facto que o levou a representar Angola em vários eventos a nível internacional.

A obra literária “Reuniverso Doutrinário” foi apresentada em 2016, no festival “Corrente de Escrita”, na Póvoa do Varzim.

Entre as obras de Lopito Feijoó destaque para as “performance” na “Doutrina” (1987), e que foi continuando em “Lex & Cal Doutrina” (2012), “Andarilho e Doutrinário” (2013),“ReuniVersos Doutrinários” (2015), “Pacatos & Doutrinários Recados” (2017), “Imprescindível Doutrina Contra” (2017), “Doutrinárias Lâminas Doutrinárias” (2018) e agora “Doutrina com Fabulações” (2019).

Poeta e ensaísta angolano, João André da Silva Feijó nasceu a 29 de Setembro de 1963, no Lombo, província de Malanje.

Mudou-se para Maquela do Zombo, onde viveu a infância, indo depois para Luanda, onde viveu no bairro do Cazenga, a partir da sua adolescência.

Licenciado em Direito pela Universidade Agostinho Neto, em Luanda, o autor despertou para a poesia aos 22 anos de idade.