Museu do Dundo aposta na investigação científica

  • Museu do Dundo, Lunda Norte
Dundo – O director do Museu Regional do Dundo, André Ilunga, anunciou hoje, terça-feira, uma série de investigações científicas nos domínios da dança e dos instrumentos musicais tradicionais do povo lunda tchokwe e dos balubas, com vista a enriquecer o acervo científico da instituição.

Em declarações à imprensa, a propósito do Dia Internacional dos Museus (18 de Maio), André Ilunga, informou que estão a ser criadas as condições para que tal investigação comece ainda este ano.

Informou ainda, estar em carteira a construção duma sala de exposição de curta duração, uma para exposição do património tradicional moderno, um auditório e uma ampla campanha de divulgação do património imaterial tchokwe.

Entre os desafios da instituição, consta a conclusão das obras de construção do depósito geral, cujos trabalhos iniciaram em 2014, a edificação de raíz de um laboratório, reabilitação da estação arqueológica de Bala-Bala e a reativação da Aldeia Museu.

Anunciou por outro lado, uma exposição de curta duração relacionada à Sona (escrita na areia), elevada a património cultural imaterial nacional, no dia 6 de Junho do ano em curso, no âmbito da sua divulgação.

O museu, situado no “coração” da antiga cidade do Dundo e com mais de 100 anos de existência, ajuda a sociedade a identificar acontecimentos da história, que foram decisivos e essenciais para a construção do “Império” Lunda. 

Para ajudar a preservar as memórias e, ao mesmo tempo, explicá-las aos interessados, a instituição conta com um acervo repleto de artigos e colecções etnográficas, biológicas, arqueológicas, de arte sacra, popular e alguns objectos que se relacionam com a história da Revolução Industrial, como a exploração de diamantes.

As colecções etnográficas do Museu do Dundo constituem a principal componente do objecto social da instituição e resultam da primeira campanha de recolha de peças, designada por expedição de Camaxilo, feita no longínquo ano de 1937, e do Alto Zambeze, em 1939. 

O Museu do Dundo possui nove mil peças etnográficas e prevê, para breve, a recolha de outras que se encontram em posse de pessoas ligadas à arte e detentoras de colecções.

Entre os artigos culturais expostos, sobressaem a estatueta do Samanhoga (Pensador) - que se tornou num símbolo nacional -, as máscaras Mwana Phowo (retrata a beleza feminina), Mukishi wa Mwanangana (palhaço do rei) - que corresponde ao sacrifício sagrado e representa os antepassados do chefe tribal -, bem como os instrumentos musicais: Ngoma (batuque ou tambor) e puita.

Em declarações à imprensa, a propósito do Dia Internacional dos Museus (18 de Maio), André Ilunga, informou que estão a ser criadas as condições para que tal investigação comece ainda este ano.

Informou ainda, estar em carteira a construção duma sala de exposição de curta duração, uma para exposição do património tradicional moderno, um auditório e uma ampla campanha de divulgação do património imaterial tchokwe.

Entre os desafios da instituição, consta a conclusão das obras de construção do depósito geral, cujos trabalhos iniciaram em 2014, a edificação de raíz de um laboratório, reabilitação da estação arqueológica de Bala-Bala e a reativação da Aldeia Museu.

Anunciou por outro lado, uma exposição de curta duração relacionada à Sona (escrita na areia), elevada a património cultural imaterial nacional, no dia 6 de Junho do ano em curso, no âmbito da sua divulgação.

O museu, situado no “coração” da antiga cidade do Dundo e com mais de 100 anos de existência, ajuda a sociedade a identificar acontecimentos da história, que foram decisivos e essenciais para a construção do “Império” Lunda. 

Para ajudar a preservar as memórias e, ao mesmo tempo, explicá-las aos interessados, a instituição conta com um acervo repleto de artigos e colecções etnográficas, biológicas, arqueológicas, de arte sacra, popular e alguns objectos que se relacionam com a história da Revolução Industrial, como a exploração de diamantes.

As colecções etnográficas do Museu do Dundo constituem a principal componente do objecto social da instituição e resultam da primeira campanha de recolha de peças, designada por expedição de Camaxilo, feita no longínquo ano de 1937, e do Alto Zambeze, em 1939. 

O Museu do Dundo possui nove mil peças etnográficas e prevê, para breve, a recolha de outras que se encontram em posse de pessoas ligadas à arte e detentoras de colecções.

Entre os artigos culturais expostos, sobressaem a estatueta do Samanhoga (Pensador) - que se tornou num símbolo nacional -, as máscaras Mwana Phowo (retrata a beleza feminina), Mukishi wa Mwanangana (palhaço do rei) - que corresponde ao sacrifício sagrado e representa os antepassados do chefe tribal -, bem como os instrumentos musicais: Ngoma (batuque ou tambor) e puita.